Cruzeiros · Equador
Galaxy Diver III — madeira feita para mergulhar
O que torna este barco único
- O Galaxy Diver III percorre as Galápagos numa rota Baltra–Baltra de oito dias e sete noites.
- O convés de mergulho tem estações individuais para o equipamento, duches de água quente, espaço pessoal e dois botes de apoio.
- O nitrox está disponível sem custo adicional, e os cilindros de 12 litros e os pesos estão incluídos.
- O barco tem oito cabines com ar condicionado, casa de banho privativa e configurações matrimonial ou twin.
- A viagem exige pelo menos 50 mergulhos registados e certificação AOWD ou equivalente.
O convite
O Galaxy Diver III é para quem escolhe as Galápagos pelo mergulho, não apenas por dormir num barco entre duas ilhas. A madeira dá-lhe uma presença diferente dos liveaboards de casco anónimo, mas é o convés de mergulho que define a semana: cada mergulhador tem o seu lugar para preparar o equipamento, há duches no regresso e os botes levam o grupo até à água. O nitrox disponível sem custo adicional ajuda a aproveitar uma programação que chega a quatro mergulhos por dia. Entre descidas, há espaço para recuperar no solário, no salão aberto ou junto ao jacuzzi portátil. É uma escolha clara para mergulhadores já autónomos, com experiência suficiente para uma rota exigente e sem formação técnica a bordo.
Subir a bordo
Ao subir a bordo, encontra-se um barco de madeira com uma organização pensada à volta do mergulho. As áreas interiores distribuem-se por vários conveses, com um salão principal à popa, janelas amplas e vista para o mar. O espaço não tenta parecer um hotel: o convívio concentra-se no salão, no bar e nas zonas exteriores, enquanto o equipamento fica ligado à rotina do convés de mergulho. A circulação entre cabines, salões e áreas de mergulho faz-se numa embarcação compacta, onde os mesmos rostos reaparecem ao longo da semana. O Galaxy Diver III foi construído em 2007; mantém, por isso, um caráter de barco vivido, compensado por uma estrutura claramente orientada para expedições de mergulho. Há internet por satélite gratuita, tomadas de 110 V e 220 V e entretenimento simples para os intervalos.
O ambiente a bordo
O ambiente tende a formar-se depressa porque a vida a bordo gira em torno das mesmas tarefas: preparar o equipamento, entrar nos botes, regressar ao convés, comer e descansar antes da próxima saída. O salão principal, o bar e o convés exterior dão ao grupo lugares diferentes para se juntar sem obrigar todos a ficar no mesmo espaço. À noite, a televisão, os filmes, os jogos de mesa e a pequena biblioteca oferecem um ritmo mais calmo depois dos mergulhos. A tripulação gere uma semana em que os mergulhadores repetem os mesmos gestos várias vezes por dia; a boa organização do convés importa tanto como a cordialidade. O barco também aceita grupos ou charters, o que pode mudar completamente a composição do grupo a bordo.
Os locais onde se mergulha
A rota registada percorre as Galápagos com partida e regresso a Baltra, numa viagem de oito dias e sete noites. Estão previstos seis dias de mergulho, até quatro mergulhos por dia, com um mergulho no último dia. Os nomes dos pontos de mergulho e as suas profundidades não estão especificados aqui, por isso não se atribuem locais, animais ou características de fundo que possam induzir o leitor em erro. O que se pode afirmar é o formato da viagem: uma semana dedicada ao arquipélago, com os botes de apoio a fazerem a ligação entre o Galaxy Diver III e os pontos escolhidos pela operação.
Quem vos põe na água
Os grupos de mergulho são acompanhados numa proporção máxima de um guia para oito mergulhadores. A equipa trabalha em inglês e espanhol. Para embarcar, é exigido um mínimo de 50 mergulhos registados e certificação AOWD ou equivalente; isto coloca a viagem claramente acima de um cruzeiro para iniciantes. O perfil pedido faz sentido numa rota em que se espera autonomia dentro de um grupo, atenção aos briefings e capacidade para gerir o próprio equipamento entre descidas. O barco indica equipamento completo de segurança, mas não há informação suficiente para detalhar oxigénio, desfibrilhador ou sistema de chamada sem inventar. Também não são indicadas formações específicas a bordo.
