Cruzeiros · Maldivas
Emperor Serenity — um liveaboard novo, espaçoso e feito para os grandes encontros das Maldivas
O que torna este barco único
- Construído em 2024, o Emperor Serenity combina linhas contemporâneas com uma organização pensada para mergulhar.
- O dhoni de mergulho separado leva a equipa e o equipamento diretamente aos recifes.
- O nitrox até 32% é gratuito para mergulhadores certificados.
- A rota Best of Maldives dura 8 dias e 7 noites, com partida e regresso a Malé.
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O convite
O Emperor Serenity faz sentido para quem quer uma semana concentrada nos animais grandes das Maldivas, sem trocar o conforto entre mergulhos por um barco apertado. O ponto forte não é apenas ter cabines novas: é separar a vida a bordo da operação de mergulho. O Serenity fica como base para dormir, comer e descansar; o dhoni leva os mergulhadores até aos canais, thilas e estações de limpeza. Nesta rota, a procura passa por mantas, tubarões-cinzentos, tubarões-de-pontas-brancas, raias-águia e tubarões-baleia, com recifes conhecidos como Banana Reef, Maamigili e Fushifaru Thila. É uma escolha especialmente coerente para quem aprecia um barco recente, espaço para circular e uma operação em que a equipa do dhoni ajuda a preparar o equipamento.
Subir a bordo
À chegada, o Serenity apresenta-se como um barco recente, de acabamento claro e contemporâneo, com uma sensação de espaço pouco comum num liveaboard para 26 passageiros. A construção de 2024 sustenta esse caráter: não se embarca num casco antigo adaptado, mas num navio desenhado desde o início para juntar alojamento confortável e mergulho regular. A circulação distribui-se por áreas interiores climatizadas e vários espaços exteriores, com sala, zona de refeições, terraços e convés superior aberto. A tripulação fala inglês, francês e espanhol. A primeira impressão é de ordem e luz; depois, percebe-se que a organização mais importante está fora do barco, no dhoni que acompanha cada saída.
O ambiente a bordo
O ambiente junta 26 passageiros, guias e tripulação numa escala suficientemente grande para haver movimento, mas ainda próxima durante uma semana. A equipa do dhoni ajuda a equipar os mergulhadores e resolve os pequenos problemas que, num dia com várias entradas na água, começam a pesar: cilindro no lugar, equipamento pronto, regresso acompanhado. A receção é informal e direta, com a tripulação presente sem transformar cada gesto num serviço de hotel. Ao jantar, o vinho aproxima a mesa; na maioria das noites, há happy hour dois por um antes da refeição. As avaliações distinguem sobretudo a comida, com 9,7, e confirmam que a boa organização da equipa é uma parte central da experiência.
Os locais onde se mergulha
A rota Best of Maldives parte e regressa a Malé, em 8 dias e 7 noites, cruzando os atóis de Malé Norte e Sul, Ari Norte e Sul, Rasdhoo e Vaavu. Em Barracuda Giri, três pináculos concentram barracudas, atuns e cardumes, até -30 m; Banana Reef acrescenta formações de coral, tubarões-de-pontas-brancas e raias-águia. Na reserva de Mushimasmigili, os tubarões-cinzentos patrulham a zona mais rasa, até -30 m. Dhonkalo é procurado pelas mantas, enquanto Maamigili e Maamigili Beiyru abrem a possibilidade de tubarões-baleia, mantas e raias-águia, ambos até -30 m. Kudarah Thila desce por fendas, saliências e túneis até -30 m. Guraidhoo e Myaru Kandu trazem canais, thilas e tubarões; Myaru Kandu chega a -30 m e pode oferecer tubarões-martelo. Foththeyo Kandu combina grutas, corais amarelos e pelágicos até -40 m. Dhigalhi Haa, Dhonfanu e Dhigu Thila são pináculos até -30 m, moldados pela corrente. Fushifaru Thila, até -35 m, destaca as estações de limpeza onde as mantas podem planar sobre o recife.
O que se encontra debaixo de água
Nesta rota, os encontros recorrentes dão o tom: napoleões, tubarões-cinzentos-de-recife, fusiliers, tartarugas, raias-águia, barracudas, mantas e atuns aparecem em vários locais, enquanto jacks, moreias, peixes-morcego e tubarões-de-pontas-brancas completam a vida dos recifes. A corrente é parte do espetáculo: ao passar pelos canais e thilas, concentra tubarões, trevallies e cardumes. Em Fushifaru Thila, as mantas são procuradas junto às estações de limpeza. O tubarão-baleia pode entrar no plano em Maamigili, Maamigili Beiyru e Dhonfanu, sem promessa de encontro. Para procurar espécies mais específicas, Barracuda Giri guarda garoupas e anthias; Banana Reef tem anémonas; Maamigili pode revelar peixe-porco-espinho e gaterins; Dhigalhi Haa destaca corais moles e gorgónias; Dhigu Thila é o ponto indicado para a tartaruga-de-pente; Fushifaru Thila para a raia-pastenague.
