Cruzeiros · Maldivas
Scubaspa Yin — um resort flutuante feito para mergulhar
O que torna este barco único
- O Scubaspa Yin junta mergulho, spa, yoga e praia numa mesma semana, com espaço pensado também para quem não mergulha.
- Cada saída de mergulho acontece a partir de um dhoni separado, deixando o iate principal mais calmo entre as imersões.
- As rotas centrais procuram mantas, tubarões-baleia, tubarões de recife, tartarugas e grandes cardumes nos atóis de Malé e Ari.
- A bordo há um spa com terapeutas a tempo inteiro, jacuzzi, restaurante, bar, vários conveses exteriores e suites com vista para o mar.
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O convite
Escolhe-se o Scubaspa Yin quando a viagem precisa de ser mais do que uma sequência de mergulhos. O barco foi criado para juntar dias intensos debaixo de água a massagens, yoga, ilhas desertas, kayaks e refeições demoradas ao ar livre. Isso muda a escolha do grupo: um casal pode mergulhar junto sem obrigar ambos a passar o dia no convés de equipamento, e quem não mergulha tem uma rotina própria. Para o mergulhador, o argumento decisivo está atrás do iate: um dhoni dedicado leva compressor, equipamento e preparação para a água, enquanto o Yin conserva o espaço de um resort. As rotas centrais visitam recifes, canais, pináculos e mergulhos noturnos nos atóis de Malé, Ari e Vaavu. É uma semana para quem quer procurar grandes animais sem abdicar de uma cabine confortável, de um tratamento no spa ou de uma tarde numa língua de areia.
Subir a bordo
A chegada ao Yin não é a de um barco de mergulho apertado onde tudo acontece no mesmo convés. O iate organiza a vida em quatro conveses espaçosos, com restaurante, bar, jacuzzi, spa, zonas de descanso e um convés de observação. A preparação para mergulhar fica no dhoni separado; no barco principal sobram lugares para comer, ler, apanhar sol ou simplesmente ficar longe do ruído do compressor. O conceito nasceu com o lançamento do Yin em 2013: um liveaboard com spa, pensado desde o início para misturar mergulhadores e acompanhantes. As cabines ficam no convés principal, têm ar condicionado, casa de banho privada e janela panorâmica. A sensação à chegada é a de entrar num pequeno resort que se desloca entre atóis, não numa embarcação onde cada metro foi tomado por cilindros.
O ambiente a bordo
O ambiente nasce de uma tripulação numerosa para o tamanho do grupo, com profissionais locais e internacionais, terapeutas de spa, instrutores de yoga, cozinheiros e equipa dedicada ao mergulho. O cuidado aparece nas pequenas coisas de uma semana longa: os transferes são coordenados desde o aeroporto, o equipamento pode permanecer no dhoni e a rotina de cada passageiro é rapidamente reconhecida. A língua de trabalho é o inglês. A bordo, o grupo tende a misturar mergulhadores que procuram o máximo de imersões com acompanhantes ocupados no spa, na praia ou nos desportos aquáticos. À noite, o bar e o restaurante juntam pessoas que passaram o dia em grupos diferentes. O resultado é mais social do que num barco compacto, mas sem obrigar todos a fazer a mesma coisa.
Os locais onde se mergulha
As rotas centrais passam por recifes e canais dos atóis de Malé e Ari, em cruzeiros de 8 dias e 7 noites. Em Barracuda Giri, três pináculos procuram barracudas e cardumes de fusiliers, até -30 m; Banana Reef combina formações de coral com tubarões de recife e raias-águia. Mushimasmigili Marine Reserve leva aos tubarões-cinzentos nas águas rasas de um recife isolado, até -30 m, enquanto Dhonkalo é procurado pelas mantas, até -25 m. Maamigili e Maamigili Beiyru são paragens para tubarões-baleia, mantas e raias-águia, ambos até -30 m. Kudarah Thila, até -30 m, concentra vida nas fendas, túneis e correntes do pináculo. Guraidhoo e Myaru Kandu são canais para tubarões; em Myaru Kandu podem surgir martelos, até -30 m. Foththeyo Kandu chega a -40 m e junta grutas, corais amarelos e pelágicos. Dhigalhi Haa, Dhonfanu e Dhigu Thila exploram pináculos até -30 m. Fushifaru Thila, até -35 m, é procurado pelas mantas nas estações de limpeza. As partidas registadas ligam Malé, Dharavandhoo e Hanimaadhoo; há também Best of Maldives entre Malé e Malé e rotas Classic North e Far Far North.

