Português
DivingDeal.com

Cruzeiros · Seicheles

Sea Star — um veleiro clássico feito para viver as Seychelles por mar e debaixo de água

O que torna este barco único

  • Veleiro de casco de aço, com acabamentos clássicos em madeira e salões e cabines climatizados.
  • Dispõe de convés de mergulho, dois compressores, botes de apoio, mesa para câmaras e estações de carregamento.
  • A rota explora naufrágios e formações de granito junto a Mahé, com profundidades máximas entre -24 m e -40 m.
  • A bordo há um instrutor de mergulho e a operação aceita mergulhadores com certificação OWD ou equivalente e pelo menos 10 mergulhos registados.

O convite

O Sea Star escolhe-se por juntar duas coisas que nem sempre convivem bem: o caráter de um veleiro clássico e uma operação pensada para passar a semana na água. Não é apenas uma base para dormir entre ilhas. O convés leva diretamente aos mergulhos, os botes aproximam-se dos locais e, quando não se entra na água, o barco continua a servir de espaço para observar, remar, pescar ou simplesmente esperar pela próxima maré. A rota junto a Mahé acrescenta naufrágios, blocos de granito, cavernas e encontros possíveis com raias, tartarugas e tubarões. Quem sobe a bordo vem procurar uma semana em que o barco resolve a distância entre as ilhas e os locais de mergulho, sem transformar os intervalos num desfile de transferências.

Subir a bordo

A chegada faz-se a um veleiro de linhas clássicas, com casco de aço e madeira visível nos acabamentos. O Sea Star não tenta parecer um hotel novo: a sua identidade está no convívio entre a estrutura robusta, as áreas de convés abertas e os espaços interiores protegidos do calor. As velas Bermuda e os mastros dão-lhe uma presença diferente de um barco de mergulho puramente motorizado, mesmo quando a navegação depende dos motores. A circulação foi pensada para alternar entre salão, zona exterior e convés de mergulho sem obrigar toda a gente a concentrar-se no mesmo lugar. Há um salão climatizado, um salão de jantar, bar e áreas abertas para quem prefere ficar ao ar livre. O resultado é um barco com mais personalidade do que anonimato: reconhece-se pela madeira, pelas velas e pela forma como transforma a deslocação entre ilhas numa parte real da viagem.

O ambiente a bordo

O ambiente é de barco partilhado, não de resort com corredores anónimos. Ao fim de alguns dias, as mesmas pessoas cruzam-se no salão, no convés e junto aos botes, e os mergulhos dão assunto suficiente para juntar quem chegou sem se conhecer. A tripulação ocupa funções muito concretas: há comandante, cozinheiro, mecânico, hospedeiras, marinheiros e instrutor de mergulho. Durante o dia, isso significa refeições que aparecem entre atividades, equipamento encaminhado para a água e apoio nas entradas e saídas. À noite, o ritmo abranda nos salões, no bar ou nos conveses abertos, com televisão, DVD e música disponíveis sem obrigar ninguém a participar. O inglês é a língua de bordo; a tripulação é apresentada como falando também francês e italiano. Crianças e não mergulhadores são bem-vindos, mas o Sea Star continua a ser, antes de tudo, um barco para quem quer passar bastante tempo no mar.

Os locais onde se mergulha

Os cruzeiros registados partem do Port of Mahé e regressam ao mesmo porto, com duração de 8 dias e 7 noites. A rota concentra-se na zona de Mahé e combina naufrágios com granito submerso. No Ennerdale Wreck, até -30 m, os restos de um petroleiro britânico de 62.000 toneladas formam um recife artificial onde podem aparecer meros gigantes, moreias, barracudas e tubarões, incluindo tubarões-de-recife-cinzentos. O Dredger Wreck também está a -30 m: é um naufrágio intencional, frequentado por vivaneus, peixes-pedra, peixes-leão e moreias. Em Bel Ombre, as Twin Barges chegam a -26 m e oferecem duas barcaças afundadas, com carangues, rascasses, peixes-leão e moreias; é também o local indicado para procurar tartarugas, polvo e peixe-porco-espinho. O Aldebaran Wreck desce a -40 m e é um cargueiro de pesca convertido em recife. Cap Matoopa, até -24 m, troca o metal por fendas e cavernas de granito, com possibilidade de raias, tartarugas e tubarões.

