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Cruzeiros · Maldivas

Princess Maani — um dhoni novo pensado para mergulhar

O que torna este barco único

  • Construído em 2024, o Princess Maani leva até 28 passageiros em 14 cabines.
  • O nitrox está disponível sem custo adicional e o convés de mergulho tem sombra, plataforma e adaptadores DIN.
  • Cinco guias de mergulho acompanham as saídas, com comunicação em inglês e italiano.
  • As rotas ligam Malé a Malé e incluem programas de 8, 11 ou 12 dias, com destaque para mantas, tubarões e tubarões-baleia.

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O convite

O Princess Maani é para quem quer passar a semana a mergulhar em vez de fazer do barco apenas um lugar para dormir. É um dhoni construído em 2024, com espaços desenhados de raiz para uma operação de mergulho e uma equipa de cinco guias. As rotas atravessam canais, thilas e reservas marinhas dos atóis de Malé e Ari, com mantas, tubarões de recife, cardumes e, em alguns locais, tubarões-baleia. Fora de água, há duas jacuzzis, refeições ao ar livre, kayaks e uma prancha de stand up paddle. Os não mergulhadores também são bem-vindos. A escolha faz sentido para um casal ou grupo que quer conforto recente sem perder o centro da viagem: entrar na água várias vezes por dia e voltar ao mesmo barco depois de cada mergulho.

Subir a bordo

A chegada ao Princess Maani não traz a sensação de embarcar num barco adaptado à pressa. Tudo foi pensado para uma semana de safari: áreas próprias para mergulho, circulação simples entre cabines e espaços comuns, salão interior com ar condicionado e conveses exteriores onde se pode estar entre saídas. O barco é novo, e isso nota-se menos como ostentação do que como ausência de improviso. Há uma dhoni dedicada aos mergulhadores e um bote para distâncias curtas, deixando o barco principal livre para a vida a bordo. A velocidade de cruzeiro é de 12 nós, suficiente para ligar diferentes zonas dos atóis sem transformar a navegação no assunto principal. O ponto forte é a combinação de um barco recente com uma operação construída à volta do mergulho.

O ambiente a bordo

O ambiente junta a escala de um safari com uma operação suficientemente organizada para não deixar cada mergulhador resolver tudo sozinho. Há 17 tripulantes e cinco guias, uma presença grande o bastante para repartir tarefas sem transformar o convés numa fila de espera. A tripulação fala inglês e italiano. Os passageiros encontram-se nas refeições, nas jacuzzis e nos intervalos em que o equipamento seca, enquanto os guias mantêm o foco no próximo mergulho. À noite, o barco pode ser silencioso ou social conforme o grupo, sem obrigar ninguém a participar. As avaliações dão 9,3 ao barco, à comida e ao mergulho, e 8,3 à tripulação: o conjunto é muito forte, mas a operação vale mais pela organização prática e pelo conforto recente do que por uma promessa de serviço perfeito.

Os locais onde se mergulha

As rotas partem e regressam a Malé. Northern Highlights dura 12 dias e 11 noites; Best of Central Atolls aparece em versões de 8 dias e 7 noites, ou de 11 dias e 10 noites; Manta Madness dura 8 dias e 7 noites. Entre os locais estão Barracuda Giri, com três pináculos e barracudas, até -30 m; Banana Reef, um recife de formações coralinas; e Mushimasmigili Marine Reserve, onde tubarões-cinzentos patrulham a zona mais rasa, até -30 m. Dhonkalo é um ponto de mantas; Maamigili procura tubarões-baleia e mantas, até -30 m; Kudarah Thila tem fendas, saliências e túneis, até -30 m. Maamigili Beiyru combina raias-águia e tubarões-baleia, até -30 m. Guraidhoo, Myaru Kandu, Dhigalhi Haa, Dhonfanu e Dhigu Thila trabalham canais, correntes e pináculos. Foththeyo Kandu chega a -40 m, Fushifaru Thila a -35 m e oferece estações de limpeza para mantas.

O que se encontra debaixo de água

Nesta rota, o encontro recorrente é com napoleões, tubarões-cinzentos de recife e fusiliers, registados em nove locais. Tartarugas aparecem em oito, enquanto barracudas, mantas, atuns e raias-águia acompanham boa parte do percurso. A corrente é parte do espetáculo: em Mushimasmigili pode trazer tubarões-cinzentos para águas mais rasas, em Dhonkalo concentra mantas, e em Fushifaru as estações de limpeza são o motivo para ficar parado a observar. Tubarões-baleia foram registados em Maamigili, Maamigili Beiyru e Dhonfanu, não como promessa de cada mergulho. Para procurar encontros mais específicos, Barracuda Giri é o local do mero e dos anthias; Banana Reef abriga anémonas; Maamigili regista gaterins e peixe-porco-espinho; Dhigalhi Haa destaca coral mole e gorgónias; Fushifaru, raias-pastenague; e Dhigu Thila, tartarugas-de-pente.

