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Cruzeiros · Micronésia

Palau Aggressor II — uma semana feita para os naufrágios de Palau

O que torna este barco único

  • Parte e regressa a Koror numa rota Best of Palau de 8 dias e 7 noites.
  • O barco recebe até 18 passageiros em 9 cabines, com salão, bar e solário sombreado.
  • A operação dá destaque às grandes paisagens submersas e aos naufrágios da Segunda Guerra Mundial.
  • Há nitrox a 32% para mergulhadores certificados, mediante serviço opcional.

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O convite

O Palau Aggressor II escolhe-se para mergulhar Palau sem montar a semana à volta de deslocações entre hotel e centro de mergulho. A rota Best of Palau parte e regressa a Koror, dura 8 dias e 7 noites, e põe no centro os naufrágios da Segunda Guerra Mundial — não como uma excursão isolada, mas como uma das razões para viver a bordo. O barco leva um grupo pequeno o bastante para que a rotina de mergulho não pareça uma operação de massa. Depois do briefing, cada grupo entra na água com a logística já resolvida; entre mergulhos, há sombra, salão e espaço para tratar fotografias. É uma escolha para quem quer passar a semana a mergulhar, comer, dormir e voltar a mergulhar, com conforto suficiente para não desejar fugir para terra.

Subir a bordo

A chegada ao Palau Aggressor II dá a impressão de um barco de mergulho pensado antes de ser decorado. O salão é amplo, o solário tem sombra, espreguiçadeiras e cadeiras, e o bar e o grelhador ficam onde a conversa naturalmente acaba depois da água. Não há excesso de espaços para descobrir: a circulação é simples, e isso conta quando o corpo passa o dia entre cilindros, escadas e roupa molhada. A propulsão é diesel, mas o caráter do barco está mais no modo como reúne as pessoas do que em qualquer promessa de luxo. O convés de mergulho é o centro prático da vida a bordo; o salão e o solário são os lugares onde essa vida continua. Ao segundo dia, o barco deixa de parecer um desconhecido e passa a funcionar como uma pequena base de mergulho no mar.

O ambiente a bordo

O ambiente é de grupo pequeno e de rotina bem marcada pelo mergulho. A tripulação fala inglês e assume um papel presente: faz os briefings, organiza a operação e, quando o mergulho parte diretamente do iate, pode estar na água para apoiar, procurar pequenas criaturas e ajudar na fotografia e no vídeo. Esse apoio não transforma o mergulho numa visita guiada obrigatória; os mergulhadores continuam a seguir o seu plano e o seu parceiro. À noite, o barco troca a pressa do convés pela conversa, por apresentações de identificação de peixes, filmes, jogos ou simplesmente pelo relato do mergulho que correu melhor. As avaliações distinguem sobretudo a tripulação e a comida, acima da nota do próprio barco. É um sinal claro do que sustenta a semana: pessoas atentas a trabalhar num iate confortável, não um navio novo a tentar compensar uma equipa distante.

Os locais onde se mergulha

A rota registada é a Best of Palau, com partida e regresso a Koror e duração de 8 dias e 7 noites. O destaque publicado são os naufrágios da Segunda Guerra Mundial, procurados por quem quer combinar história e mergulho em águas tropicais. O itinerário é vendido como uma volta pelos melhores pontos de Palau, mas não há uma relação verificada de locais, profundidades ou características individuais que permita descrever cada mergulho sem arriscar trocar nomes ou números. A decisão é simples: esta é uma semana para explorar Palau a partir de um barco, com os naufrágios no centro da expectativa, não uma ficha de locais com profundidades inventadas.

Quem vos põe na água

A tripulação do Palau Aggressor II é composta por sete elementos e fala inglês. Cada mergulho começa com um briefing completo, com a informação necessária sobre o local e a forma de conduzir a imersão. Os grupos são equipas de dois ou três mergulhadores; não há mergulho independente, e um membro da equipa só conta como parceiro quando participa sozinho com um único hóspede. Em certos locais, um profissional pode acompanhar o grupo na água para apoiar, procurar pontos de interesse ou ajudar a manter o grupo reunido, mas não supervisiona cada decisão do mergulho. A segurança tem oxigénio, kits de primeiros socorros, rádio VHF/DSC/SSB, radiobaliza, telefones móveis e satélite, coletes, botes salva-vidas, alarme de incêndio e extintores. Também há sonar, radar e GPS. Cursos avançados, de nitrox e outras especialidades podem decorrer a bordo, com formação paga separadamente.

