Centro de mergulho no hotelTufi Resort
★★★★
Google 4,6/5 (75 avaliações)

O centro de mergulho
Tufi Dive
PADI
Google 4,6/5 (75 avaliações)
Mergulhos: House Reef (Tufi Wharf), Wrecks (PT Boats & Landrover), B17 Bomber Black Jack
Papua-Nova Guiné · Pacífico
Nos fiordes de Tufi, a macro junto ao pontão encontra, mais ao largo, corais, cardumes pelágicos e a possibilidade de um tubarão-martelo.
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Os fiordes de Tufi dão ao mergulho uma entrada resguardada, feita de fundos de muck, macro e pequenas criaturas junto ao pontão. A curta distância, o cenário muda: o recife da casa e os recifes exteriores acrescentam corais duros e moles, cardumes de peixes pelágicos e a possibilidade ocasional de tubarões-martelo. É uma estadia costeira isolada, com dias moldados pelo vento, pela ondulação e pela escolha entre explorar os fiordes ou sair para o largo.
O mergulho em Tufi alterna entre dois ambientes muito diferentes. Nos fiordes, a água protegida favorece o muck e a macro, com tempo para procurar pequenos sujeitos no fundo, junto ao pontão ou no recife da casa. São também a alternativa natural para mergulhos noturnos e para os dias em que o largo não permite saída. Os recifes exteriores exigem navegação de barco, por vezes de quinze minutos a mais de uma hora, e oferecem corais duros e moles, cardumes de peixes pelágicos e possibilidade ocasional de tubarões-martelo. A corrente é variável e as condições não se resumem à força da corrente: vento e ondulação podem impedir o acesso antes mesmo de entrares na água. Quando o mar deixa, a visibilidade pode chegar a cerca de trinta metros nos recifes exteriores; nos fiordes, a chuva e o escoamento dos rios podem torná-la bastante menos previsível.
A fauna de Tufi divide-se entre o que se procura devagar e o que aparece no azul. Nos fiordes, no pontão e no recife da casa, o muck e a macro pedem uma observação paciente dos pequenos sujeitos, sobretudo quando a ondulação fecha os recifes exteriores. À noite, estes fundos protegidos ganham outra utilidade e permitem continuar a mergulhar sem depender do largo. Nos recifes afastados, os corais duros e moles enquadram cardumes de peixes pelágicos, e pode surgir ocasionalmente um tubarão-martelo. Não há uma janela garantida para essa presença: a possibilidade depende da saída conseguir chegar aos recifes e das condições encontradas no local.
As melhores janelas combinam, em geral, mar mais calmo e melhor visibilidade: de meados de março a meados de julho e de meados de setembro a meados de dezembro, com outubro e novembro particularmente interessantes. De meados de julho a meados de setembro, os alísios de sudeste podem levantar ondulação suficiente para fechar os recifes exteriores. De meados de dezembro a março, a época das chuvas pode manter o mar relativamente calmo, mas o escoamento fluvial tende a reduzir a visibilidade junto à costa e nos fiordes. As épocas de transição permitem equilibrar os dois lados de Tufi.
Tufi serve tanto para quem está a consolidar a experiência como para mergulhadores habituados a saídas mais expostas. Os fiordes protegidos e algumas zonas costeiras podem adequar-se a todos os níveis, sempre de acordo com o programa do dia. Para aproveitar melhor os recifes exteriores, convém ter uma certificação Advanced ou equivalente FPAS/CMAS e conforto com maior profundidade, mar aberto e condições variáveis. A experiência conta sobretudo para lidar com planos que podem mudar por causa do vento e da ondulação.
A viagem desde Lisboa ou do Porto passa por Port Moresby e continua num voo doméstico até à pista de Tufi. É este voo interno que estrutura o acesso: não deves montar a viagem como se houvesse uma ligação marítima regular ou uma alternativa simples por estrada. Depois, os recifes exteriores obrigam a sair de barco e podem ficar a vários milhas náuticos da costa. No local, o recife da casa fica acessível a pé a partir do principal alojamento, enquanto as saídas para os fiordes e para o largo dependem da embarcação. Deixa margem entre a chegada, os dias de mergulho e o voo de regresso, porque uma alteração meteorológica pode repercutir-se em toda a ligação.
Reserva sete a dez dias, não um programa curto concentrado nos recifes exteriores. O vento pode tornar essas saídas impossíveis durante vários dias, por isso guarda os fiordes e o recife da casa como plano principal de substituição, não como recurso de última hora. Leva o teu próprio material de macro e de fotografia se essa for uma prioridade, sobretudo porque os pequenos sujeitos dos fiordes e do pontão pedem equipamento específico. Depois de chuva forte, trata os mergulhos junto à costa com expectativas moderadas: o escoamento pode acalmar a superfície e, ao mesmo tempo, reduzir a visibilidade. Também não confundas a estação seca com condições garantidamente favoráveis ao largo, porque os alísios de sudeste podem levantar mar. Finalmente, deixa um dia de margem antes do voo de regresso e evita marcar uma ligação internacional demasiado apertada. Em Tufi, a meteorologia pode alterar tanto a saída de barco como a ligação aérea seguinte.
A estadia organiza-se a partir de um alojamento costeiro, com o recife da casa à distância de uma caminhada e as restantes saídas feitas de barco. Alterna dias de fiordes, macro e mergulho noturno com tentativas de chegar aos recifes exteriores, sem preencher todo o calendário com estes últimos. Quem não mergulha pode explorar os fiordes de kayak, fazer snorkeling em águas protegidas, visitar aldeias ou caminhar junto à costa. Tufi pede tempo também para absorver o isolamento e a paisagem.
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Em cada um, o centro de mergulho fica dentro do hotel: você sai do quarto e vai mergulhar.
Centro de mergulho no hotel★★★★
Google 4,6/5 (75 avaliações)

O centro de mergulho
Tufi Dive
PADI
Google 4,6/5 (75 avaliações)
Mergulhos: House Reef (Tufi Wharf), Wrecks (PT Boats & Landrover), B17 Bomber Black Jack
As melhores janelas para Tufi vão de meados de março a meados de julho e de meados de setembro a meados de dezembro, com outubro e novembro particularmente interessantes. De meados de julho a meados de setembro, os alísios podem fechar os recifes exteriores. De meados de dezembro a março, a chuva pode reduzir a visibilidade costeira.
Tufi pode adequar-se a mergulhadores de todos os níveis nos fiordes protegidos e em algumas zonas costeiras, de acordo com o programa do dia. Para os recifes exteriores, convém ter certificação Advanced ou equivalente FPAS ou CMAS, além de conforto com maior profundidade, mar aberto, corrente variável, vento e ondulação.
Nos fiordes, junto ao pontão e no recife da casa, encontras fundos de muck, macro e pequenos sujeitos que pedem observação paciente. Os mergulhos noturnos também decorrem nessas zonas protegidas. Nos recifes exteriores, podes ver corais duros e moles, cardumes de peixes pelágicos e, ocasionalmente, um tubarão-martelo.
Planeia sete a dez dias e chega a Tufi através de Port Moresby, seguindo num voo doméstico até à pista local. Fica num alojamento costeiro com o recife da casa acessível a pé, alterna fiordes, macro e mergulhos noturnos com saídas de barco para o largo, e deixa margem antes do voo de regresso.