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Cruzeiros · Indonésia

Situju7 — um phinisi tradicional para mergulhar em Komodo

O que torna este barco único

  • Phinisi indonésio tradicional em madeira de ironwood preta, com interiores em teca perfumada.
  • Cruzeiro de 5 dias e 4 noites no Parque Nacional de Komodo, com 12 mergulhos incluídos e um mergulho noturno.
  • Acolhe até 10 passageiros em cinco cabines com casa de banho privada e ar condicionado.
  • O convés de mergulho tem sombra, plataforma de entrada na água, botes de apoio, adaptadores DIN e tanques de lavagem.

O convite

O Situju7 é para quem quer mergulhar em Komodo sem trocar um barco tradicional por um hotel flutuante anónimo. O casco de madeira, as ilhas áridas, as praias claras e os dragões de Komodo fazem parte da mesma viagem; os mergulhos são apenas uma das formas de entrar neste arquipélago. O grupo pequeno ajuda: com até 10 passageiros, a tripulação torna-se presença diária e não apenas a mão que entrega um cilindro. A avaliação do mergulho é particularmente forte, assim como a da comida e da tripulação; o barco fica um pouco atrás delas. Essa diferença sugere um navio escolhido pelo itinerário, pela vida a bordo e pelo contacto próximo com a equipa, não por procurar o acabamento de um iate novo.

Subir a bordo

Ao chegar ao cais de Labuan Bajo, o embarque faz-se de bote até ao Situju7 fundeado. A primeira impressão é a de um phinisi construído para se ver: madeira de ironwood preta no exterior, teca no interior e linhas tradicionais que não tentam esconder a origem indonésia. Em 2025, o barco foi renovado, mas conserva esse caráter artesanal. A bordo, o diretor de cruzeiro apresenta a estrutura, explica os procedimentos de segurança e acompanha cada passageiro à sua cabine. O salão é luminoso e acolhedor, com cores quentes; no exterior, o convés principal e o convés superior abrem espaço para olhar as ilhas e o mar. Não há a circulação de um grande liveaboard. Em poucos dias, reconhece-se toda a gente.

O ambiente a bordo

O ambiente é de grupo pequeno, com contacto próximo entre passageiros e tripulação local e internacional. O diretor de cruzeiro conduz a chegada e os procedimentos de segurança; depois, a equipa está presente nas transições que fazem um dia de mergulho funcionar: sair para o bote, regressar, comer e preparar a atividade seguinte. Inglês e indonésio são as línguas faladas a bordo. À noite, o barco favorece conversas no salão ou no convés, em vez de entretenimento de resort. A combinação entre poucas pessoas, comida muito bem avaliada e excursões em terra cria uma viagem tão social quanto marítima, sem exigir que todos passem cada hora juntos.

Os locais onde se mergulha

O itinerário registado é um circuito de 5 dias e 4 noites entre Labuan Bajo e Labuan Bajo, no Parque Nacional de Komodo. A saída começa por Kelor, com caminhada, e Manjarite, onde se pode fazer snorkelling ou mergulho; ao fim do dia, Kalong é procurada pelo pôr do sol e pelos morcegos-voadores que atravessam o céu. A rota inclui ainda Padar, para uma caminhada pelos miradouros, Pink Beach, Komodo Island, Taka Makassar e Manta Point. Taka Makassar combina uma língua de areia branca, água rasa e corais; Manta Point é visitado de bote para procurar raias-manta nas correntes. Existem também programas mais curtos de 3 dias e 2 noites em Komodo e uma rota de 7 dias e 6 noites em Raja Ampat. Não há profundidades publicadas para estes locais, nem fichas de pontos de mergulho que permitam descrevê-los com mais precisão.

O que se encontra debaixo de água

Debaixo de água, Komodo oferece jardins de corais moles e duros, peixes coloridos e estrelas-do-mar azuis, vermelhas e roxas. Taka Makassar e Manta Point são os lugares da rota associados às raias-manta; no segundo, elas podem aparecer a circular nas correntes ou pousadas no fundo, acompanhadas por outros peixes de recife. Golfinhos podem acompanhar a navegação à superfície, e baleias são uma possibilidade do percurso, não uma promessa. O snorkelling também pode ser muito produtivo, sobretudo nas zonas rasas de Taka Makassar e Pink Beach. Em terra, Komodo Island é procurada pelo dragão-de-Komodo, enquanto Kalong oferece o espetáculo dos morcegos-voadores ao entardecer. São encontros dependentes do mar, do momento e da sorte.

Quem vos põe na água

A bordo há um guia de mergulho privado e um Diving Master qualificado em apneia com certificação SSI. Os mergulhadores e os primeiros praticantes de snorkelling são acompanhados pela equipa de mergulho, e o diretor de cruzeiro apresenta a estrutura e os procedimentos de segurança no embarque. O equipamento de segurança inclui oxigénio, kits de primeiros socorros, rádio VHF/DSC/SSB, GPS, radar, radiobaliza, coletes, botes salva-vidas, alarmes e extintores. A tripulação tem formação em primeiros socorros. Não estão indicados o número de guias, o rácio de cada grupo, o número mínimo de mergulhos registados, os cursos disponíveis ou um desfibrilhador; a página deve ficar pelo que é conhecido.

