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Cruzeiros · Maldivas

Princess Dhonkamana — uma casa maldiviana feita para mergulhar

O que torna este barco único

  • Cruzeiro Classic Maldives de 8 dias e 7 noites, com partida e regresso a Malé.
  • O barco leva até 18 passageiros em cabines com ar condicionado, casa de banho privada e camas de dossel.
  • O convés de mergulho trabalha com um dhoni, um tender, cilindros de aço INT/DIN e nitrox disponível.
  • A rota procura tubarões, mantas, tubarões-baleia, raias-águia e grandes cardumes nos atóis de Malé, Rasdhoo, Ari e Felidu.
  • Há três conveses solariums, zona de mergulho com sombra, jantar ao ar livre e espaço para não mergulhadores.

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O convite

A Princess Dhonkamana escolhe-se por uma razão simples: põe uma semana de mergulho nos atóis clássicos das Maldivas dentro de uma casa de madeira com espaço para respirar. A rota liga Malé, Rasdhoo, Ari Norte, Ari Sul e Felidu Norte, procurando canais, thilas e recifes onde a corrente concentra vida grande. Debaixo de água, a recompensa pode ser um cardume de barracudas em Barracuda Giri, tubarões-cinzentos numa passagem ou uma manta a planar sobre uma estação de limpeza. À superfície, o barco troca o aspeto de resort impessoal por cabines com camas de dossel, três conveses ao sol e refeições ao ar livre. É uma escolha para quem quer mergulhar muito, mas não aceita passar os intervalos fechado num salão apertado.

Subir a bordo

A chegada tem o carácter de um barco de cruzeiro maldiviano: madeira, linhas simples e espaços abertos voltados para o mar. A Princess Dhonkamana foi construída em madeira de construção maldiviana e mantém uma escala que permite reconhecer rapidamente quem está a bordo. Circula-se entre o salão interior, a zona de refeições coberta e os conveses solariums sem a sensação de estar num hotel com corredores intermináveis. O salão tem bar, biblioteca e entretenimento áudio e vídeo; no exterior, a mesa de jantar fica protegida do sol. O barco foi pensado à volta do mergulho, mas recebe também quem faz snorkeling ou viaja sem entrar com cilindro. A tripulação local e internacional fala várias línguas, e a relação próxima entre tripulação e passageiros nota-se na forma como o dia é organizado.

O ambiente a bordo

O ambiente tende a formar-se depressa porque o barco aproxima as pessoas sem as obrigar a estar sempre juntas. O grupo encontra-se no dhoni, à mesa, no regresso de cada mergulho e novamente no convés ao fim do dia. A tripulação é lembrada pela disponibilidade discreta, pela eficiência e pela atenção prática quando alguma coisa corre menos bem. Guias e pessoal do barco trabalham lado a lado, e a presença de um guia naturalista acrescenta olhos para o que passa despercebido no recife. As línguas de trabalho incluem inglês, francês, espanhol e italiano. As avaliações apontam para uma tripulação particularmente forte, com nota de 9,5, e para comida e mergulho também acima de 9.

Os locais onde se mergulha

A rota Classic Maldives dura 8 dias e 7 noites, começa e termina em Malé e atravessa Rasdhoo, Ari Norte, Ari Sul, Felidu Norte e Malé Sul. Em Barracuda Giri, três pináculos concentram barracudas, fusiliers e atuns, até -30m. Banana Reef combina formações de coral com tubarões-de-pontas-brancas e raias-águia. Em Mushimasmigili Marine Reserve, tubarões-cinzentos patrulham a zona mais rasa, até -30m. Dhonkalo é um ponto de mantas, até -25m, enquanto Maamigili procura tubarões-baleia e mantas, até -30m. Kudarah Thila desce por fendas, saliências e túneis, até -30m. Guraidhoo Marine Reserve e Myaru Kandu Marine Reserve trabalham canais onde a corrente traz tubarões; Myaru Kandu chega a -30m. Foththeyo Kandu oferece grutas e corais amarelos até -40m. Fushifaru Thila Marine Reserve, até -35m, acrescenta estações de limpeza de mantas.

O que se encontra debaixo de água

Nesta rota, o espetáculo repete-se em várias formas: fusiliers e napoleões aparecem em muitos dos locais, acompanhados por tubarões-cinzentos, tartarugas, barracudas, mantas, atuns e raias-águia. Os canais e as correntes são o motivo: trazem peixe e podem aproximar os grandes predadores. Tubarões-de-pontas-brancas, tubarões-baleia, moreias e peixes-morcego surgem em vários pontos, mas não devem ser tratados como encontros garantidos. Há ainda razões muito precisas para certos mergulhos. Barracuda Giri é o local indicado para procurar garoupas e anthias. Banana Reef acrescenta anémonas. Em Dhigalhi Haa Marine Reserve, corais moles e gorgónias distinguem o recife. Maamigili é o ponto da ficha onde aparecem gaterins e peixes-porco-espinho. Fushifaru Thila Marine Reserve pode oferecer uma raia-pastenague. Dhigu Thila é o local associado à tartaruga-de-pente.

