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Cruzeiros de mergulho Caribe

«Nas Caraíbas, o liveaboard transforma Steel Forest, Silver Bank e recifes isolados numa semana contínua de mar, mergulho e tempo bem aproveitado.»

O que distingue esta região em cruzeiro

  • Bahamas: Steel Forest entre os locais mais citados
  • Turks e Caicos: observação de baleias de janeiro a abril
  • Saint-Martin: coque de alumínio para três ilhas
  • República Dominicana: snorkeling em apneia com baleias
  • Cuba: jacuzzi e paddle para não mergulhadores
  • Ilhas Caimão: Stingray City a apenas três metros

Em cruzeiro aqui

Escolher um liveaboard nas Caraíbas é aceitar que a viagem acontece sobretudo fora de terra. Nas Bahamas, a semana pode ligar locais como Steel Forest, The Lost Hole e Horse Shoe Reef sem depender do regresso diário a um porto. Em Saint-Martin, o Caribbean Explorer II transforma o mapa numa rota de três ilhas, com Saba e Saint-Kitts no mesmo itinerário. O valor está também no ritmo: até 28 mergulhos numa semana, incluindo noturnos, ou até quatro imersões diárias em Jardines de la Reina, em Cuba. Entre deslocações, refeições e convívio, o barco elimina transferes repetidos e aproxima-te de paredes, pináculos e recifes escolhidos para quem vive vários dias no mar. Em Turks e Caicos, a navegação aberta faz parte da própria experiência.

O que vem ver

Nas Bahamas, Steel Forest, The Lost Hole, Wreck of the San Jacinto, The Shark Emporium Shark Dive, Grouper Alley e Horse Shoe Reef são os locais mais citados nas rotas de cruzeiro. Em Turks e Caicos, as águas de Providenciales juntam tubarões-martelo, raias-manta, tartarugas e golfinhos; de janeiro a abril, algumas expedições seguem para Silver Bank, para observar baleias-de-bossa em apneia. Saint-Martin combina os pináculos vulcânicos e o parque marinho de Saba com as embarcações afundadas e os recifes de Saint-Kitts. Na República Dominicana, a rota do Turks and Caicos Aggressor II percorre Providenciales, West Caicos e French Cay, com paredes verticais; entre janeiro e abril, muda para o snorkeling com baleias-de-bossa. Cuba concentra-se em Jardines de la Reina, com recifes preservados, peixes numerosos e tubarões. Nas Ilhas Caimão, Stingray City permite observar raias-pastenague em pouca profundidade.

Que país escolher

Escolhe as Bahamas se queres comparar várias datas e itinerários: os seis barcos permitem procurar uma semana centrada nos locais mais citados, como Steel Forest ou Grouper Alley, sem transformar isso numa avaliação de qualidade. Turks e Caicos serve quem prefere seguir uma espécie concreta: de janeiro a abril, Silver Bank coloca as baleias-de-bossa no centro da viagem, longe do formato habitual de mergulho. Saint-Martin é para quem quer uma rota variada num só embarque, com Saba, Saint-Kitts e Saint-Martin, até 28 imersões e noites incluídas. Cuba encaixa melhor em quem procura recifes preservados e aceita uma operação dedicada a Jardines de la Reina, com espaço real para não mergulhadores. As Ilhas Caimão favorecem grupos pequenos, ritmo ajustável e segurança; a República Dominicana distingue-se pelo contraste entre paredes com várias imersões diárias e snorkeling sazonal com baleias.

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