
Octopus Diving Center
★ 4,9/5 (210 avaliações)
a 131 km em linha reta
Terceira · Açores · Atlântico
Prof. máx. · 18 mExplora a topografia submarina de dois ilhéus vulcânicos que oferecem uma excelente oportunidade para mergulhar no interior de um antigo vulcão, entre as ilhas de Pico e Faial.
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O mergulho nos Ilhéus da Madalena leva-te a explorar dois ilhéus vulcânicos distintos, situados ao largo da vila da Madalena, no Pico (sic - erro nos dados de origem, Ilhéus da Madalena é na Terceira). A topografia submarina é moldada por estas formações geológicas, permitindo diferentes perfis de mergulho. Podes optar por explorar as paredes a sul ou aventurar-te entre os ilhéus, onde a estrutura vulcânica cria corredores e cavidades interessantes que te guiam através deste ambiente.
Ao descer, vais encontrar uma paisagem marinha que se estende de uma profundidade mínima de 5 metros até um máximo de 18 metros. A luz solar penetra facilmente as águas pouco profundas, destacando os detalhes do fundo rochoso e as cores da vida marinha. A variação de profundidade oferece uma progressão suave, começando por áreas mais iluminadas e culminando em zonas onde a flora e a fauna se adaptam a condições um pouco mais sombrias, mas igualmente ricas.
A vida marinha nos Ilhéus da Madalena é marcada pela presença de bancos de pequenos peixes que se movem em uníssono, criando padrões fascinantes. Podes observar demoiselles (Chromis chromis) por entre as rochas e balistes (Balistes capriscus) a patrulhar as fissuras. As moreias (Muraena helena) espreitam das suas tocas, enquanto as raias pastinacas (Dasyatis pastinaca) planam sobre o substrato arenoso com a sua elegância característica, misturando-se com o entorno.
Presta atenção aos detalhes e encontrarás nudibrânquios coloridos (como Hypselodoris picta ou Flabellina affinis) a deslizar pelas rochas, adicionando toques vibrantes ao cenário. As anémonas alegres (Anemonia viridis) e as anémonas amarelas (Parazoanthus axinellae) adornam as superfícies rochosas, criando um jardim submarino que serve de refúgio e alimento para diversas criaturas, incluindo pequenos crustáceos que se camuflam entre os tentáculos.
Este sítio é acessível tanto a mergulhadores principiantes quanto a mergulhadores avançados, com profundidades que variam entre os 5 e os 18 metros. A melhor altura para mergulhar nos Açores é tipicamente entre julho, agosto e setembro, quando as condições oceânicas são mais calmas e a temperatura da água é mais agradável. A visibilidade expectável na região ronda os 20 a 30 metros, mas as condições locais podem variar. É importante estar ciente de que os Açores são conhecidos pelos seus ventos e correntes, que podem ser frequentes, especialmente em locais mais expostos, adicionando um elemento de desafio à experiência.