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Cruzeiros de mergulho Oceano Índico

«Uma semana a bordo leva-te a Maamigili, Hanifaru Bay e Kudarah Thila, com dias inteiros sobre recifes que o acesso desde terra não alcança.»

O que distingue esta região em cruzeiro

  • Maamigili e Kudarah Thila entre os locais mais citados
  • Hanifaru Bay para centrar a viagem num local específico
  • Explorer 1: catamarã pequeno para atóis afastados
  • Sea Bird: yacht para grupos mistos e excursões terrestres
  • Sea Pearl: goélette histórica para privilegiar carácter
  • Gros Plan: seis dias, cinco noites, dez mergulhos

Em cruzeiro aqui

Uma croisière no Oceano Índico muda sobretudo a relação com o mapa. Nas Maldivas, o barco encadeia Maamigili, Barracuda Giri, Banana Reef e Dhigu Thila sem depender de regressos diários a terra. O dia ganha o ritmo próprio do liveaboard: sair cedo, permanecer sobre o recife, repetir a entrada na água e terminar com mergulho nocturno quando o itinerário o permite. Nas Seychelles, o Explorer 1 alcança os atóis Bird, Denis e Amirantes, enquanto as viagens curtas do Sea Bird e do Sea Pearl concentram-se em Mahé, Praslin e La Digue. Em Madagascar, o Gros Plan permanece vários dias nos arquipélagos Mitsio e Radama, no norte de Nosy Be, levando-te a locais afastados das saídas diárias e com menor circulação.

O que vem ver

Nas Maldivas, as fichas de cruzeiro citam sobretudo Maamigili, Barracuda Giri, Banana Reef, Dhigu Thila, Dhonkalo, Foththeyo Kandu, Hanifaru Bay e Kudarah Thila. É um itinerário de recifes nomeados, onde a semana permite passar por vários locais sem transformar cada mergulho numa deslocação desde terra. Nas Seychelles, a experiência divide-se entre três barcos muito diferentes. O Explorer 1, catamarã para seis mergulhadores, procura Bird, Denis e Amirantes e leva um caixão hiperbárico. O Sea Bird recebe 22 passageiros, junta mergulhadores e não mergulhadores, e combina caiaque e excursões terrestres. O Sea Pearl é uma goélette de 1915, antigo barco de pesca neerlandês, escolhida pelo carácter. Em Madagascar, o Gros Plan leva apenas oito mergulhadores aos arquipélagos Mitsio e Radama. Fica vários dias na zona, favorecendo locais menos frequentados e mergulho nocturno, num programa de seis dias, cinco noites e dez mergulhos.

Que país escolher

Escolhe as Maldivas se valorizas escolha e flexibilidade de datas: 42 barcos significam muitos formatos de semana e itinerários assentes em locais como Maamigili, Hanifaru Bay ou Kudarah Thila. Não é uma versão superior das outras opções; é uma viagem com mais alternativas e com recifes já muito identificados nas rotas de cruzeiro. As Seychelles correspondem a quem quer escolher a personalidade do barco. O Explorer 1 serve quem procura atóis afastados e um grupo de seis mergulhadores; o Sea Bird adapta-se a quem viaja com não mergulhadores; o Sea Pearl atrai quem troca equipamento novo por carácter histórico. Madagascar é para quem prefere um grupo de oito pessoas, uma permanência de seis dias e cinco noites em Mitsio e Radama, locais menos frequentados e possibilidade de mergulho nocturno. Cada escolha define o ritmo antes de definir o mapa.

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