O convés de mergulho e o equipamento

O convés de mergulho tem plataforma de entrada na água, zona sombreada, bacias de lavagem e duches exteriores. O equipamento de apoio inclui cilindros de 80 pés cúbicos, cheios com ar e com válvula K; adaptadores para DIN existem em quantidade limitada, por isso uma configuração DIN deve ser preparada com antecedência. Há também cilindros de 15 litros disponíveis gratuitamente no Palau Aggressor II, sujeitos à disponibilidade. O nitrox é fornecido a 32% a mergulhadores certificados como serviço opcional; quem fizer a certificação a bordo pode continuar a usar nitrox durante o cruzeiro. O aluguer de equipamento é possível. A configuração sidemount é aceite apenas com um cilindro, e o barco não suporta mergulho com rebreather. Todos os mergulhos são feitos em dupla ou em grupos de três. Scooters subaquáticos não são permitidos. Os botes de apoio fazem parte da operação, mas não é indicado quantos são nem como cada grupo é distribuído.

Entre dois mergulhos

Entre dois mergulhos, o lugar mais útil é o solário sombreado, com espreguiçadeiras e cadeiras para secar ao ar, rever fotografias ou simplesmente deixar passar o intervalo. O salão climatizado oferece uma pausa mais fresca quando o calor de Palau aperta, enquanto o bar e a zona de convívio mantêm a conversa perto do convés. Existe uma área dedicada à fotografia e uma sala de câmaras, além de estações de carregamento; quem fotografa pode tratar cartões e baterias sem transformar a cabine numa bancada de trabalho. Quando o barco navega, o tempo ganha outra função: observar a mudança da luz, descansar e preparar o mergulho seguinte.

Um dia a bordo

O dia começa com um briefing e com a preparação do equipamento no convés. Depois vem a entrada na água, o regresso à plataforma, o duche exterior e uma refeição antes de o corpo voltar a pedir descanso. Entre mergulhos, o grupo espalha-se pelo solário sombreado, pelo salão climatizado e pela área de câmaras; quando há navegação, o barco transforma esse intervalo em tempo de repouso. A ordem repete-se com pequenas variações conforme o local e as condições, sem um horário rígido publicado para acordar ou para cada mergulho. Ao fim do dia, a operação pode continuar com um mergulho noturno, quando previsto, e a noite segue com conversa, identificação de peixes, filmes ou jogos. No dia seguinte, tudo recomeça no convés.

O que se come a bordo

A cozinha alterna pratos de tradição ocidental com cozinha local, servidos em buffet, com refeições completas ao longo do dia. De manhã entram frutas, pratos quentes, cereais e sumos; ao almoço aparecem sopas, saladas, sanduíches e pratos quentes; ao jantar há uma refeição preparada para a noite, com acompanhamentos e sobremesa. Há snacks durante todo o dia, bebidas não alcoólicas e água potável, e o vinho é servido ao jantar. Cerveja também está disponível. Num cruzeiro de mergulho, a mesa não é um intervalo decorativo: é onde se repõem líquidos e energia antes de voltar ao convés. A cozinha recebe uma nota particularmente forte, e isso faz diferença numa semana em que o apetite chega depressa depois de cada entrada na água.

As noites no mar

As noites acontecem em cabines climatizadas, com casa de banho privada, duche, janela tipo vigia, controlo individual da temperatura e espaço extra para guardar os pertences. As Deluxe Stateroom têm uma cama queen em baixo e uma cama individual em cima; a Double Stateroom, situada ao nível do convés de mergulho, tem uma cama de casal em baixo e uma individual em cima. Essa cabine dá acesso rápido à zona de mergulho, mas fica também mais ligada ao movimento operacional do barco. O espaço é de cabine de cruzeiro, não de quarto de hotel: suficiente para dormir e arrumar o essencial, menos indicado para espalhar malas e equipamento por todo o lado. Há televisão nas cabines e entretenimento noturno a bordo, mas depois de vários mergulhos a atração principal costuma ser o beliche, o ar condicionado e uma porta fechada ao som do mar.

Camarote duplo

Camarote de luxo

O que é preciso saber antes de embarcar

O embarque e o desembarque são feitos em Koror, Palau. O embarque está previsto para domingo às 16h00 e a saída do barco no domingo seguinte às 8h00. O transfer do aeroporto é um serviço opcional, não apresentado como incluído. É sensato chegar a Palau na véspera, para não depender de uma ligação aérea que chegue demasiado perto da hora de embarque.

Planta do barco

Comprimento
32,3 m
Boca
9,1 m
Número máximo de passageiros
18
Número de cabines
9
Número de casas de banho
10
Velocidade de cruzeiro
10 nós
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