Cruzeiros · Micronésia
Palau Siren — madeira tradicional, mergulho sem multidões
O que torna este barco único
- Construído em madeira de ironwood e teca, o Palau Siren foi pensado por mergulhadores para mergulhadores.
- Recebe no máximo 16 passageiros em oito cabines com ar condicionado e casa de banho privada.
- O convés de mergulho é amplo, coberto e tem espaço pessoal para guardar o equipamento.
- Opera nas ilhas de Palau, com partidas e chegadas em Koror e cruzeiros de 8 ou 11 dias.
Para legendas em português: inicie primeiro o vídeodepois clique na roda dentadano canto superior direito do vídeo, selecione «Legendas», depois «Traduzir automaticamente» e escolha «Português».
O convite
O Palau Siren escolhe-se quando a prioridade é passar a semana na água, não num barco cheio. Foi construído por mergulhadores e leva no máximo 16 passageiros, uma escala que deixa espaço no convés e torna fácil reconhecer as pessoas ao fim de pouco tempo. A madeira de ironwood e teca dá-lhe um caráter diferente dos liveaboards modernos de fibra: é um barco tradicional, feito na Indonésia para trabalhar no mar e no mergulho. A rota percorre as ilhas de Palau a partir de Koror, com cruzeiros de 8 ou 11 dias. O que se vem procurar aqui é acesso a locais isolados, uma plataforma de mergulho que não obriga a disputar espaço e uma operação organizada à volta de dois botes de apoio. Para quem prefere um navio pequeno, dedicado ao mergulho e sem a lotação de um hotel flutuante, a escolha é clara.
Subir a bordo
A chegada faz-se a um barco de madeira com linhas tradicionais, não a uma caixa anónima de cabine e convés. Ironwood e teca deixam perceber que o Palau Siren pertence a uma tradição de construção naval do Sudeste Asiático; a renovação de 2024 acrescenta conforto atual sem lhe apagar esse caráter. A circulação é simples: as cabines ficam no convés inferior, enquanto o salão, a área de refeições ao ar livre e os espaços exteriores concentram a vida entre os mergulhos. O barco foi desenhado para um grupo pequeno e isso nota-se mais no uso diário do que numa fotografia: há lugar para preparar o equipamento, sentar-se depois da água e não transformar cada passagem num encontro de ombros. O resultado é um barco com identidade própria, mais próximo de um veleiro de trabalho cuidado do que de um resort impessoal.
O ambiente a bordo
O ambiente nasce do tamanho do grupo. Com 16 passageiros no máximo e oito cabines, a vida a bordo tende a ser próxima sem precisar de ser forçada: o mesmo grupo cruza-se no convés, nos botes, à mesa e no salão. A equipa fala inglês e o trabalho está concentrado no que interessa num liveaboard: preparar a entrada na água, manter o convés utilizável e apoiar o regresso depois do mergulho. À noite, o salão com bar e televisão dá uma alternativa ao convés aberto, sobretudo para quem ainda está a organizar fotografias ou prefere ficar no ar condicionado. A tripulação recebeu uma nota sólida, enquanto a comida e o mergulho foram avaliados ainda melhor. O barco é, portanto, mais forte na experiência completa do que numa promessa de luxo ostentado.
Os locais onde se mergulha
O Palau Siren percorre as ilhas de Palau em itinerários circulares com partida e regresso em Koror. Estão registadas viagens de 8 dias e 7 noites, ou de 11 dias e 10 noites. Os percursos são apresentados como uma forma de alcançar locais de mergulho isolados e pouco visitados, mas não há aqui uma ficha de locais com nomes, profundidades ou características individuais. Por isso, não se deve prometer uma parede, um naufrágio, um pináculo ou uma espécie num ponto específico. O que está definido é a lógica da viagem: viver a bordo, deslocar-se entre as ilhas e usar os dois botes de apoio para chegar aos locais de mergulho. A duração mais longa dá mais noites e mais tempo de exploração; a mais curta concentra a experiência sem mudar o ponto de embarque ou desembarque.
Quem vos põe na água
Três guias acompanham a operação de mergulho, e a tripulação comunica em inglês. O barco dispõe de oxigénio, kits de primeiros socorros e pessoal formado em primeiros socorros; radar, sonar, GPS e rádio VHF/DSC/SSB apoiam a navegação e a comunicação. Os briefings e a formação dos grupos ficam a cargo da equipa de mergulho, com os dois botes de apoio a permitirem distribuir os mergulhadores pela operação. Não são indicados um rácio fixo por guia, qualificações individuais, número mínimo de mergulhos registados ou cursos realizados a bordo. Isso torna o Palau Siren mais adequado a quem já viaja preparado para mergulhar de forma autónoma, seguindo os briefings e os procedimentos da equipa, do que a quem procura uma viagem centrada em formação.
