Cruzeiros · Ilhas Salomão
Emperor Bilikiki — um veterano confortável das Ilhas Salomão
O que torna este barco único
- O Emperor Bilikiki foi construído em 1966 e renovado em 2013.
- A rota Best of Solomon Islands parte e regressa a Honiara e visita as três principais ilhas.
- O convés de mergulho tem uma plataforma, espaço com sombra, dois botes de apoio e adaptadores DIN.
- Nitrox, transferências de aeroporto, taxas portuárias, combustível e acesso aos parques estão incluídos.
O convite
O Emperor Bilikiki escolhe-se pela rota e pela forma de a fazer: três ilhas principais das Salomão, muitos locais diferentes e a possibilidade de encontrar naufrágios da Segunda Guerra Mundial pelo caminho. Não é um barco novo a tentar parecer especial. É um veterano de cruzeiros de mergulho, renovado em 2013, com espaço suficiente para que a semana não se transforme numa fila permanente junto ao equipamento. A bordo, o mergulho vem primeiro, mas há conforto para sustentar vários dias no mar: cabines com casa de banho privada, refeições completas, áreas exteriores e dois botes que levam os grupos aos locais. A escolha faz sentido para quem quer explorar uma região pouco acessível sem trocar o barco de mergulho por um hotel flutuante.
Subir a bordo
Ao chegar ao cais, o Bilikiki apresenta-se como um barco de cruzeiro de mergulho com história, não como uma unidade acabada de sair do estaleiro. A idade faz parte do seu caráter; a renovação de 2013 mantém o barco preparado para a vida no mar sem apagar essa identidade. O interior é descrito como amplo e confortável, e a circulação não fica limitada à cabine: há salão interior, terraço e convés de observação. O convés inferior concentra as cabines, enquanto os espaços de convívio ficam acima, onde o movimento do barco se sente de outra forma. Com lotação máxima de 20 passageiros, é possível reconhecer rapidamente quem está a bordo e quem trata de cada tarefa. A nota do barco, 8,5, confirma uma experiência sólida, embora não prometa o acabamento de um liveaboard novo.
O ambiente a bordo
O ambiente parece ser construído mais pela forma de trabalhar da tripulação do que por cerimónia. Os passageiros encontram uma equipa local e internacional que fala inglês, e o rácio próximo de um tripulante por passageiro permite ajuda prática sem grande formalidade. Nos momentos de entrada na água, a tripulação dos botes ajuda a montar o equipamento e trata cada pedido como parte normal do trabalho. A bordo, os gestos são diretos: receber, orientar, carregar, organizar e fazer com que o dia avance sem fricção. A nota da tripulação, 8,0, fica abaixo da comida e do mergulho, mas continua a apontar para uma experiência bem gerida. É um barco onde a competência se nota sobretudo quando há equipamento molhado, corrente e vários grupos a preparar-se ao mesmo tempo.
Os locais onde se mergulha
A rota Best of Solomon Islands parte de Honiara e regressa a Honiara, com programas registados de 8, 11, 12 ou 13 dias, correspondentes a 7, 10, 11 ou 12 noites. O cruzeiro percorre as três principais ilhas do arquipélago e aposta na variedade: recifes, locais de natureza diferente e famosos naufrágios da Segunda Guerra Mundial. É essa amplitude, mais do que um único local-estrela, que define a viagem. Os detalhes decisivos de cada mergulho — nome, profundidade, corrente e vida marinha — não estão especificados aqui, pelo que não faz sentido atribuir números ou prometer encontros a locais concretos. Para quem procura uma rota com muitos tipos de mergulho e não quer repetir a mesma paisagem durante uma semana, essa diversidade é o argumento central.
Quem vos põe na água
A tripulação fala inglês e inclui pessoal local e internacional. O apoio mais visível acontece no bote, onde a equipa ajuda na montagem do equipamento e acompanha a entrada e a saída da água. O barco dispõe de oxigénio, kits de primeiros socorros e pessoal formado em primeiros socorros; há também rádio VHF/DSC/SSB, radar, sonar e GPS para apoiar a navegação e a segurança. O programa pode receber mergulhadores que praticam snorkel, e cursos PADI estão disponíveis através da operação nas Ilhas Salomão. Não está indicado um número fixo de guias, um rácio por grupo de mergulho ou um mínimo de mergulhos registados para esta rota, por isso a organização final deve ser entendida no briefing a bordo.