O que se encontra debaixo de água

Nesta rota, carangues, moreias gigantes e rascasses aparecem em quatro dos cinco locais registados. Fusiliers, peixes-chauve-souris, raias-pastenagues, peixes-leão e vivaneus amarelos surgem em vários pontos, por isso o mergulhador aprende a olhar tanto para o azul como para as fendas e estruturas dos recifes artificiais. O interesse está também nos encontros específicos. Cap Matoopa é o ponto indicado para procurar o tubarão-de-recife, a raia-manta, o tubarão-coral, a tartaruga-verde e o napoleão. No Ennerdale Wreck, os tubarões-de-recife e os tubarões-cinzentos estão associados ao naufrágio. As Twin Barges concentram uma sequência diferente: tartaruga-marinha, carangue-de-olhos-grandes, polvo, peixe-porco-espinho, peixe-anjo e peixe-papagaio. Nada disso é garantido em cada descida. O que se procura é a combinação entre abrigo, estrutura e água aberta que faz um animal aparecer naquele ponto, e não uma lista para riscar.

Quem vos põe na água

Há um instrutor de mergulho a bordo, integrado na tripulação do Sea Star, e a operação é certificada como centro PADI. O nível mínimo indicado é OWD ou equivalente, com pelo menos 10 mergulhos realizados. Também podem ser organizados mergulhos de iniciação e cursos PADI Open Water ou Advanced Open Water, mas estes cursos devem ser reservados antecipadamente para que o programa seja preparado para os participantes. Os briefings ficam a cargo da equipa de mergulho e acompanham a escolha dos locais, os acessos pelos botes e as condições do dia. Existe equipamento de segurança completo a bordo. Não são indicados um rácio fixo por grupo, a presença de desfibrilhador, a quantidade de oxigénio ou um sistema específico de chamada; esses pontos não devem ser presumidos. O essencial é claro: o barco recebe mergulhadores certificados, mas não exige experiência técnica nem transforma cada saída numa operação exclusiva para especialistas.

O convés de mergulho e o equipamento

O convés de mergulho tem dois compressores, chuveiros de água quente, zonas de enxaguamento, mesa para câmaras e estações de carregamento. Os botes de apoio são Mini Mahe de 6 m com motor de 55 HP; servem para levar os grupos aos locais e apoiar o regresso à superfície. A entrada e a saída da água fazem-se a partir dos botes de mergulho, com a tripulação a coordenar o embarque conforme o local. Há adaptadores DIN disponíveis. O aluguer de equipamento de mergulho é um serviço pago à parte, mas a informação disponível não especifica marcas nem o volume ou material dos cilindros. O nitrox não está disponível e o barco não se apresenta como preparado para mergulho técnico. Para quem leva câmara, a mesa e os pontos de carregamento fazem diferença real: reduzem a improvisação entre mergulhos e permitem preparar o equipamento sem ocupar a zona de passagem.

Entre dois mergulhos

Entre mergulhos, o Sea Star oferece espaço para sair do fato e deixar o corpo baixar de ritmo. Há vários conveses para escolher entre sombra e sol, um salão interior climatizado e uma zona exterior coberta junto à popa. O intervalo pode ser passado a observar a costa, a conversar sobre o mergulho acabado ou a entrar novamente na água com máscara e barbatanas. Caiaques, stand-up paddle e equipamento de pesca de fundo estão disponíveis, e as excursões em terra permitem trocar o granito submerso pelo das ilhas. Os acompanhantes que não mergulham não ficam limitados ao salão: podem fazer snorkeling, remar ou participar nas visitas. É uma boa configuração para um grupo misto, porque o barco continua a oferecer um dia completo mesmo quando alguém decide não fazer a próxima descida.