Barracuda Giri →
Prof. máx. · 30 m

Banana Reef →

Mushimasmigili Marine Reserve →
Prof. máx. · 30 m

Dhonkalo →
Prof. máx. · 25 m

Maamigili →
Prof. máx. · 30 m

Maamigili Beiyru →
Prof. máx. · 30 m

Kudarah Thila →
Prof. máx. · 25 m

Foththeyo Kandu →
Prof. máx. · 40 m

Dhonfanu →
Prof. máx. · 30 m

Dhigu Thila →
Prof. máx. · 30 m
O que se encontra debaixo de água
Nesta rota, os encontros mais repetidos são com napoleões, tubarões-cinzentos de recife, tartarugas, barracudas, mantas, atuns, fusiliers e raias-águia. Os canais e as correntes explicam parte do espetáculo: atraem tubarões e cardumes, enquanto as estações de limpeza juntam mantas ao recife. Tubarões de pontas brancas, outros tubarões de recife, tubarões-baleia, tartarugas-verdes, jacks, carangídeos de olhos grandes, moreias e peixes-bat aparecem em vários pontos da rota, mas não em todos os mergulhos. Alguns animais dão uma razão muito precisa para uma paragem. Barracuda Giri concentra garoupas e anthias; Banana Reef tem uma anémona; Dhigalhi Haa destaca-se pelo coral mole e pelas gorgónias; Maamigili pode revelar gaterins e peixe-porco-espinho; Fushifaru Thila é o local indicado para procurar raias-pastenague; Dhigu Thila é o ponto onde foi registada a tartaruga-de-pente. Maamigili e Maamigili Beiyru são os locais da rota associados aos tubarões-baleia, enquanto Dhonkalo privilegia as mantas.
Quem vos põe na água
O Yin opera como um resort de mergulho PADI 5 estrelas autorizado e recebe desde iniciantes a mergulhadores experientes, sem número mínimo de mergulhos exigido nas rotas centrais. A equipa de instrutores e guias conduz os mergulhos e adapta a formação ao nível de cada pessoa; estão disponíveis cursos desde experiências de iniciação até certificações PADI avançadas. A língua indicada para a tripulação é o inglês, e os instrutores são apresentados como multilingues. Antes de cada saída há briefing sobre o local, a corrente e a forma de entrar na água a partir do dhoni. O material de segurança inclui oxigénio, primeiros socorros, telefones móveis e por satélite, alarmes, extintores e tripulação formada em primeiros socorros. Não é indicado um rácio fixo por grupo, nem a presença de desfibrilhador.
O convés de mergulho e o equipamento
O mergulho acontece num dhoni dedicado, com motor CAT C7, plataforma de entrada e saída, vários pontos de acesso à água, bancos, solário e casa de banho. É nele que ficam o equipamento de mergulho, os compressores e a preparação das saídas, deixando o Yin livre de cilindros espalhados pelos conveses. Há área de mergulho com sombra, tanques de lavagem, adaptadores DIN e espaço separado para lavar câmaras. O nitrox está disponível e o dhoni tem uma membrana própria para o seu enchimento; o nitrox é pago à parte. Há equipamento de aluguer, também pago à parte, mas não são indicados neste barco os volumes dos cilindros, o material de aluguer ou uma mesa fotográfica dedicada. O oxigénio, os kits de primeiros socorros, os coletes e os meios de comunicação fazem parte do equipamento de segurança.
Entre dois mergulhos
Entre mergulhos, o Yin oferece uma escolha real de ritmos. Pode-se ficar à sombra num dos espaços exteriores, procurar o sol no convés, entrar no jacuzzi ou marcar uma massagem no spa. O programa inclui kayaks, stand up paddle, snorkeling, visitas a ilhas locais, bancos de areia e praias pouco frequentadas. Em algumas tardes, a embarcação dá lugar à praia; noutras, a melhor pausa é permanecer a bordo enquanto o grupo de mergulho se prepara no dhoni. Yoga de manhã e, em ocasiões específicas, ao pôr do sol, dá uma estrutura tranquila ao dia. O barco também tem zona própria para câmaras e lavagem separada, útil para quem prefere cuidar do equipamento fotográfico longe do movimento geral.
Um dia a bordo