O convés de mergulho e o equipamento
O convés de mergulho tem estações dedicadas para o equipamento, espaço de arrumação pessoal, duches de água quente e dois botes de apoio para as saídas de mergulho. O compressor é um LW450 com capacidade de 450 litros por minuto. Os cilindros de 12 litros e os pesos estão incluídos; cilindros de 15 litros podem ser alugados com custo adicional. Há adaptadores DIN, aluguer de equipamento mediante suplemento e nitrox disponível sem custo adicional. Fotógrafos encontram uma estação própria, tanque separado para lavar câmaras subaquáticas e uma área de enxaguamento dedicada. O barco não está preparado para mergulho técnico. A combinação é funcional: cada mergulhador prepara o seu conjunto no lugar atribuído, entra no bote com a configuração pronta e regressa a um convés onde o duche quente e os tanques de lavagem ficam à mão.
Entre dois mergulhos
Entre dois mergulhos, o lugar mais evidente é o solário do convés superior, com espreguiçadeiras e vista panorâmica. O jacuzzi portátil serve para relaxar quando o corpo pede calor, enquanto o salão aberto permite ficar ao ar livre sem permanecer exposto ao sol. No interior, o salão principal tem janelas amplas, televisão, leitor de DVD, uma pequena biblioteca e jogos de mesa. O bar funciona como ponto de encontro nos intervalos, e as excursões em terra acrescentam uma alternativa aos dias em que a programação deixa espaço para sair do barco. Não há necessidade de inventar ocupações: neste barco, o tempo livre é feito de recuperação, conversa, leitura e observação do mar.
Um dia a bordo
O dia começa com a preparação para o primeiro mergulho e repete depois um ciclo simples: briefing, saída no bote, regresso ao Galaxy Diver III, refeição e intervalo antes da próxima descida. A programação pode chegar a quatro mergulhos por dia durante seis dias; no último dia está previsto um mergulho. Entre saídas, o equipamento permanece organizado nas estações do convés, enquanto os mergulhadores alternam entre o duche quente, o salão, o solário e a sombra. As refeições e os snacks sustentam esse ritmo sem interromper a recuperação. Não há horários publicados para acordar, comer ou entrar na água, nem indicação de mergulho noturno; o concreto é a ordem das tarefas e a intensidade da programação.
O que se come a bordo
A cozinha combina pratos ocidentais e locais, servidos à mesa e em buffet. A alimentação acompanha uma semana de mergulho intensa, com refeições completas entre as saídas para a água, e inclui água potável, café, chá e snacks. Vegetarianos, veganos e mergulhadores que precisam de uma dieta sem glúten podem ser atendidos quando essa necessidade é comunicada antecipadamente. Bebidas quentes e frias estão disponíveis a bordo; bebidas alcoólicas e espirituosas também fazem parte da oferta, mas não estão incluídas. A mesa tem aqui uma função prática: repor energia sem transformar cada refeição num evento demorado, para que o grupo possa voltar ao convés, ao salão ou ao próximo briefing.
As noites no mar
As noites dividem-se entre três tipos de cabine: matrimonial, twin e matrimonial ou twin. As cabines ficam no convés principal, superior ou inferior; algumas têm janelas grandes com vista panorâmica. Todas têm ar condicionado, espaço de arrumação, tomadas para carregar aparelhos e casa de banho privativa com duche de água quente e fria. Há também secador de cabelo, secador de toalhas, toalhas e produtos básicos. A cabine twin do convés inferior pode ter camas convertíveis, enquanto a matrimonial do convés principal usa cama de casal. O essencial está resolvido sem excesso: depois de um dia de mergulho, há um espaço privado para tomar banho, secar o equipamento pessoal e dormir com o barco a caminho do próximo ponto da rota.
Camarote twin
Camarote Matrimonial
Camarote twin Matrimonial ou
O que é preciso saber antes de embarcar
O cruzeiro parte de Baltra e regressa a Baltra. Está incluída uma transferência de grupo programada entre o aeroporto e o barco, tanto à chegada como no regresso. Como a rota começa e termina no mesmo aeroporto, chegar na véspera é uma forma prudente de evitar que um atraso de voo comprometa o embarque.
- Ano de construção
- 2007
- Comprimento
- 35 m
- Boca
- 7,6 m
- Número máximo de passageiros
- 16
- Número de cabines
- 8
- Motores
- 2 × Cummins, 455 cv cada um
- Botes de apoio
- 2
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