
Plongée à Sau Bay Fiji Retreat
Taveuni
a 1,5 km
Taveuni · Fiji · Pacífico
Aqui, a estrada termina na água: a chegada faz-se de barco e a sua villa fica virada para o Rainbow Reef, entre palmeiras, areia branca e mar aberto.
Para legendas em português: inicie primeiro o vídeodepois clique na roda dentadano canto superior direito do vídeo, selecione «Legendas», depois «Traduzir automaticamente» e escolha «Português».
O The Remote Resort Fiji Islands ocupa uma península privada de 64 acres, com apenas oito villas e capacidade total para vinte hóspedes. É um resort pensado para quem viaja pelo oceano, para casais e para quem prefere trocar o movimento de uma ilha turística por um lugar onde a paisagem dita o ritmo. Aqui, a água não é apenas o cenário: está diante da sua varanda, junto à praia e no recife que começa ao largo.
A chegada apenas por barco ajuda a perceber o género de estadia que está a escolher. Em vez de sair do quarto para uma rua cheia de lojas e restaurantes, sai para uma praia privada, para um deck sobre o mar ou para uma refeição preparada num local escolhido para esse momento. Sem pulseira de plástico nem música à beira da piscina: há um bar, uma praia e espaço suficiente para ouvir o que o mar está a fazer.
As crianças com mais de 12 anos são recebidas, mas o ambiente foi desenhado sobretudo para adultos e casais. O serviço de concierge, o check-in privado e a possibilidade de jantar na sua villa reforçam essa escala pequena, quase doméstica, embora a palavra “doméstica” raramente venha acompanhada de uma piscina privada e de uma península tropical.
O resort fica em Nawi, nas Fiji, na ilha de Vanua Levu, em frente à ilha de Taveuni. Está implantado no estreito de Somosomo, junto ao mar, com a selva e o recife como vizinhos imediatos. A praia é de acesso direto, com areia branca, espreguiçadeiras e redes; não precisa de transporte para chegar à água, apenas de alguns passos e da decisão de deixar a toalha onde está.
O acesso faz-se exclusivamente de barco. A partir de Taveuni, conte com uma travessia de cerca de 20 minutos; vindo de Savusavu, a viagem combina cerca de uma hora de carro, incluindo estrada parcialmente não pavimentada, e mais 20 minutos de barco. A partir do aeroporto internacional de Nadi, a ligação habitual passa por um voo doméstico para Taveuni, com cerca de uma hora e vinte minutos de duração, seguido do transfer marítimo.
Não há uma lista de cafés, lojas ou pontos turísticos a poucos minutos a pé — e, neste caso, isso é parte da geografia, não uma falha a disfarçar. O hotel organiza a ligação de ida e volta a partir de Taveuni ou Savusavu, e a sua estadia desenrola-se num território de cascatas, aldeias, praias isoladas e recifes.

Todas as villas têm vista para o oceano e piscina privada de imersão. Para uma viagem a dois, as villas com piscina privada concentram a escolha no essencial: entrada independente, terraço exterior, pátio amplo e uma daybed onde pode estender-se sem transformar a cama num posto de recuperação pós-mergulho. A Deluxe Villa é a opção mais espaçosa para um casal, enquanto as villas de um quarto mantêm a mesma lógica de privacidade numa escala mais contida.
Se viaja em família ou com amigos, há soluções com dois quartos: a Two-Bedroom Villa recebe até quatro pessoas e o Two-Bedroom Bungalow até cinco. Esta última oferece espaço generoso e duas casas de banho, algo que deixa de ser um detalhe no momento em que várias pessoas regressam ao mesmo tempo da praia, do caiaque ou de uma excursão. As crianças têm de ter mais de 12 anos.
A noite traz ar condicionado e ventoinha, além de frigorífico, chaleira eléctrica, minibar e máquina de chá ou café. Tem cama king-size, mobiliário de madeira artesanal, toalhas de algodão egípcio, roupão, secador e produtos de higiene. O frigorífico resolve a questão da água fresca quando regressa com sal na pele, enquanto o serviço de quartos permite comer sem abandonar a sua varanda. Há Wi-Fi gratuito nas áreas do resort e uma base para iPod, caso ainda viaje com música guardada num aparelho que não seja o telemóvel — uma espécie em vias de extinção.
A fórmula é tudo incluído, com pequeno-almoço, almoço e jantar. O restaurante principal, Main Pavilion restaurant, trabalha uma cozinha de inspiração fijiana, com pratos à la carte e ingredientes frescos. A refeição pode acontecer ao ar livre no pavilhão, na esplanada da sua villa, junto à praia, no deck sobre o oceano ou em formato de piquenique. Aqui, a localização do jantar muda mais vezes do que o menu do hotel vizinho.
Há um bar, o Main Pavilion bar. Para quem gosta de prolongar a conversa sem voltar à villa ainda a pingar da praia, é o ponto natural da noite; para quem prefere manter o silêncio, o resort também prepara refeições privadas e serviço no quarto. O almoço pode seguir consigo em forma de packed lunch quando o dia inclui uma caminhada, uma visita a uma aldeia ou uma saída de barco.
O pequeno-almoço é à la carte e inclui opções continentais, vegetarianas, vegan, halal, sem glúten e de estilo americano. A cozinha acomoda também escolhas pescatarianas, sem lactose e low-carb. Entre os sabores locais surgem o kokoda preparado pelos cozinheiros e saladas com produtos da região. As preferências alimentares são tratadas com antecedência, uma precaução sensata num lugar onde não existe um supermercado à esquina.

