
Nisos Benidorm Dive Centre
Google 4,9/5 (460 avaliações)
Espanha · Mediterrâneo
À volta da Ilha de Benidorm, as paredes rochosas descem para a posidónia, a areia e pequenas cavidades onde se escondem polvos e moreias.
Para legendas em português: inicie primeiro o vídeodepois clique na roda dentadano canto superior direito do vídeo, selecione «Legendas», depois «Traduzir automaticamente» e escolha «Português».
Benidorm junta uma cidade balnear muito animada a um cenário de ilhas, falésias e fundos protegidos. A Ilha de Benidorm, a Ilha Mitjana e a Serra Gelada ficam à distância de uma saída curta de barco, com paredes rochosas, areia, posidónia e pequenas cavidades. É uma escolha prática para quem quer mergulhar durante alguns dias sem ficar preso a um único perfil, alternando iniciação, mergulho nocturno e descidas mais profundas.
O mergulho faz-se sobretudo a partir do porto comercial, em barcos que chegam aos sectores da Ilha de Benidorm, da Ilha Mitjana e da Serra Gelada em cerca de dez a vinte minutos. Debaixo de água encontram-se paredes rochosas, tombantes que chegam aproximadamente aos 25 metros, fundos de areia, manchas de posidónia e cavidades pequenas, onde o percurso pode mudar de carácter várias vezes. A corrente é variável, por isso cada saída merece uma leitura própria do mar e do perfil previsto. Há zonas abrigadas, usadas em baptismos e mergulhos nocturnos, e sectores mais fundos que pedem experiência e controlo de profundidade. A visibilidade é geralmente boa, embora possa variar. Não esperes uma logística de expedição: aqui, o barco sai da cidade e regressa ao mesmo porto depois de uma navegação curta.
A vida marinha aparece sobretudo junto às paredes, às cavidades, à posidónia e às pedras que marcam a transição para a areia. Os méros patrulham os relevos rochosos, enquanto sargos e outros peixes de passagem cruzam as zonas abertas. Nas fendas, os polvos e as moreias tornam-se mais fáceis de encontrar quando o mergulhador abranda e ilumina cuidadosamente cada entrada. Por vezes surgem barracudas, mas não devem ser tratadas como presença garantida em todas as saídas. O mergulho nocturno altera completamente a leitura destes fundos: os polvos e as moreias ganham protagonismo e as pequenas cavidades tornam-se pontos de observação. Como a actividade é possível durante todo o ano, a fauna habitual pode ser procurada em qualquer estação, sem depender de uma janela migratória específica.
A época mais interessante para combinar boas condições de mergulho com uma estadia mais tranquila vai de maio a junho e de setembro a outubro. É quando os centros locais concentram saídas e formações, mas sem a pressão terrestre e náutica máxima de julho e agosto. No verão pleno, a cidade, o porto e a costa recebem muito mais visitantes, o que pode tornar o embarque menos simples e aumentar o movimento à superfície. Julho e agosto continuam a permitir mergulhar, mas exigem mais antecipação na organização. Fora do pico estival, a Ilha de Benidorm e a Serra Gelada encaixam melhor num programa que inclua várias zonas, uma saída nocturna e um dia inteiro sem entrar na água.
Benidorm serve tanto para um mergulhador certificado FPAS/CMAS que quer reencontrar o Mediterrâneo como para quem está a dar os primeiros passos. Existem zonas abrigadas para baptismos, treino e mergulho nocturno, enquanto as paredes mais profundas, até cerca de 25 metros, interessam a quem já domina a flutuabilidade e a gestão de gás. A corrente variável aconselha experiência proporcional ao perfil escolhido, sobretudo quando a saída se afasta dos sectores mais protegidos.
A partir de Lisboa ou do Porto, tens de organizar a chegada à região e reservar atenção ao último troço por estrada até Benidorm. A cidade é acessível por estrada, e a zona de mergulho não exige ferry nem uma ligação doméstica para alcançar as ilhas. Uma vez instalado, confirma a distância entre o alojamento e o porto comercial, porque é aí que partem as saídas de destino. Se estiveres no centro, poderás fazer esse percurso a pé; noutros pontos, conta com táxi ou transporte local. O equipamento, a deslocação até ao embarque e o regresso ficam assim concentrados numa área urbana, mas não deves presumir que existe uma carrinha de transporte a partir de qualquer hotel.
Para a primeira saída, começa por pedir um sector abrigado junto ao embarcadouro ou ao farol. É a melhor forma de perceber a corrente, a visibilidade e o ritmo do barco antes de escolher uma parede mais funda. Ao reservar, pede o nome da zona, Ilha de Benidorm, Ilha Mitjana ou Serra Gelada, em vez de ficares apenas com a indicação genérica de Benidorm. Os perfis mudam bastante entre areia e posidónia pouco profundas e paredes que descem até cerca de 25 metros. Confirma também se a saída é de mergulho e não apenas de snorkeling, porque a rota e o fundo visitado podem ser diferentes. Vale a pena guardar uma noite para mergulhar perto da ilha: polvos e moreias tornam-se mais presentes sem exigir uma logística especial. No parque, não uses as paredes nem a posidónia para te estabilizares, não movas pedras e não recolhas conchas ou organismos. Em julho e agosto, deixa margem para o movimento no porto e evita marcar o programa demasiado apertado.
Três a cinco dias permitem combinar vários sectores da Ilha de Benidorm, uma saída nocturna e um dia de descanso. Uma semana dá espaço para repetir zonas, fazer formação ou adiar um embarque sem perder o essencial. Entre mergulhos, os acompanhantes podem escolher as praias, o passeio marítimo, uma excursão de barco ou os trilhos da Serra Gelada. Reserva a ilha e os trilhos para um dia próprio se quiseres apreciá-los sem acumular mergulhos repetidos.
Olá, sou a Marina, a assistente IA da DivingDeal.com. Oriento-te entre destinos, zonas e países.
A pensar na viagem toda e nos voos? Fala com a Edith →
A Marina é uma IA. Alguns links são afiliados: a DivingDeal pode receber uma comissão, sem custo extra para si. A reserva é concluída com o parceiro.
Maio, junho, setembro e outubro permitem combinar boas condições de mergulho com uma estadia mais tranquila, fora do pico turístico. Julho e agosto continuam a permitir mergulhar, mas trazem mais visitantes à cidade, ao porto e à costa, tornando aconselhável antecipar a organização e deixar margem para o movimento no embarque.
Benidorm recebe quem está a dar os primeiros passos e mergulhadores certificados FPAS/CMAS. Há zonas abrigadas para baptismos, treino e mergulho nocturno. As paredes que descem até cerca de 25 metros exigem domínio da flutuabilidade e da gestão de gás. Como a corrente é variável, escolhe o perfil de acordo com a tua experiência.
À volta da Ilha de Benidorm, da Ilha Mitjana e da Serra Gelada encontras paredes rochosas, areia, posidónia e pequenas cavidades. Méros, sargos, polvos e moreias aparecem junto às rochas e nas fendas. Em mergulho nocturno, polvos e moreias ganham protagonismo. Por vezes surgem barracudas, mas não em todas as saídas.
Instala-te com atenção à distância até ao porto comercial, de onde partem os barcos. As saídas chegam às ilhas e à Serra Gelada em cerca de dez a vinte minutos. Três a cinco dias permitem combinar vários sectores, uma saída nocturna e descanso; uma semana deixa espaço para repetir zonas, fazer formação ou adiar um embarque.