Centro de mergulho no hotelAmoray Dive Resort
★★
Google 4,4/5 (1406 avaliações)

O centro de mergulho
Amoray Dive Center LLC
PADI
Google 4,9/5 (199 avaliações)
Estados Unidos · Américas
Recifes cobertos de corais, túneis, tartarugas, raias e naufrágios como o USS Spiegel Grove definem as águas de Key Largo.
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Key Largo é uma base costeira para mergulhar a partir de terra, com saídas de barco curtas para recifes e naufrágios dos Upper Keys. O mergulho alterna jardins de coral pouco profundos, passagens naturais e grandes estruturas afundadas. Molasses Reef e Pickles Reef permitem observar peixes tropicais, tartarugas e raias sem exigir perfis profundos; o USS Spiegel Grove e o USCG Duane reservam outra escala para quem tem formação e experiência adequadas.
A paisagem subaquática vai dos baixios de Grecian Rocks, entre um e oito metros, às paredes, arcos e túneis de French Reef. Em Molasses Reef, as formações coralíneas espalham-se por diferentes patamares, enquanto o Christ of the Abyss acrescenta uma imagem muito própria ao mergulho raso. As saídas são sobretudo de barco e combinam frequentemente um recife com um naufrágio no mesmo dia. A corrente costuma ser fraca, embora possa tornar-se moderada ou forte conforme o local e as condições. Nos recifes, a visibilidade situa-se habitualmente entre 12 e 30 metros; no USCG Duane, a profundidade e a corrente elevam claramente a exigência. O USS Spiegel Grove desce até cerca de 40 metros e permite explorar uma estrutura de grandes dimensões, com vários mergulhos para a compreender sem apressar o perfil.
A vida marinha aparece tanto no relevo raso como nas estruturas dos naufrágios. Molasses Reef é procurado por tartarugas-marinhas, raias e tubarões-lixa; entre as formações de coral surgem peixes-anjo, peixes-papagaio, roncadores e garoupas. Moreias, barracudas e lagostas acrescentam encontros de maior porte, enquanto Pickles Reef concentra peixes juvenis e peixes tropicais junto às formações coralíneas e aos antigos barris de cimento. Davis Reef é associado a tartarugas, raias-borboleta e ao santuário subaquático do Buda. Nos naufrágios, a escala do USS Spiegel Grove e do USCG Duane favorece a observação de barracudas e badejos-golias. As fontes dos locais não distinguem espécies por mês; a época mais favorável para mar calmo, de maio a setembro, é também a mais confortável para procurar fauna com mais tempo de fundo.
De maio a setembro, a água está geralmente mais calma, uma vantagem importante para as saídas de barco e para os mergulhos nos locais mais expostos. De janeiro a maio, a precipitação tende a ser menor, o que pode favorecer os dias de actividade fora de água e a organização do programa. Key Largo permite mergulhar durante todo o ano, mas a escolha entre estas janelas depende do que pesa mais: mar mais fácil no verão ou menor probabilidade de chuva no início do ano. Nas férias e nos períodos de maior procura turística, os barcos enchem mais depressa e mantêm horários fixos.
Esta costa está exposta aos arrojamentos de sargaço, cuja intensidade varia muito de ano para ano. Para saber mais, consulte o bloco «Alerta de sargaço» desta página.
A zona serve desde o mergulhador recreativo que procura recifes rasos até ao certificado avançado interessado em naufrágios profundos. Molasses Reef, Pickles Reef, Grecian Rocks e Christ of the Abyss enquadram-se bem numa experiência Open Water, sempre ajustada às condições do dia. French Reef beneficia de maior conforto em passagens, e o USS Spiegel Grove ou o USCG Duane exigem formação avançada, experiência em naufrágios e, no caso do Duane, preparação para profundidade e corrente. O Nitrox é útil para sucessivas saídas de barco.