Num dia típico, o yoga começa às 06:00 e o primeiro mergulho segue às 06:30, antes do pequeno-almoço das 08:00. O segundo mergulho acontece às 10:30; depois há snorkeling, desportos aquáticos ou uma visita a uma ilha antes do buffet das 13:00. O terceiro mergulho chega a meio da tarde, às 14:30 ou 15:30 conforme o dia, deixando espaço para uma praia, um banco de areia, o spa ou simplesmente descanso. Ao fim da tarde, o grupo pode sair para um Sunset Beach Bar ou para yoga numa ilha. Há dias dedicados à procura de tubarões-baleia, com saídas de snorkeling e mergulho de manhã e à tarde. O mergulho noturno aparece no programa de quinta-feira, seguido de night snorkeling. Na sexta-feira, o último mergulho acontece às 10:30; depois ficam praia, snorkeling e uma visita a uma ilha local.
O que se come a bordo
A cozinha alterna buffet, pratos locais e jantares temáticos, com opções vegetarianas e vegan. O pequeno-almoço entra depois do primeiro mergulho; o almoço aparece no intervalo central da manhã e o jantar fecha o dia no restaurante Al Fresco, com possibilidade de comer ao ar livre. A semana pode trazer um Sunday Roast, cozinha mexicana, grega e italiana, além de barbecue na praia. A equipa de cozinha, liderada pelo chef Abdullah, trabalha para um grupo que regressa várias vezes da água com fome e pouco tempo para esperar. Por isso, a mesa tem uma função prática: alimenta entre mergulhos sem transformar cada refeição numa operação demorada. Há buffet, cerveja, vinhos e cocktails; as bebidas alcoólicas e não alcoólicas são pagas à parte.
As noites no mar
As noites têm mais espaço do que a média de um liveaboard de mergulho. Depois do jantar, há bar, jacuzzi, zonas exteriores e um convés de spa onde podem acontecer sessões de cinema ao ar livre; noutras noites, o programa desloca-se para uma praia ou para um banco de areia. As quatro categorias principais — Sea Star, Cowrie, Dolphin e Manta — permitem escolher entre cabines e suites, com as Manta Suites no topo da oferta de alojamento. A janela panorâmica ajuda a manter o mar presente mesmo quando se fecha a porta. O spa funciona também à noite para informação e marcação de tratamentos. Para quem passa a maior parte do dia debaixo de água, o ganho não é ter mais uma sala bonita: é poder terminar a noite sem ficar confinado à cabine ou ao mesmo banco do convés de mergulho.
Camarotes individuais/duplos Sea Star
duplo/triplo Sea Star
Suíte Cowrie
Suítes Dolphin
Suítes Manta
O que é preciso saber antes de embarcar
As rotas registadas partem e regressam a Malé, Dharavandhoo ou Hanimaadhoo, conforme o itinerário. O transfer do aeroporto está incluído: no programa típico, o encontro acontece no aeroporto e os passageiros são conduzidos ao navio em transferes faseados. Nas rotas Far Far North, a ligação entre atóis pode exigir voo doméstico. Vale a pena chegar a Malé na véspera, sobretudo quando a viagem depende de um voo internacional longo ou de uma ligação doméstica.
Planta do barco
O que o barco faz pelo oceano
O Yin trata as águas residuais numa estação de tratamento a bordo e reduz o uso de plástico com uma estação de produção de água mineral, eliminando garrafas descartáveis. As palhinhas de plástico foram substituídas por alternativas reutilizáveis de vidro e alumínio. A rotina inclui limpezas regulares de praias, e os passageiros podem participar na especialidade Dive Against Debris do Project AWARE. O barco apoia ainda iniciativas da Parley e trabalha com o Maldives Whale Shark Research Program em ações de conservação ligadas às comunidades locais. Há também formação de sensibilização ambiental para estudantes do Jamaluddin School.
- Ano de construção
- 2013
- Comprimento
- 50 m
- Boca
- 11 m
- Número máximo de passageiros
- 26
- Número de cabines
- 17
- Número de casas de banho
- 24
- Motores
- 2 × CAT C9 Acert 503 cv
- Velocidade de cruzeiro
- 8 nós
- Botes de apoio
- dhoni de mergulho com motor CAT C7 de 275 cv
- Site
- scubaspa.com ↗
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