Cruzeiros · Maldivas
Duke of York — espaço italiano para perseguir os grandes encontros das Maldivas
O que torna este barco único
- O Duke of York leva um dhoni de mergulho separado, para que a entrada e a saída da água aconteçam sem subir pela escada do barco principal.
- O nitrox está disponível sem custo adicional, enquanto cilindros de 15 litros podem ser pedidos à parte.
- As partidas começam ao domingo, uma escolha que ajuda a evitar os pontos mais cheios no início da semana.
- As rotas de 8 dias e 7 noites passam pelos atóis centrais e, em algumas saídas, seguem entre Malé e Baa.
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O convite
O Duke of York foi feito para quem quer mergulhar nos canais e thilas das Maldivas sem abdicar de espaço entre uma imersão e outra. O barco principal fica para dormir, comer e descansar; o dhoni acompanha-o e trata da operação de mergulho. Essa separação muda a semana: o convés de alojamento não fica coberto de cilindros, barbatanas e fatos a secar, e o mergulhador entra na água a partir da embarcação que o levou diretamente ao ponto. A rota pode procurar mantas, tubarões de recife, tubarões-baleia e grandes cardumes nos atóis centrais, com saídas também para Baa. É uma escolha para quem valoriza uma operação prática, refeições de inspiração italiana e um barco com áreas suficientes para não passar a semana sentado no mesmo banco.
Subir a bordo
A chegada ao Duke of York faz sentir um barco grande e construído para viver no mar, não um simples transporte entre ilhas. A madeira está presente no casco e nos acabamentos; no interior há pavimento de madeira e, no convés principal, teca. A circulação distribui-se por quatro níveis, com salão interior, zonas abertas e um convés de observação. Há espaço para sair da área de mergulho e encontrar um canto ao sol ou à sombra, enquanto o salão climatizado oferece sofás, bar e televisão para os intervalos mais quentes. O casco recebeu manutenção anual, mas a nota do barco, 8,3, fica abaixo da da tripulação, 8,8. É o retrato de um navio que pode mostrar sinais de uso; em troca, oferece uma organização de bordo madura e um dhoni dedicado ao mergulho.
O ambiente a bordo
O ambiente junta mergulhadores, praticantes de snorkeling e acompanhantes que podem aproveitar o barco sem mergulhar. A tripulação local e internacional fala inglês, e a presença de quatro guias, instrutores ou divemasters cria uma rotina centrada na água sem transformar o resto do dia numa extensão do briefing. Depois do jantar, o salão com bar, sofás e sistema de áudio e vídeo torna-se o ponto de encontro; em algumas noites, o sistema Dolby Surround pode até transformar o espaço numa pequena pista de dança. A avaliação da tripulação, 8,8, é a mais alta entre os critérios disponíveis. Isso pesa num barco deste tamanho: os passageiros reencontram facilmente quem lhes preparou o equipamento, conduziu o dhoni ou resolveu uma questão antes de ela crescer.
Os locais onde se mergulha
As rotas registadas duram 8 dias e 7 noites: Central Atolls sai e regressa a Malé; outras ligações seguem entre Malé e Baa. Nos atóis centrais, Barracuda Giri junta três pináculos, barracudas e cardumes, até -30m; Banana Reef destaca-se pelas formações de coral e tubarões-de-pontas-brancas. Mushimasmigili Marine Reserve procura tubarões-cinzentos em águas de corrente, até -30m, enquanto Dhonkalo é um ponto de mantas. Maamigili e Maamigili Beiyru procuram tubarões-baleia e mantas, com fundos até -30m. Kudarah Thila tem fendas e túneis, até -30m; Guraidhoo e Myaru Kandu trabalham canais com tubarões, este último até -30m. Foththeyo Kandu oferece grutas e pelágicos, até -40m. Dhigalhi Haa, Dhonfanu e Dhigu Thila são pináculos até -30m. Fushifaru Thila, até -35m, coloca o mergulhador junto a estações de limpeza de mantas.