O convés de mergulho e o equipamento

O convés de mergulho é sombreado e termina numa plataforma de entrada na água. Há botes de apoio para levar os mergulhadores aos pontos de mergulho e para as excursões, além de tanques de lavagem e adaptadores DIN. Equipamento de mergulho e de snorkelling está disponível em número limitado, e existe equipamento para aluguer. A organização serve tanto mergulhadores experientes como quem está a começar, mas os detalhes publicados não especificam o volume ou o material dos cilindros, o tipo de compressor, a disponibilidade de nitrox, marcas do equipamento, mesa de fotografia ou duches de água quente no regresso. O essencial do convés está resolvido: sombra, plataforma, apoio por bote e lavagem do equipamento. O que não está descrito não deve ser presumido.

Entre dois mergulhos

Entre os mergulhos, o Situju7 oferece dois ritmos. No convés principal e no convés superior pode-se ficar ao sol, estender uma toalha ou simplesmente acompanhar a passagem das ilhas; no salão climatizado, há um espaço mais fresco, televisão ligada por satélite e uma pequena biblioteca onde os passageiros deixam livros para quem vier depois. Os intervalos também servem para snorkelling, stand up paddle ou uma saída de bote para terra. Em Kelor, o programa inclui uma caminhada; em Padar, uma subida de duas a três horas até aos miradouros; em Pink Beach e Taka Makassar, o tempo passa entre praia, água rasa e areia clara. Nem toda a tarde é de mergulho, e isso é parte do itinerário.

Um dia a bordo

Um dia de cruzeiro começa cedo quando o itinerário exige uma longa travessia: num dos programas, a partida de Kalong está prevista para as 05h00, rumo a Taka Makassar e Manta Point. O barco alterna navegação, briefing, entrada na água e regresso ao convés; as refeições e os snacks ocupam os intervalos, sem cortar o dia em horários artificiais. No programa principal estão incluídos 12 mergulhos ao longo de cinco dias e quatro noites, além de um mergulho noturno. Nos dias de terra, o ritmo muda: pode haver uma caminhada em Padar ou uma visita guiada para procurar dragões em Komodo, seguida de praia, snorkelling ou navegação. O barco volta a ser a casa entre cada saída.

O que se come a bordo

A cozinha segue um formato simples e adequado a dias de mergulho: pensão completa, buffet, cozinha local, snacks ao longo do dia e opções vegetarianas e vegan. Há água potável, chá, café e bebidas sem álcool; cerveja e cocktails também estão disponíveis. As refeições entram entre as atividades do itinerário, sem transformar o dia num horário rígido para quem acabou de sair da água. O valor da mesa está precisamente aí: depois de um mergulho, encontra-se comida pronta e pode-se voltar ao convés sem procurar um restaurante em terra. O jantar ao ar livre aproveita o cenário das ilhas, quando o barco está fundeado ou navega entre os pontos do parque.

As noites no mar

As cabines têm uma decoração tradicional e cuidada, com madeira, cobre trabalhado e tecidos de cama preparados para as noites no mar. A Bali Grand Suite é a mais ampla e tem janelas e um terraço privado onde é possível fazer uma refeição. A Flores Junior Suite fica na proa do convés inferior; Sumba e Sumbawa são cabines twin no mesmo nível; a Lombok, no convés principal, tem beliches separados. Todas têm casa de banho privada, água quente, ar condicionado regulável, gel de banho e champô. O espaço varia bastante entre categorias, por isso a escolha da cabine importa mais do que num barco em que todos os quartos são iguais. À noite, o salão climatizado e a biblioteca oferecem abrigo; quem prefere o ar livre sobe ao convés para ouvir apenas o barco e a água.

Bali, Suíte grande

Flores, Suíte júnior

Sumba, Camarote de luxo

Sumbawa, Camarote de luxo

Lombok, Camarote twin

O que é preciso saber antes de embarcar

O embarque e o desembarque fazem-se em Labuan Bajo. A transferência do aeroporto e a transferência do hotel estão incluídas, e a equipa recebe os passageiros no cais antes de os levar de bote até ao Situju7 fundeado. Os voos de e para Labuan Bajo não estão incluídos. Como o barco parte no horário previsto, é aconselhável chegar à região um dia antes do cruzeiro.

Planta do barco

Ano de construção
2016
Ano de renovação
2025
Comprimento
32,7 m
Número máximo de passageiros
10
Número de cabines
5
Número de casas de banho
5
Motores
Mitsubishi 6c turbo 250 cv
Velocidade de cruzeiro
5 - 6 nós
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