Quem vos põe na água
Até quatro guias de mergulho acompanham a operação, com apoio de uma tripulação do dhoni dedicada aos mergulhadores. Os briefings organizam a entrada na água de acordo com o local e com a experiência do grupo; em corrente, isso vale mais do que seguir um percurso fixo. É necessário ser PADI Open Water ou equivalente para mergulhar com um parceiro, e a profundidade máxima da operação é de 30 metros com parceiro de qualificação equivalente. A rota Best of Maldives pode receber mergulhadores de vários níveis, mas correntes fortes e imprevisíveis podem tornar alguns pontos exigentes. Há cursos PADI Advanced Open Water, Discover Scuba, Adventure Dives e especialidades a bordo. Oxigénio, primeiros socorros e desfibrilhador estão disponíveis no dhoni.
O convés de mergulho e o equipamento
O mergulho acontece a partir de um dhoni separado de 19,8 metros, com espaço de apoio para preparar o equipamento e regressar a bordo sem levar a operação para os conveses de alojamento. Há cilindros de alumínio S80 de 11,1 litros como padrão e C100 de 13,2 litros mediante pedido, adaptadores DIN e nitrox gratuito até 32%, produzido por sistema de membrana. O aluguer de equipamento está disponível e deve ser tratado antes da chegada. Para fotógrafos, há estações de carregamento, mesa de câmaras, ar comprimido e tanques de lavagem. O dhoni dispõe de compressores, oxigénio, primeiros socorros e desfibrilhador automático externo. No regresso, há toalhas de convés e duches de água quente a bordo.
Entre dois mergulhos
Entre mergulhos, o Serenity oferece convés exteriores para escolher entre sombra, sol e uma vista aberta sobre os atóis. Há terraço, espreguiçadeiras e zonas de estar, mas também uma sala interior climatizada para quem prefere baixar a temperatura depois da água. O espaço de fotografia tem estações de carregamento, mesa para câmaras, ar comprimido e tanques de lavagem, por isso o intervalo pode ser usado para descarregar imagens e preparar o equipamento seguinte. Quando o plano permite, há excursões terrestres, snorkeling guiado e material de snorkeling. Numa tarde sem mergulho, o barco também organiza o tempo sem o preencher à força: biblioteca, música, vídeo ou simplesmente o convés.
Um dia a bordo
O dia começa com a preparação do primeiro mergulho no dhoni e um briefing sobre o recife, a corrente e a forma de entrar na água. Depois do regresso, o pequeno-almoço e o descanso ocupam o intervalo antes da saída seguinte. O almoço aparece entre mergulhos, seguido de tempo para lavar equipamento, rever fotografias, dormir uma sesta ou ficar no convés enquanto o barco muda de local. Ao longo da rota, o dhoni repete este trabalho de levar o grupo ao ponto de mergulho, recolhê-lo e deixar o Serenity livre para navegar e servir de base. O jantar fecha o dia com vinho incluído; antes dele, na maioria das noites, há happy hour. O ritmo não depende de um relógio publicado, mas da maré, da corrente, da luz e do próximo recife.
O que se come a bordo
A cozinha combina pratos ocidentais e locais, em formato buffet e com uma proposta de cozinha de bordo cuidada. As refeições acompanham o ciclo do mergulho: pequeno-almoço, almoço e jantar aparecem nos intervalos em que o grupo regressa da água e recupera forças. Há também refeições ao ar livre e barbecue na praia, incluídos no cruzeiro. O vinho servido com o jantar é gratuito; cerveja e outras bebidas estão disponíveis no bar. Isto importa numa rota com vários mergulhos: a mesa não é apenas o lugar onde se come, mas o momento em que se comparam correntes, animais vistos e o próximo ponto do mapa.
As noites no mar
As noites decorrem em cabines climatizadas, todas com casa de banho privada e duche de água quente. Há cabines twin e double no convés inferior, suites twin no convés principal e superior, além de outras opções double e twin nos conveses superiores. As cabines do convés inferior têm vigias; as categorias superiores têm janelas standard. Depois de um dia na água, a diferença está menos no nome da categoria do que em poder fechar a porta, tomar um duche quente e encontrar o equipamento do dia seguinte organizado no dhoni. A sala climatizada, a biblioteca e os espaços exteriores permitem prolongar a noite sem obrigar todos a ficar no mesmo lugar. O Wi-Fi é pago.
Camarote twin, convés inferior
Camarote duplo, convés inferior
Suíte twin, convés principal
Camarote twin, convés superior
Suíte twin, convés superior
Camarote duplo, convés superior
O que é preciso saber antes de embarcar
As viagens Best of Maldives partem de Malé e regressam a Malé. O transfer do aeroporto está incluído. Para reduzir o risco de perder a partida por causa de ligações aéreas, é prudente chegar às Maldivas na véspera do embarque.
Planta do barco
- Ano de construção
- 2024
- Comprimento
- 40 m
- Boca
- 13 m
- Número máximo de passageiros
- 26
- Número de cabines
- 13
- Número de casas de banho
- 13
- Motores
- 1 × 600 cv Daewoo Doosan
- Botes de apoio
- 1 × 19,8 m Dhoni
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