O convés de mergulho e o equipamento
O convés de mergulho é o centro do Palau Siren: amplo, coberto e com espaço pessoal para guardar os acessórios pequenos. Há dois tanques de lavagem separados, um para equipamento de mergulho e outro para câmaras, além de zonas de preparação e carregamento fotográfico no salão. As duchas de água doce no convés permitem tirar o sal logo depois de sair da água. Dois botes de apoio de fibra de vidro, altos e cobertos, levam os mergulhadores aos locais e apoiam a operação na água. O barco tem compressor de nitrox e adaptadores DIN; o nitrox está disponível mediante suplemento. O aluguer de equipamento também é possível, mas é um serviço opcional. O suporte a rebreather aparece entre as facilidades de mergulho, embora o barco não seja apresentado como uma operação técnica. Não há indicação do volume ou do material dos cilindros, nem das marcas do equipamento alugado.
Entre dois mergulhos
Entre mergulhos, o Palau Siren oferece uma grande área exterior coberta, uma esplanada e um salão interior com ar condicionado. A sombra no convés é o espaço mais útil depois de sair da água: é onde se deixa o fato a escorrer, se bebe qualquer coisa e se espera pelo próximo briefing sem ficar exposto ao sol. O salão tem bar, televisão e zonas próprias para preparar e carregar equipamento fotográfico. Quando há tempo fora da água, os kayaks permitem sair do barco por outros meios; também existe serviço de massagem como opção. Não é um barco que peça muita programação em terra. O melhor intervalo é simples: secar, comer, tratar das câmaras e voltar a olhar para o mar.
Um dia a bordo
O dia a bordo é organizado em torno do pacote de mergulhos, das refeições e dos intervalos entre entradas na água. Primeiro vem o briefing; depois, o equipamento é preparado no convés coberto e os botes levam o grupo ao local. De volta ao Palau Siren, há duchas de água doce, tanques de lavagem para o equipamento e tempo para comer, descansar ou tratar das fotografias antes da próxima saída. A mesa volta a aparecer entre os mergulhos, com buffet e snacks disponíveis ao longo do dia. O barco não publica horas exatas, número diário de mergulhos ou confirmação de mergulhos noturnos, por isso o ritmo não deve ser confundido com um horário fixo. O essencial é a sequência: briefing, bote, água, regresso, refeição e recuperação.
O que se come a bordo
A cozinha serve pensão completa, com buffet, snacks ao longo do dia e uma mistura de cozinha ocidental e local. Há opções vegetarianas, cerveja e vinho disponíveis, além de uma seleção de vinhos. As refeições podem ser feitas ao ar livre, sob a área coberta, com o mar aberto como cenário. Num cruzeiro de mergulho, a mesa não é apenas o lugar de comer: é onde se recompõe o corpo entre entradas na água, se comparam correntes e se decide quem ainda vai rever uma fotografia antes do mergulho seguinte. A comida recebeu uma avaliação particularmente forte entre os passageiros, e a variedade ajuda a manter o ritmo durante uma semana em que o apetite chega sempre depressa.
As noites no mar
As noites são passadas em cabines no convés inferior, todas com ar condicionado regulável, espaço para guardar os pertences e casa de banho privada com água quente. Há seis cabines Premium Twin, incluindo duas que podem ser convertidas em cama de casal, e duas Premium Double na proa. É uma solução prática para descansar depois de vários mergulhos, sem transformar a cabine num espaço de luxo exagerado. As cabines são para duas pessoas; a escolha está sobretudo entre camas separadas ou de casal. O barco acrescenta toalhas e roupões, mas o caráter das noites vem da escala: são poucos passageiros, cada um com o seu lugar, e o salão fica a poucos passos quando ainda há fotografias para rever ou conversa para prolongar.
Camarotes duplos premium
Camarotes twin premium
Camarotes twin/duplos premium
O que é preciso saber antes de embarcar
O embarque e o regresso fazem-se em Koror, nas ilhas de Palau. As transferências de aeroporto e de hotel estão incluídas. Chegar na véspera é a opção mais prudente: dá margem para uma ligação aérea atrasada ou uma mala que não chegue no mesmo voo, sem transformar o primeiro embarque numa corrida.
Planta do barco
- Ano de construção
- 2012
- Ano de renovação
- 2024
- Comprimento
- 40 m
- Boca
- 10 m
- Número máximo de passageiros
- 16
- Número de cabines
- 8
- Motores
- 1 × Marinized Nissan RH-10 & Mitsubishi 6D-22
- Velocidade de cruzeiro
- 8 nós
- Botes de apoio
- × 2
Olá, sou a Marina, a assistente IA da DivingDeal.com. Respondo-te em detalhe sobre hotéis, centros e cruzeiros.

A pensar na viagem toda e nos voos? Fala com a Edith →
A Marina é uma IA. Alguns links são afiliados: a DivingDeal pode receber uma comissão, sem custo extra para si. A reserva é concluída com o parceiro.