Quem vos põe na água

Cinco guias acompanham a operação de mergulho e a equipa a bordo comunica em inglês e italiano. Também decorrem cursos de mergulho, além da possibilidade de aluguer de equipamento. Os grupos são organizados pelos guias para as saídas feitas a partir da plataforma ou da dhoni, mas não está indicado um rácio fixo por grupo. Também não estão especificadas as qualificações individuais, o número mínimo de mergulhos exigido, o formato dos briefings ou o equipamento de emergência disponível. O nível pedido deve, por isso, ser confirmado antes da reserva se a experiência do grupo ou a necessidade de formação forem decisivas. Para um mergulhador autónomo, o ponto claro é a presença de cinco guias numa operação dedicada ao mergulho, com apoio de embarcações próprias.

O convés de mergulho e o equipamento

O Princess Maani tem um convés de mergulho com sombra, plataforma de entrada na água, adaptadores DIN, estação de enxaguamento para equipamento e uma zona separada para câmaras subaquáticas. O nitrox está disponível sem custo adicional. O barco dispõe de aluguer de equipamento, estações de carregamento e uma dhoni de mergulho; um bote de 5 metros apoia as deslocações curtas. A saída e o regresso fazem-se pela plataforma ou pelas embarcações de apoio, conforme o local e a operação do dia. Há duche de água quente a bordo, útil depois de regressar molhado e salgado. Não estão indicados o volume nem o material dos cilindros, o tipo de compressor, as marcas do equipamento alugado ou uma mesa de fotografia.

Entre dois mergulhos

Entre dois mergulhos, o espaço mais útil é o convés sombreado de mergulho, onde se pode deixar o equipamento e esperar sem ficar exposto ao sol. Quem prefere afastar-se da operação encontra o salão climatizado, o convés de observação, as duas jacuzzis e as áreas exteriores com espreguiçadeiras e pufes. Kayaks e stand up paddle permitem entrar na água sem montar um cilindro. Numa tarde sem mergulho, a escolha é simples: ficar no convés durante a navegação, descansar no interior ou sair para uma atividade ligeira. O barco também recebe não mergulhadores, por isso o dia não depende de toda a gente querer fazer exatamente o mesmo.

Um dia a bordo

O dia começa com o barco já orientado para o primeiro ponto e um briefing antes de entrar na água. Depois do mergulho, o convés sombreado recebe cilindros, equipamento molhado e mergulhadores que precisam de alguns minutos antes de voltar a vestir-se. As refeições encaixam-se entre as saídas, com água, chá e café sempre disponíveis, enquanto a dhoni trata do transporte quando o local o exige. Entre mergulhos há tempo para descansar, usar a jacuzzi, remar de kayak ou simplesmente acompanhar a navegação no convés. A sequência repete-se com variações de corrente, distância e local. O número exato de mergulhos e os horários do dia não estão definidos; o barco não deve ser vendido com um relógio inventado.

O que se come a bordo

A cozinha combina pratos ocidentais e sabores locais, servidos em buffet e também em refeições ao ar livre. Dois cozinheiros, incluindo um chef europeu, preparam a pensão completa, com opções vegetarianas, vegan e sem glúten. As refeições entram no ritmo dos mergulhos: algo para comer antes ou depois da primeira saída, uma refeição principal entre mergulhos e jantar quando o grupo já regressou ao barco. Há cerveja, vinhos, bebidas espirituosas e cocktails, além de chá, café e água potável. O jantar pode sair do salão e ir para o convés ou para a praia, onde o barbecue muda a rotina sem fingir que se deixou de estar num cruzeiro de mergulho. A mesa serve para recuperar, não para prolongar uma cerimónia.

As noites no mar

As noites acontecem em cabines com casa de banho privativa, duche de água quente, ar condicionado e janela. As categorias Superior, Deluxe I e Deluxe II distribuem-se por três níveis; as Superior ficam no nível inferior e incluem opções duplas, twin ou individuais. Há também cabines familiares, incluindo uma com possibilidade de terceira cama. Nas cabines do nível superior, a janela é uma grande baía envidraçada, uma diferença real quando se quer acordar com luz e mar em vez de um espaço fechado. O ambiente é de alojamento recente e funcional, com arrumação, cofre e limpeza diária. Depois de um dia de mergulho, o essencial está no sítio certo: banho quente, roupa seca e uma cama onde não é preciso ouvir uma televisão para preencher a noite.

Camarotes superiores

Camarotes de luxo I

Camarotes de luxo II

O que é preciso saber antes de embarcar

As rotas começam e terminam em Malé. A transferência entre o aeroporto e o barco está incluída. Como o embarque depende da operação da rota, chegar na véspera é a opção mais segura para evitar que um atraso de voo comprometa a partida.

Planta do barco

Ano de construção
2024
Comprimento
42 m
Número máximo de passageiros
28
Número de cabines
14
Número de casas de banho
15
Motores
CUMMINGS - 1,000 cv
Velocidade de cruzeiro
12 nós
Botes de apoio
bote de 5 m e dhoni de 14 m
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