A partir de Lisboa ou do Porto, Key Largo é alcançada por via aérea até ao sul da Florida, seguindo-se um transfer terrestre pela US-1/Overseas Highway. Não existe travessia marítima obrigatória para chegar à zona, nem é necessário um voo interior para o acesso local. Key Largo não tem aeroporto comercial próprio, por isso o trajecto deve ser pensado como uma combinação de voo e estrada, com margem para a ligação terrestre. Já no destino, os centros de mergulho fazem partidas de barco para os recifes e naufrágios próximos. A maioria dos mergulhadores fica em Key Largo ou nas Keys vizinhas e desloca-se de carro; conforme o alojamento, alguns pontos ficam a curta distância a pé.
Vale a pena reservar desde o início um dia com recife e naufrágio: esta combinação aproxima, no mesmo programa, a escala colorida de Molasses Reef ou Pickles Reef da arquitectura do USS Spiegel Grove ou do USCG Duane. Para os locais mais expostos, a saída da manhã costuma ser a opção mais sensata, antes de a ondulação e o vento complicarem o mar raso da tarde. Quem planeia várias saídas deve manter-se no mesmo sector de Key Largo; a circulação na US-1 pode alongar os trajectos matinais quando o alojamento fica mais afastado. Não convém tratar a zona como destino de mergulho a partir da costa: a experiência depende sobretudo dos barcos e dos seus horários fixos. Em épocas de férias, as vagas podem esgotar-se antes do previsto. Nitrox facilita a sucessão de mergulhos pouco profundos. Em barco aberto, uma protecção para computador e câmara contra o sol é particularmente útil. Sob água, não se toca nem se recolhe vida marinha e respeitam-se as zonas protegidas; nas áreas designadas, o fundo não deve ser ancorado.
Um programa de quatro a sete dias permite alternar recifes rasos, passagens de coral e naufrágios sem comprimir os horários dos barcos. A base é um alojamento em Key Largo, ou nas Keys vizinhas, com deslocações diárias até ao centro e regresso ao mesmo ponto. Entre mergulhos, ficam bem dias de observação de mangal, passeios de barco para não mergulhadores e paragens nos ilhéus e miradouros da estrada das Florida Keys.
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Em cada um, o centro de mergulho fica dentro do hotel: você sai do quarto e vai mergulhar.
Centro de mergulho no hotel★★
Google 4,4/5 (1406 avaliações)

O centro de mergulho
Amoray Dive Center LLC
PADI
Google 4,9/5 (199 avaliações)
O último dia passa-se em seco: não se mergulha nas 18-24 horas antes do voo, o momento ideal para descobrir o destino de outra forma.
Classificações e avaliações recolhidas por Viator e Tripadvisor.
Podes mergulhar em Key Largo durante todo o ano. De maio a setembro, o mar está geralmente mais calmo, o que ajuda nas saídas de barco e nos locais mais expostos. De janeiro a maio, a precipitação tende a ser menor. Nas férias e períodos de maior procura, os barcos enchem mais depressa.
Key Largo serve tanto para mergulhadores Open Water como para certificados avançados. Molasses Reef, Pickles Reef, Grecian Rocks e Christ of the Abyss enquadram-se numa experiência recreativa, ajustada às condições. French Reef beneficia de maior conforto em passagens. O USS Spiegel Grove e o USCG Duane exigem formação avançada e experiência em naufrágios.
Em Key Largo encontras jardins de coral, túneis, arcos, paredes e naufrágios. Molasses Reef e Pickles Reef permitem observar peixes tropicais, tartarugas e raias. Também podem surgir tubarões-lixa, moreias, barracudas, lagostas e garoupas. O USS Spiegel Grove e o USCG Duane atraem barracudas e badejos-golias, enquanto o Christ of the Abyss acrescenta uma estátua ao mergulho raso.
Fica em Key Largo ou nas Keys vizinhas e conta com deslocações diárias até ao centro de mergulho. As saídas são sobretudo de barco, com horários fixos, por isso reserva cedo, especialmente em períodos de maior procura. Um programa de quatro a sete dias permite alternar recifes, passagens de coral e naufrágios sem comprimir os horários.