Um dia a bordo

Um dia no Sea Star organiza-se à volta dos mergulhos, não de um horário rígido afixado. Primeiro vem a preparação e o briefing; depois, o grupo segue para o bote, entra na água e regressa ao barco para enxaguar o equipamento, tomar um duche quente e comer. O intervalo serve para recuperar, trocar impressões e decidir se a próxima saída será de mergulho, snorkeling ou outra atividade. Entre locais, o barco navega junto às ilhas e os passageiros podem escolher o salão climatizado, o convés coberto ou o sol. As refeições e o lanche da tarde ficam distribuídos por esse movimento, sem obrigar o mergulhador a abandonar o convés durante muito tempo. O número exato de mergulhos e os horários mudam conforme o programa e as condições; há numerosas oportunidades de mergulho na maioria dos dias, mas não existe uma promessa responsável de quatro entradas ou de mergulho noturno em cada saída.

O que se come a bordo

A cozinha serve pensão completa, com três refeições por dia, combinando pratos ocidentais e comida local. A mesa pode funcionar em buffet ou com serviço de prato, e há bebidas quentes, sumos ao pequeno-almoço, snacks ao longo do dia e bolo ou lanche à tarde. As restrições alimentares podem ser consideradas, desde que sejam comunicadas antes da partida. O cozinheiro tem um papel maior do que parece numa semana de mergulho: entre uma entrada na água e outra, a refeição é onde se recupera energia, se revê o que apareceu no mergulho e se decide quem ainda quer voltar ao mar. As bebidas alcoólicas, cerveja, vinho, bebidas espirituosas e outras bebidas compradas a bordo são pagas à parte. A cozinha junta o lado prático de um cruzeiro de mergulho ao gosto local das Seychelles, sem fingir que o dia permite longos rituais à mesa.

As noites no mar

As noites passam-se em cabines climatizadas, todas com casa de banho privativa. Existem cabines com cama de casal e uma cabine individual, além da cabine principal; as categorias devem ser escolhidas pelo tipo de cama e pelo espaço que se pretende, não por uma promessa de isolamento absoluto. O salão e as cabines têm tomadas europeias de dois pinos redondos, com alimentação de 220 V, e há tomadas também nas áreas comuns. Não há minibar, champô nem secador nas cabines. Depois de um dia de sal, sol e equipamento molhado, a vantagem está menos nos pequenos extras e mais em poder fechar a porta, ligar o ar condicionado e deixar o barco trabalhar lá fora. O som que define a noite será o do próprio veleiro, dos motores quando navega e da água junto ao casco; a vida a bordo continua próxima, como deve acontecer num barco de mergulho.

Camarote duplo individual +

Camarote duplo

O que é preciso saber antes de embarcar

As partidas e chegadas registadas fazem-se no Port of Mahé. As transferências não aparecem entre os serviços incluídos e são tratadas como custo separado, pelo que devem ser organizadas antes do embarque. Como a viagem começa e termina no mesmo porto, chegar a Mahé na véspera reduz o risco de uma ligação atrasada comprometer a partida. Os detalhes práticos da recolha devem ser confirmados no momento da reserva.

Ano de construção
2002
Comprimento
40 m
Boca
8,2 m
Número máximo de passageiros
20
Número de cabines
9
Motores
2 × 575 cv Iveco
Botes de apoio
6 m Mini Mahe 55 cv
Uma pergunta sobre este cruzeiro?

Olá, sou a Marina, a assistente IA da DivingDeal.com. Respondo-te em detalhe sobre hotéis, centros e cruzeiros.

A pensar na viagem toda e nos voos? Fala com a Edith

A Marina é uma IA. Alguns links são afiliados: a DivingDeal pode receber uma comissão, sem custo extra para si. A reserva é concluída com o parceiro.

Continue a sua exploração