Cruzeiros · Indonésia
Aliikai — luxo indonésio com alma de expedição
O que torna este barco único
- O Aliikai é um phinisi indonésio renovado entre 2019 e 2021, com interiores cuidados e espaços abertos para viver junto ao mar.
- As viagens registadas percorrem o Parque Nacional de Komodo, com partidas e chegadas em Labuan Bajo, em cruzeiros de três ou cinco noites.
- O centro de mergulho tem uma plataforma espaçosa, área sombreada, nitrox gratuito, adaptadores DIN, tanques de lavagem e dois botes de apoio.
- A bordo há sete cabines com casa de banho privativa e ar condicionado, incluindo opções com cama king-size, janelas ou vigias.
Para legendas em português: inicie primeiro o vídeodepois clique na roda dentadano canto superior direito do vídeo, selecione «Legendas», depois «Traduzir automaticamente» e escolha «Português».
O convite
O Aliikai escolhe-se quando o cruzeiro deve ser mais do que uma sequência de mergulhos: há espaço para explorar Komodo, visitar aldeias e sair em expedições à procura dos dragões, mas também para regressar a um barco pensado para ficar. O ambiente é de expedição confortável, não de hotel impessoal. A construção tradicional indonésia está ligada a interiores cuidados, refeições trabalhadas e uma tripulação que acompanha o dia inteiro. Para quem mergulha, a escolha faz sentido porque o barco não trata a água como uma atividade secundária: existe um centro de mergulho próprio, nitrox gratuito, espaço para preparar o equipamento e uma plataforma feita para repetir o processo sem confusão. Para quem viaja com um não mergulhador, há ainda snorkeling, caiaques, stand up paddle e excursões em terra.
Subir a bordo
A chegada ao Aliikai faz-se por um barco de linhas tradicionais, construído segundo a herança dos phinisi indonésios, mas recuperado para uma vida a bordo confortável. A renovação decorreu entre 2019 e 2021; isso nota-se menos numa aparência de showroom do que na forma como os espaços foram organizados para uma viagem longa. O salão interior tem ar condicionado e janelas envolventes que mantêm o mar presente mesmo no calor do meio do dia. As portas de vidro abrem para uma zona exterior coberta, com sofás e espreguiçadeiras, enquanto o convés superior oferece um lugar mais aberto para o vento e a navegação. Não é um barco em que se desaparece para um quarto e se perde o resto: o desenho aproxima as pessoas sem obrigar ninguém a estar sempre no centro.
O ambiente a bordo
O ambiente é mais próximo de uma casa de expedição do que de um navio com passageiros anónimos. A equipa indonésia trabalha com um líder de expedição e mantém uma presença próxima durante as refeições, os mergulhos e as saídas em terra. A relação entre tripulação e passageiros é próxima, o que ajuda a resolver pequenas coisas antes de se tornarem problemas e faz com que o grupo se conheça depressa. Durante o dia, o salão pode ser lugar de refeição ou refúgio do calor; à noite, a tripulação prepara ali sessões de cinema no convés, com pipocas. A decoração inclui objetos recolhidos em viagens anteriores, uma ligação discreta à história marítima indonésia do barco.
Os locais onde se mergulha
Os cruzeiros registados partem e regressam a Labuan Bajo, no Parque Nacional de Komodo, com durações de três ou cinco noites. As fichas desta rota incluem também locais no Norte de Sulawesi, com paredes, recifes de areia vulcânica, pináculos e um naufrágio. Em Bunaken Marine Park, paredes de coral descem até -40 m e podem trazer tartarugas, raias grandes, tubarões, napoleões, dugongos ou golfinhos. Bunaken Timur chega a -25 m e combina parede, corais duros e tartarugas; Sahaung, até -35 m, acrescenta pináculos, cardumes e tubarões-de-pontas-brancas. Em Lembeh Strait, a areia preta vulcânica é o lugar para procurar polvos, cavalos-marinhos, nudibrânquios e peixes-sapo. The Molas Shipwreck, até -40 m, é um cargueiro da Segunda Guerra Mundial com nudibrânquios, barracudas e moreias. Para mergulhos mais acessíveis, Murex Manado House Reef desce até -20 m e mistura coral, areia e estruturas artificiais. Celah Celah atravessa fendas de quase 7 m na parede; Lekuan, Sachiko’s e Siladen Wall oferecem paredes até -25 m, com tartarugas, raias, gorgónias e peixes de recife. Batu Mandi chega a -30 m e junta pináculos a vida macro; Bethlehem e City Extra, ambos até -20 m, são escolhas para cavalos-marinhos, nudibrânquios, polvos-mímicos e chocos.