Barracuda Giri →
Prof. máx. · 30 m

Banana Reef →

Mushimasmigili Marine Reserve →
Prof. máx. · 30 m

Dhonkalo →
Prof. máx. · 25 m

Maamigili →
Prof. máx. · 30 m

Maamigili Beiyru →
Prof. máx. · 30 m

Kudarah Thila →
Prof. máx. · 25 m

Foththeyo Kandu →
Prof. máx. · 40 m

Dhonfanu →
Prof. máx. · 30 m

Dhigu Thila →
Prof. máx. · 30 m
O que se encontra debaixo de água
Nesta rota, o encontro recorrente é com fusilieres e peixe Napoleão, registados em nove locais, além de tubarões-cinzentos de recife. Tartarugas aparecem em oito locais; barracudas, mantas e atuns em sete; raias-águia em oito. Nos canais, a corrente concentra tubarões e cardumes, enquanto nas estações de limpeza as mantas podem permanecer sobre o recife para serem limpas. Os tubarões-baleia estão associados a Maamigili, Maamigili Beiyru e outros pontos da rota, mas não são um encontro garantido. Há motivos muito específicos para certos mergulhos: garoupas e anthias em Barracuda Giri, anémonas em Banana Reef, coral mole e gorgónias em Dhigalhi Haa, peixe-porco-espinho em Maamigili, raia-pastenague em Fushifaru Thila e tartaruga-de-pente em Dhigu Thila. É uma fauna de canais e pináculos, não apenas de jardins rasos.
Quem vos põe na água
A operação conta com quatro dive guides, instrutor ou divemaster, além de um guia de snorkeling; a tripulação fala inglês. Os briefings organizam a entrada no dhoni, o percurso no recife e o regresso à embarcação, com os grupos conduzidos pelos guias disponíveis. O programa também pode receber cursos PADI, desde iniciação e Open Water até níveis avançados, Rescue e especialidades como mergulho profundo, corrente, biologia marinha e nitrox. Não está indicado um rácio fixo por grupo nem um número mínimo de mergulhos registados, por isso o leitor deve esperar uma organização definida a bordo conforme a rota e o grupo. Para segurança há oxigénio, primeiros socorros, desfibrilhador cardíaco, rádio e alarmes; a nota de mergulho é 8,3, com uma atenção à segurança considerada razoável.
O convés de mergulho e o equipamento
O mergulho acontece no dhoni tradicional que acompanha o Duke of York. É ali que ficam três compressores Coltri MCH16 e MCH13, e é ali que se embarca para os pontos de mergulho; o regresso pode ser feito atravessando para o barco principal, em vez de subir pela escada. O dhoni dispõe de cilindros de 15 litros com válvula simples ou dupla mediante pedido e pagamento no local. O nitrox é gratuito a bordo. Há adaptadores DIN, plataforma de mergulho, espaço de mergulho à sombra, bacias de lavagem, zona de enxaguamento separada para câmaras, estações de carregamento e duche exterior. Rebreather, sidemount, mergulho técnico e scooter subaquática são aceites ou disponíveis, mas o aluguer do restante equipamento deve ser pedido no momento da reserva.
Entre dois mergulhos
Entre mergulhos, o Duke of York oferece três conveses exteriores com zonas de sombra e de sol, colchões e espreguiçadeiras. O espaço permite regressar do dhoni, deixar o equipamento na área própria e afastar-se do movimento do convés de mergulho. O salão climatizado serve para ler, ouvir música, ver um filme ou simplesmente escapar ao calor. Há biblioteca, área para fotografias, bar, terraço e zona de jantar ao ar livre. Quando o barco fica fundeado numa lagoa, o tempo passa entre uma ducha, uma bebida e a observação das ilhas baixas a partir do convés de cima. Kayaks e equipamento de snorkeling estão disponíveis para quem não quer ficar sempre debaixo de água.
Um dia a bordo
O dia começa antes do amanhecer, quando o dhoni e os compressores já têm de estar prontos para o primeiro briefing. Segue-se o mergulho da manhã, o regresso para comer e descansar, e depois novas saídas conforme o plano do guia, a corrente e a navegação. A rotina publicada trabalha com três mergulhos por dia; os intervalos passam-se entre a sombra do convés, uma refeição, uma sesta curta e a observação das ilhas ou lagoas durante a deslocação. Quando o barco muda de atol, a navegação ocupa parte do dia e pode levar o grupo a um novo canal para a saída seguinte. O jantar fecha o ciclo no exterior ou no salão, e a noite fica entregue ao bar, à conversa ou ao silêncio da cabine. O ritmo repete-se, mas os fundos não.
O que se come a bordo
A cozinha combina pratos italianos, cozinha internacional e receitas maldivas, com peixe fresco entre os ingredientes habituais. As refeições são servidas em buffet, sobretudo na grande zona exterior à popa, protegida do sol e preparada para continuar a funcionar quando chove; existe também uma sala interior. Há opções vegetarianas e vegan, vinho, cerveja, bar e snacks ao longo do dia. Uma vez por semana aparece um buffet de pratos tradicionais maldivos. A comida recebeu uma avaliação de 8,6, embora tenha havido uma falha concreta: numa viagem, uma sobremesa acabou cedo e parte dos passageiros ficou sem a provar. Num cruzeiro com vários mergulhos, o valor da mesa está menos no ritual e mais em servir comida variada sem tornar cada refeição uma operação demorada.
As noites no mar
As cabines têm ar condicionado regulável de forma independente e casa de banho privada com chuveiro. Não há beliches, e as categorias vão desde cabines twin no convés inferior até cabines no convés principal e superior, incluindo opções com vista para o mar. As cabines do meio do barco ficam numa posição prática para quem prefere reduzir deslocações durante a noite e entre refeições. O salão interior climatizado concentra o bar, os sofás e a área de vídeo, enquanto os conveses exteriores oferecem espreguiçadeiras e colchões ao ar livre. A noite é simples: fecha-se a porta, regula-se o ar e o barco torna-se a base silenciosa entre dois dias de corrente, recife e azul.
Camarotes twin, convés inferior (# 3 & 6)
Camarotes duplos/twin, convés inferior (# 1, 2, 7 & 8)
Camarotes &, convés superior, convés principal (# 9, 10, 11 & 12)
Camarote, convés superior (#14)
O que é preciso saber antes de embarcar
As rotas registadas partem de Malé e regressam a Malé nas viagens dos atóis centrais; as saídas para Baa podem terminar em Baa ou fazer o percurso inverso. A transferência do aeroporto está incluída, e os voos domésticos aparecem como um custo separado nas rotas que não terminam no mesmo atol. Para evitar que um atraso aéreo corte o embarque, chegar a Malé na véspera continua a ser a opção mais prudente. O aeroporto e os detalhes da transferência são tratados antes da partida.
Planta do barco
- Ano de construção
- 2010
- Ano de renovação
- Todos os anos
- Comprimento
- 36 m
- Boca
- 11 m
- Número máximo de passageiros
- 23
- Número de cabines
- 11
- Número de casas de banho
- 11
- Motores
- Daewoo 600 cv
- Velocidade de cruzeiro
- 9 nós
- Botes de apoio
- Dhoni de mergulho
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