O convés de mergulho e o equipamento
O convés de mergulho tem uma plataforma própria, espaço com sombra e botes de apoio para levar os mergulhadores aos locais. São dois botes, o que dá flexibilidade para separar grupos e recolher mergulhadores em pontos diferentes, sem obrigar todos a regressar ao mesmo lugar. O barco aceita adaptadores DIN e permite mergulho sidemount. Nitrox está disponível e faz parte do pacote de mergulho; a certificação Nitrox, quando necessária, é tratada à parte. Existe equipamento para aluguer, também como serviço opcional. Para câmaras, há espaço dedicado, estações de carregamento e um tanque de lavagem separado. A estrutura está pensada para repetir o ciclo de montar, entrar, regressar, lavar e voltar a preparar, embora não estejam indicados o volume ou o material dos cilindros nem os detalhes do compressor.
Entre dois mergulhos
Entre dois mergulhos, o Bilikiki oferece escolhas simples e úteis. O espaço de mergulho tem sombra para quem regressa da água, enquanto a terraza e o convés de observação servem para secar, ler ou acompanhar a mudança de uma ilha para outra. Os kayaks permitem sair do barco quando o programa passa por águas adequadas para essa atividade, e a sala de fotografia dá aos fotógrafos um lugar próprio para tratar do equipamento. Há ainda biblioteca, entretenimento áudio e vídeo e um bar. Não é preciso transformar cada intervalo numa excursão: num barco que percorre um itinerário remoto, poder ficar quieto à sombra e deixar o dia avançar também conta.
Um dia a bordo
O dia a bordo organiza-se à volta da água, não de um horário rígido publicado. Primeiro vem a preparação e o briefing; depois, cada grupo segue para o bote, entra no local e regressa ao barco para desmontar, lavar o equipamento e recuperar. Entre as saídas, há comida, snacks, descanso à sombra, tempo no convés e, quando o barco muda de zona, horas de navegação. O equipamento fica preparado para o ciclo seguinte, enquanto os passageiros escolhem entre conversar, fotografar, ler ou simplesmente dormir. Ao fim do dia, o jantar pode ser feito ao ar livre e a noite fecha o movimento no convés. A ordem repete-se, mas os locais e as condições mudam a cada etapa do itinerário.
O que se come a bordo
A cozinha combina pratos de estilo ocidental e local, com opções vegetarianas e vegan. A pensão completa inclui todas as refeições, e há buffet e snacks ao longo do dia, além de cerveja e uma seleção de vinhos disponível a bordo. O jantar pode ser servido ao ar livre, o que dá à mesa uma função importante num cruzeiro de mergulho: é o momento em que se recupera, se comenta o mergulho anterior e se percebe o que o grupo quer procurar no seguinte. A nota da comida, 9,8, é a mais alta entre os critérios avaliados. Aqui, a refeição não aparece como intervalo entre atividades; é uma das razões pelas quais um dia com várias entradas na água continua sustentável.
As noites no mar
As Lower Deck Twins ficam no convés inferior e têm ar condicionado, casa de banho privada e duche de água quente. Há duas camas individuais em duas cabines; nas restantes, a configuração combina uma cama de casal com uma cama individual. O espaço é pensado para descansar entre mergulhos, guardar o essencial e voltar a fechar a porta, não para passar o dia inteiro dentro dele. A particularidade destas noites está menos no luxo da cabine do que no lugar que ocupa no ritmo do barco: depois de um dia de água salgada, equipamento molhado e deslocações entre ilhas, há um quarto fresco e uma casa de banho só para cada cabine. As cabines são para não fumadores e têm limpeza diária.
twin, convés inferior
O que é preciso saber antes de embarcar
A viagem parte de Honiara e regressa a Honiara. A transferência do aeroporto está incluída. Como acontece numa rota com embarque e desembarque na mesma cidade, chegar na véspera é a opção prudente para não transformar um atraso de viagem numa corrida até ao barco.
Planta do barco
- Ano de construção
- 1966
- Ano de renovação
- 2013
- Comprimento
- 38 m/38,1 m
- Boca
- 7,5 m/7,6 m
- Número máximo de passageiros
- 20
- Número de cabines
- 10
- Número de casas de banho
- 10
- Motores
- Diesel Caterpillar de 350 cv
- Velocidade de cruzeiro
- 9 nós
- Botes de apoio
- 2
Olá, sou a Marina, a assistente IA da DivingDeal.com. Respondo-te em detalhe sobre hotéis, centros e cruzeiros.

A pensar na viagem toda e nos voos? Fala com a Edith →
A Marina é uma IA. Alguns links são afiliados: a DivingDeal pode receber uma comissão, sem custo extra para si. A reserva é concluída com o parceiro.