Bunaken Marine Park →
Prof. máx. · 40 m

Bunaken Timur →
Prof. máx. · 25 m

Sahaung →
Prof. máx. · 35 m

Lembeh Strait →

The Molas Shipwreck →
Prof. máx. · 40 m

Murex Manado House Reef →
Prof. máx. · 20 m

Celah Celah →

Lekuan →
Prof. máx. · 25 m

Sachiko’s →
Prof. máx. · 25 m

Siladen Wall →
Prof. máx. · 25 m

Batu Mandi →
Prof. máx. · 30 m

Bethlehem →
Prof. máx. · 20 m

City Extra →
Prof. máx. · 20 m
O que se encontra debaixo de água
Nesta rota, tartarugas, nudibrânquios, cavalos-marinhos-pigmeus, raias-águia, chocos, moreias, squilhas, barracudas, napoleões e tubarões de recife aparecem em vários pontos, mas nunca como promessa de encontro. O interesse está nas diferenças entre os locais. Bunaken Marine Park é o ponto indicado para procurar dugongos, golfinhos, garoupas e peixes-anjo. Celah Celah concentra peixes-cirurgião, peixes-borboleta, peixes-papagaio e balistes entre as fendas da parede. Lembeh Strait é o local específico para o polvo e o cenário certo para observar camuflagem em areia preta, com peixes-sapo, nudibrânquios e cavalos-marinhos. Murex Bangka House Reef destaca-se pelo peixe-de-vidro, pelos cavalos-marinhos-pigmeus e pelos peixes-sapo. Bunaken Timur acrescenta o peixe-unicórnio e os corais duros; Sachiko’s pode trazer barracudas e napoleões sobre uma parede coberta de gorgónias. Em City Extra, a procura é claramente macro: polvo-mímico, choco flamboyant e polvo-de-anéis-azuis.
Quem vos põe na água
A bordo trabalham doze tripulantes indonésios e um líder de expedição, com apoio de guias de mergulho e de snorkeling. A equipa comunica em inglês, francês e indonésio, uma combinação útil num barco que recebe passageiros internacionais e organiza também visitas em terra. Os briefings e a condução das saídas ficam a cargo da equipa de expedição, mas não estão indicados o número de guias por grupo, as qualificações individuais, o nível mínimo exigido ou um número obrigatório de mergulhos registados. Para a segurança, o Aliikai leva oxigénio, kits de primeiros socorros, rádio VHF/DSC/SSB, GPS, radar, sonar, telefones móveis e satélite, coletes, botes salva-vidas, alarme de incêndio e extintores. Há tripulantes formados em primeiros socorros.
O convés de mergulho e o equipamento
O convés de mergulho tem uma plataforma própria para entrar na água, espaço para preparar o equipamento e uma área sombreada para não vestir o fato ao sol. Dois botes de apoio levam os mergulhadores aos pontos de entrada e fazem a recolha depois do mergulho. Há tanques de lavagem separados, incluindo um espaço dedicado às câmaras, e uma sala de câmaras ventilada para tratar do equipamento fotográfico entre imersões. O nitrox é gratuito e estão disponíveis adaptadores DIN. Existe ainda uma recarga de água quente para aquecer depois dos mergulhos noturnos. O barco aceita mergulho com rebreather. O aluguer de equipamento é possível, mas é um extra; não são indicados o volume nem o material dos cilindros, o tipo de compressor ou marcas de equipamento.
Entre dois mergulhos
Entre os mergulhos, o Aliikai oferece sombra no lounge exterior coberto, sol no convés superior e day beds onde se pode simplesmente deixar o corpo recuperar. As portas abertas do salão mantêm a vista das ilhas e permitem acompanhar a navegação sem ficar exposto ao calor. Quem não quiser ficar quieto pode usar caiaques, stand up paddle, ski aquático ou pesca; o snorkeling também tem guia e equipamento próprios. As tardes sem mergulho podem levar a uma aldeia ou a uma saída em terra, incluindo expedições de dragões de Komodo. O barco leva ainda uma biblioteca, espaço para fotografias e um lounge interior para quando o mar ou o sol pedem abrigo.
