
Dive Tribe
Google 4,5/5 (152 avaliações)
a 2,5 km em linha reta
Sao Vicente · Cabo Verde · Atlântico
Prof. máx. · 35 mNinho D'Guincho oferece um sistema de grutas vulcânicas interligadas, onde podes encontrar raias-águia a abrigar-se das correntes fortes.
O Ninho D'Guincho, por vezes referido como Ninho de Guincho, distingue-se de outros mergulhos em São Vicente pela sua geografia única. Não é uma parede ou um recife comum, mas sim um complexo sistema de grutas e câmaras interligadas, esculpidas na rocha vulcânica. Desde os primeiros metros, percebes a diferença: as formações rochosas abrem-se em passagens e galerias que te convidam a explorar a sua extensão.
A descida revela um perfil de mergulho que varia significativamente. As câmaras mais rasas, que podes encontrar logo aos 12 metros, oferecem abrigos mais calmos e oportunidades para observar a vida marinha mais de perto. À medida que te aprofundas, as grutas estendem-se para além dos 30 metros, levando-te a um labirinto onde a luz exterior se torna mais ténue, criando uma atmosfera verdadeiramente cavernosa.
A corrente é uma característica definidora do Ninho D'Guincho. Este é um troço da costa exposto e as correntes podem ser fortes, tornando a experiência um desafio para quem não está habituado. No entanto, é precisamente esta dinâmica que atrai a fauna, em particular as raias-águia, que procuram refúgio nas grutas quando o fluxo de água é mais intenso. Se souberes procurar, encontrá-las-ás a descansar, protegidas da força da corrente.
Mesmo com as correntes, o sítio oferece múltiplas rotas. Alguns percursos são mais expostos e exigem maior atenção, enquanto outros te permitem uma exploração mais abrigada das formações. Esta variabilidade significa que podes adaptar o mergulho às condições do dia e à tua experiência, sempre com a consciência de que as correntes podem mudar e exigir uma boa navegação e controlo da flutuabilidade.
Além das impressionantes formações vulcânicas e da presença das raias-águia, o Ninho D'Guincho alberga uma variedade de vida marinha. É comum avistar tartarugas-verdes, barracudas-de-cauda-amarela e peixes-trombeta, que se movem pelas aberturas e reentrâncias. Peixes-papagaio, garoupas e peixes-balão também são habitantes frequentes destas águas, utilizando as grutas como casa e esconderijo.
A exploração das grutas e passagens é o ponto alto deste mergulho. Vais encontrar salientes e pequenas fendas que se abrem para áreas menos exploradas. Cada viragem pode revelar uma nova formação ou uma espécie marinha em repouso, tornando cada passagem única e imprevisível, um verdadeiro convite à descoberta de um mundo subaquático complexo e vibrante.
O Ninho D'Guincho é um mergulho que varia entre os 12 e os 35 metros de profundidade, sendo classificado como avançado; a experiência em grutas ou em mergulhos à deriva é preferível devido à complexidade da topografia e à corrente. Podes esperar visibilidade até 25 metros. A corrente é um fator constante, podendo ser forte, embora algumas rotas no sítio ofereçam condições mais calmas. A melhor época para mergulhar aqui é entre abril e junho, quando as condições são geralmente mais favoráveis.
A melhor época para mergulhar no Ninho D’Guincho é entre abril e junho, quando as condições são geralmente mais favoráveis. Nesse período, podes explorar o sistema de grutas vulcânicas interligadas, as suas passagens e câmaras, adaptando o percurso às condições do dia.
O Ninho D’Guincho é classificado como avançado. A profundidade varia entre os 12 e os 35 metros, com câmaras mais rasas logo aos 12 metros e grutas que se estendem para além dos 30 metros. Experiência em grutas ou mergulhos à deriva é preferível.
A corrente no Ninho D’Guincho é um fator constante e pode ser forte, sobretudo por ser um troço da costa exposto. Algumas rotas oferecem condições mais calmas, mas deves manter atenção, boa navegação e controlo da flutuabilidade, porque as correntes podem mudar durante a exploração das passagens e câmaras.
No Ninho D’Guincho, podes observar raias águia abrigadas nas grutas, tartarugas verdes, barracudas de cauda amarela, peixes trombeta, peixes papagaio, garoupas e peixes balão. As formações vulcânicas criam passagens, salientes e fendas, enquanto as câmaras oferecem abrigo e tornam cada exploração diferente. A visibilidade pode chegar aos 25 metros.