

Air Dive Alor
★ 4,9/5 (104 avaliações)
Alor · Indonésia · Ásia
Prof. máx. · 18 mDesde a plataforma da Alami, saltas para um vibrante recife composto por areia negra vulcânica e corais, pronto a revelar criaturas singulares de Alor a poucos metros de profundidade.
No Alami House Reef, entras em ação com um pequeno salto da plataforma da Alami, que te coloca diretamente num ambiente de mergulho distintivo. Este recife, uma fusão de areia negra vulcânica, corais moles e manchas de corais duros, molda uma topografia que oferece múltiplos habitats para a vida marinha. A profundidade máxima limitada a 18 metros torna-o acessível e ideal para sessões de mergulho prolongadas, permitindo-te absorver os detalhes sem a pressão da descompressão ou de limites de gás.
A exploração começa a poucos metros de profundidade, ideal para os fotógrafos que apreciam tempo de qualidade com as suas criaturas. Na faixa dos 3 a 5 metros, perto da plataforma, podes encontrar cardumes de peixes mandarim coloridos (Synchiropus splendidus), cardinais e peixes-trombeta, que se movem entre as rochas vulcânicas. Aqui, lagostas, peixes-pedra e camarões-marmorizados mais tímidos (Saron marmoratus) escondem-se, oferecendo vislumbres da vida mais discreta do recife.
À medida que te moves sobre o substrato, descobrirás uma abundância de criaturas. Nudibrânquios de várias espécies, pequenos camarões e caranguejos, juntamente com peixes juvenis, preenchem cada canto do recife. Os cardumes de peixe-diamante e de xaréu deslizam pela coluna de água, juntamente com peixes de tamanho médio como os pargos (Lutjanus gibbus) e imperadores (Plectorhinchus gibbosus), que adicionam dinamismo ao cenário. Este ambiente suporta uma cadeia alimentar ativa, com pequenos tubarões-de-recife-de-pontas-negras juvenis (Carcharhinus melanopterus) a fazer a sua aparição.
Numa pequena mas frequentada estação de limpeza aos 18 metros, observa o ballet das criaturas mais pequenas. Camarões-limpadores (Lysmata amboinensis) trabalham diligentemente, oferecendo os seus serviços a moreias (Muraena aplysia) e peixes-escorpião-folha residentes (Taenianotus triacanthus). É um laboratório natural para observar interações simbióticas e para praticar fotografia macro, dada a previsibilidade da sua localização e a relativa calma da corrente.
A diversidade do fundo marinho, com a sua mistura de rochas vulcânicas e areia, permite a coexistência de espécies que de outra forma poderiam estar separadas. Polvos-dia (Octopus cyanea), polvos-maravilhosos (Wunderpus photogenicus), e até formas juvenis de peixes-pedra e de meros-aranha-das-índias (Inimicus didactylus) podem ser encontrados com atenção. Esta riqueza e acessibilidade do recife caseiro fazem dele um ponto de partida ideal para qualquer mergulhador que queira aprofundar a sua paixão pela vida macro e bentónica.
Este é um mergulho de recife acessível a todos os níveis de mergulhadores, com profundidades que variam de 3 a 18 metros. A visibilidade em Alor é geralmente boa, entre 15 e 40 metros, especialmente fora da estação de monções de inverno. A melhor época para mergulhar aqui é entre março e dezembro, evitando janeiro e fevereiro devido à monção. A corrente no Alami House Reef é suave, tornando-o um local tranquilo para exploração e fotografia submarina, embora seja sempre prudente estar atento às marés e correntes regionais que podem afetar a área do Estreito de Pantar.
2 cruzeiros de mergulho partem de Alor outra forma de descobrir a região, ao longo de vários dias no mar.