A praia privada é o ponto de partida mais simples: areia branca, palmeiras, espreguiçadeiras e redes. Pode trocar o fato de mergulho pelo equipamento de snorkeling, entrar num caiaque ou experimentar uma prancha de stand up paddle. Também há pesca e passeios de barco para preencher as horas em que o corpo prefere continuar na horizontal, mas a cabeça ainda quer sair da villa.
O Remote Spa Deck fica sobre o oceano, entre as árvores. Ali encontra massagens, tratamentos faciais, esfoliações e envolvimentos corporais com produtos Pure Fiji; a massagem fijiana com óleo de coco é particularmente coerente com o endereço. O som das ondas faz o acompanhamento. Não há necessidade de inventar conversa durante o tratamento, o que é uma qualidade subestimada.
Em terra, o resort organiza caminhadas e excursões como a Lavena Coastal Walk, visitas à aldeia de Vunikura, a caminhada até à cascata de Buca e um dia em Taveuni com as cascatas de Bouma, o escorrega natural, os mercados, a linha do meridiano de 180 graus e a igreja de Wairiki. Também pode participar numa aula de cozinha, numa visita cultural ou numa demonstração do chef. À noite, há a cerimónia Kava Time e, à sexta-feira, o Coconut and Pina Colada Show.
A ligação entre aeroporto, Taveuni ou Savusavu e o resort é organizada pelo hotel, com transferes de ida e volta a partir dessas duas ilhas. O acesso é apenas marítimo, por isso convém comunicar antecipadamente a hora prevista de chegada. No check-in, precisa de apresentar um documento de identificação com fotografia e um cartão de crédito; a idade mínima para fazer o check-in é 18 anos.
A entrada no quarto começa às 14:00 e a saída é feita até às 10:00. O hotel disponibiliza check-in e check-out privados, serviço expresso, concierge, guarda de bagagem e serviço de despertar. O serviço de quartos e o serviço diário de limpeza ajudam a manter o dia simples: regressa da água, toma banho, encomenda o que precisa e deixa a logística para a equipa.
Há Wi-Fi gratuito em todo o resort, serviço de lavandaria e transporte interno. O hotel é para não fumadores e não aceita animais. Os pisos superiores são acessíveis apenas por escadas. Para partidas mais tardias ou entradas antecipadas, existem opções mediante pedido; vale a pena tratar disso quando organizar a chegada, sobretudo porque a ligação de barco não é um táxi que passe de dez em dez minutos.
Site oficial : theremoteresort.com ↗
Olá, sou a Marina, a assistente IA da DivingDeal.com. Respondo-te em detalhe sobre hotéis, centros e cruzeiros.

A pensar na viagem toda e nos voos? Fala com a Edith →
A Marina é uma IA. Alguns links são afiliados: a DivingDeal pode receber uma comissão, sem custo extra para si. A reserva é concluída com o parceiro.