Quem vos põe na água

A bordo há guias de mergulho e um guia naturalista, com equipa capaz de trabalhar em inglês, francês, espanhol e italiano. A relação entre tripulação e passageiros é próxima, o que ajuda na logística diária: equipamento, embarque no dhoni, deslocações para terra e regresso depois do mergulho. Os briefings orientam a leitura do local e da corrente, sobretudo nos canais e nas reservas marinhas. A organização de grupos, o número de mergulhos por dia, as qualificações individuais dos guias, as formações e o equipamento de emergência específico não estão descritos. O barco recebe mergulhadores e praticantes de snorkeling; as passagens com corrente e os pontos mais fundos pedem conforto na água e autonomia compatível com o próprio nível.

O convés de mergulho e o equipamento

O convés de mergulho tem sombra, plataforma de entrada na água, tanques de lavagem e adaptadores DIN. Os cilindros são de aço, com ligação dupla INT/DIN, nos volumes de 10, 12, 15 e 18 litros. O enchimento é feito por três compressores Coltri com capacidade de 16 m³/h, e há nitrox disponível. O equipamento de mergulho pode ser alugado como extra. Para câmaras existe uma lavagem separada, e há estações de carregamento. A operação usa um dhoni e um tender de apoio: o mergulhador prepara-se no barco de mergulho, entra na água a partir da plataforma e regressa ao apoio depois da subida. É a configuração certa para trabalhar nos canais e recifes sem transformar o barco principal num local de equipamento espalhado.

Entre dois mergulhos

Entre mergulhos, a Princess Dhonkamana dá prioridade ao espaço exterior. Os três conveses solariums permitem escolher entre sol aberto e sombra, enquanto a varanda e a zona de descanso servem para deixar o fato secar e o corpo baixar de rotação. Há biblioteca, salão climatizado, pesca e excursões terrestres, além de atividades para quem prefere snorkeling ou não mergulha com cilindro. O jantar ao ar livre prolonga o tempo fora da cabine. Internet está disponível mediante pagamento. Não é um barco que precise de encher cada intervalo com animação: há lugares suficientes para ler, conversar, observar as ilhas e simplesmente ficar quieto antes de voltar à água.

Um dia a bordo

O dia começa antes de o calor apertar, com o barco já preparado para o primeiro briefing e o equipamento organizado no convés. Depois vem a entrada no dhoni, a deslocação até ao recife e o mergulho; no regresso há água, comida e tempo para desmontar a experiência antes da seguinte. As refeições intercalam os mergulhos, enquanto o barco navega entre atóis e pontos de corrente. Nos intervalos, alguns ficam à sombra, outros sobem ao solarium, fazem snorkeling, pescam ou seguem para uma excursão em terra. O padrão repete-se com variações de acordo com o local e as condições. Ao fim do dia, o barco abranda, serve petiscos no bar e junta o grupo à mesa. O mar volta a ficar escuro antes de o ciclo recomeçar.

O que se come a bordo

A comida ocupa um lugar sério nesta viagem. A bordo servem-se todos os dias as refeições de pensão completa, com cozinha ocidental, pratos à carta, opções vegetarianas e veganas, cerveja e vinho disponíveis. O jantar pode ser tomado ao ar livre, e há petiscos ao longo do dia para não deixar o mergulhador chegar ao intervalo seguinte apenas com café. Também estão previstos barbecue na praia, cocktails de boas-vindas e um bar. Numa semana com vários mergulhos, a mesa serve para mais do que alimentar: é onde se recupera, se revê o mergulho acabado e se percebe se o corpo ainda está pronto para o próximo.

As noites no mar

As noites passam-se em cabines climatizadas, com casa de banho privada, água quente e fria e camas de dossel. Há cabines Twin/Double, uma cabine Tripla e cabines com vista para o oceano; algumas ficam no convés superior. O espaço é mais generoso do que o de muitos barcos de mergulho, mas continua a ser uma cabine de barco: o beliche, o equipamento e a mala partilham os mesmos metros quadrados. A vantagem está em poder sair para o convés e ver o mar em vez de ficar confinado ao quarto. As cabines são para dormir depois de um dia de água, não para substituir os espaços comuns. São não fumadores e têm limpeza diária.

Camarotes twin/duplos

Camarote triplo

Camarote vista para o oceano

O que é preciso saber antes de embarcar

A Princess Dhonkamana parte de Malé, no aeroporto de Velana, e regressa ao mesmo aeroporto no final do cruzeiro Classic Maldives. O transfer de aeroporto está incluído. Chegar na véspera é uma escolha prudente para não fazer depender o embarque de uma ligação apertada. O ponto e os detalhes operacionais do transfer são comunicados antes da partida.

Planta do barco

Ano de construção
2008
Comprimento
31 m
Boca
10 m
Número máximo de passageiros
18
Número de cabines
10
Número de casas de banho
9
Velocidade de cruzeiro
10 nós
Botes de apoio
1 Dhoni e 1 bote auxiliar de mergulho
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