Um dia a bordo
O dia começa cedo, antes de o calor apertar, com a preparação do equipamento e o primeiro briefing. Segue-se o mergulho e depois uma refeição, um intervalo à sombra e tempo para rever fotografias ou simplesmente descansar enquanto o Aliikai navega para o ponto seguinte. A ordem repete-se conforme o itinerário, com mergulhos durante o dia e possibilidade de mergulho noturno; o horário exato depende da rota e das condições no mar. Entre entradas na água, os botes fazem o transporte e a recolha, enquanto o convés fica dividido entre quem seca o fato, quem procura uma fotografia no ecrã e quem prefere uma espreguiçadeira. As refeições marcam o ritmo melhor do que um relógio: comer, mergulhar, recuperar, navegar. À noite, o jantar pode seguir-se a uma sessão de cinema ao ar livre.
O que se come a bordo
A cozinha combina pratos ocidentais com sabores indonésios e usa ingredientes locais sempre que possível. O chef prepara pensão completa, com três refeições e snacks ao longo do dia, além de opções vegetarianas e veganas. A mesa serve para mais do que recuperar calorias: depois de um mergulho, é onde se revê o que apareceu no recife, se trocam fotografias e se percebe o plano seguinte. Há refeições ao ar livre quando as condições permitem, jantares à carta, barbecue na praia e um serviço de bar. As bebidas não alcoólicas estão disponíveis a bordo; cerveja, vinho e cocktails fazem parte da oferta de bebidas, com o vinho ao jantar e as bebidas alcoólicas tratados separadamente das refeições incluídas.
As noites no mar
As noites no Aliikai passam-se entre um salão interior fresco, a zona exterior de refeições e o convés superior, onde o céu ocupa o lugar do teto. O espaço está distribuído por três níveis, com cabines no convés principal, superior e inferior; as categorias vão da Fam e Kei, com camas king-size e varanda privada, às Koon e Savu, com janelas, e às Abui, Dayak e Asmat, com vigias. Todas têm casa de banho privativa, roupeiro e ar condicionado regulável. As cabines inferiores recebem menos movimento, enquanto a Asmat, na proa, tem uma configuração própria com sofá convertível em cama individual. Depois do jantar, o convés superior pode transformar-se num cinema ao ar livre. A luz baixa, o som do barco e a distância das ilhas fazem parte da noite.
Camarote Kei, convés superior
Camarote família, convés principal
Camarote Koon, convés superior
Camarote Savu, convés superior
Camarote Abui, convés inferior
Camarote Dayak, convés inferior
Camarote Asmat, convés inferior
O que é preciso saber antes de embarcar
Os cruzeiros registados partem e regressam a Labuan Bajo, no Parque Nacional de Komodo. As transferências de aeroporto e hotel, de ida e volta, estão incluídas na viagem. O ponto e o horário exatos da transferência são comunicados na organização da partida. Para chegar ao embarque sem transformar um voo atrasado num problema para todo o cruzeiro, é prudente chegar a Labuan Bajo na véspera.
Planta do barco
- Ano de construção
- 2005
- Ano de renovação
- 2019 - 2021
- Comprimento
- 40 m
- Boca
- 8,5 m
- Número máximo de passageiros
- 15
- Número de cabines
- 7
- Número de casas de banho
- 8
- Motores
- Motor diesel Nissan marine de 10 cilindros e 365 cv
- Velocidade de cruzeiro
- 7 - 9 nós
- Botes de apoio
- 2
Olá, sou a Marina, a assistente IA da DivingDeal.com. Respondo-te em detalhe sobre hotéis, centros e cruzeiros.

A pensar na viagem toda e nos voos? Fala com a Edith →
A Marina é uma IA. Alguns links são afiliados: a DivingDeal pode receber uma comissão, sem custo extra para si. A reserva é concluída com o parceiro.






