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Japão · Ásia
Arcos de lava, tartarugas-verdes e paredes rochosas encontram-se à volta de Hachijojima, com tubarões-martelo sazonais e visibilidade que pode chegar aos trinta metros.
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Hachijojima é uma ilha vulcânica subtropical onde o mergulho se faz entre rocha escura, arcos de lava, cavidades e paredes submersas. As tartarugas-verdes estão presentes durante todo o ano, acompanhadas por peixes tropicais e espécies endémicas. Em determinadas épocas, a paisagem ganha outra escala com tubarões-martelo, tubarões-raposa ou baleias-jubarte. É uma viagem para ficares instalado em terra, coordenando mergulhos, deslocações e margem para o tempo instável.
O fundo de Hachijojima não é um tapete coralino contínuo. É um relevo vulcânico de rochas, arcos, cavidades e tombantes, onde vale a pena manter uma boa posição na água para acompanhar a forma da parede e espreitar os recantos escuros. Há mergulhos a partir da costa e saídas de barco, distribuídos por diferentes sectores da ilha. A corrente é variável, tal como a ondulação, e a costa praticável pode mudar com a meteorologia. A visibilidade ronda normalmente quinze a trinta metros, com os melhores valores no verão, embora o fundo rochoso e o estado do mar possam reduzir bastante a leitura do relevo. Nem todos os mergulhos terão o mesmo carácter: alguns pedem uma progressão tranquila junto à rocha, enquanto outros podem exigir mais atenção à corrente e à exposição da costa.
A tartaruga-verde é a presença mais constante, acompanhada pelo peixe-borboleta-de-bandas-de-ferro, pelo peixe-porco-de-cauda-vermelha, por peixes tropicais e por espécies endémicas. Entre maio e julho, aumentam as possibilidades de encontrar tubarões-martelo e tubarões-raposa, embora sejam encontros ocasionais, não garantidos. Agosto e setembro favorecem a água mais clara e a passagem de peixes migradores de grande porte. Em outubro e novembro, a barracuda pode acrescentar movimento aos mergulhos. Entre dezembro e abril, as baleias-jubarte tornam-se uma razão para olhar também para o mar à superfície, mas as condições de mergulho são menos regulares conforme o sector e a meteorologia.
De maio a outubro encontras a combinação mais interessante entre condições de mergulho e vida marinha sazonal. Maio a julho é a janela dos tubarões-martelo e dos tubarões-raposa; agosto e setembro juntam melhor visibilidade e possibilidade de peixes migradores de grande porte. Setembro e outubro são populares no calendário japonês, por isso convém reservar cedo. De dezembro a abril, as baleias-jubarte podem justificar a viagem, mas a visibilidade e o estado do mar são menos previsíveis. As tartarugas-verdes, pelo contrário, não obrigam a escolher uma época específica.
Hachijojima pode receber mergulhadores de todos os níveis, incluindo principiantes e alunos em formação. Uma certificação FPAS/CMAS dá-te a base habitual para participar nas saídas adequadas à tua experiência, mas o centro local deverá avaliar a ondulação, a corrente e a costa escolhida nesse dia. Para quem mergulha sobretudo em águas abrigadas dos Açores ou do Atlântico, a adaptação principal está na possibilidade de encontrares condições muito diferentes entre sectores da mesma ilha.
A partir de Lisboa ou do Porto, a viagem passa primeiro por uma ligação internacional até Tóquio. Em Tóquio, tens de chegar a Haneda para apanhar o voo doméstico para Hachijojima, com cerca de cinquenta e cinco minutos de duração. A alternativa é o ferry de passageiros que sai de Takeshiba, numa travessia nocturna de aproximadamente dez horas e vinte minutos, sujeito ao estado do mar e com chegada a Sokodo ou Yaene conforme as condições. Depois de chegares à ilha, não contes fazer tudo a pé. Os alojamentos e os sectores de mergulho estão espalhados, pelo que deves combinar antecipadamente carro alugado, táxi ou transferência com o alojamento e o centro local.
Reserva os mergulhos antes de chegares, sobretudo se viajares em setembro ou outubro, quando as férias japonesas aumentam a procura. Não montes um programa em torno de uma única saída: uma ligação marítima, um voo ou uma mudança de mar podem alterar o plano. Deixa vários dias disponíveis para mergulhar e confirma diariamente com o centro qual a costa praticável. Hachijojima não é um destino de recife tropical contínuo, por isso vem preparado para ler rocha vulcânica, arcos, cavidades e tombantes. Não escolhas a época apenas pelas tartarugas, que aparecem todo o ano, se o teu objectivo são tubarões-martelo ou tubarões-raposa. Organiza também o transporte terrestre antes da chegada, porque os sectores não ficam todos junto ao mesmo alojamento. Guarda o dia anterior ao voo de regresso para terra, fontes termais ou, entre dezembro e abril, observação de baleias-jubarte.
Planeia uma estadia de cinco a sete dias, em terra, para absorver eventuais alterações de mar e aproveitar vários dias de mergulho. A ilha permite alternar saídas com caminhadas pelos relevos vulcânicos, fontes termais, praias, costas rochosas e descoberta da cultura insular. Entre dezembro e abril, a observação de baleias-jubarte pode preencher um dia sem mergulho. Como os serviços e os sectores estão dispersos, a estadia funciona melhor quando os transportes terrestres ficam combinados antes da chegada.
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De maio a outubro encontras uma combinação favorável de condições de mergulho e vida marinha sazonal. Entre maio e julho aumentam as possibilidades de tubarões-martelo e tubarões-raposa; agosto e setembro favorecem água mais clara e peixes migradores de grande porte. As tartarugas-verdes estão presentes durante todo o ano.
Hachijojima recebe mergulhadores de todos os níveis, incluindo principiantes e alunos em formação. Uma certificação FPAS/CMAS dá-te a base habitual para participares nas saídas adequadas à tua experiência. Ainda assim, o centro local avalia a ondulação, a corrente e a costa escolhida, que podem variar entre sectores da ilha.
Em Hachijojima mergulhas entre rocha escura, arcos de lava, cavidades e paredes submersas. Podes encontrar tartarugas-verdes, peixe-borboleta-de-bandas-de-ferro, peixe-porco-de-cauda-vermelha, peixes tropicais e espécies endémicas. Entre maio e julho surgem ocasionalmente tubarões-martelo e tubarões-raposa; entre dezembro e abril, baleias-jubarte podem ser observadas à superfície.
Planeia uma estadia de cinco a sete dias em terra, reserva os mergulhos antes da chegada e deixa margem para alterações do mar. Combina antecipadamente carro alugado, táxi ou transferência, porque os alojamentos e sectores estão dispersos. Confirma diariamente a costa praticável com o centro e guarda o dia anterior ao voo para actividades em terra.