Cruzeiros · Tailândia
Pawara — um liveaboard feito para as Similan
O que torna este barco único
- Cruzeiros de 5 dias e 4 noites pelas Similan, Koh Bon, Koh Tachai e Richelieu Rock, com partida e regresso em Thap Lamu Pier.
- Há possibilidade de encontrar raias-manta e tubarões-baleia, com Koh Bon a funcionar como estação de limpeza entre janeiro e maio.
- Nitrox gratuito está disponível para mergulhadores qualificados.
- O Pawara recebe até 24 passageiros, tem 13 cabines com casa de banho privada e foi renovado em 2016.
Para legendas em português: inicie primeiro o vídeodepois clique na roda dentadano canto superior direito do vídeo, selecione «Legendas», depois «Traduzir automaticamente» e escolha «Português».
O convite
O Pawara escolhe-se para passar vários dias a mergulhar as Similan sem transformar o barco num hotel de praia. A rota junta recifes, grandes blocos de granito, pináculos, paredes e dois naufrágios, com Koh Bon, Koh Tachai e Richelieu Rock no mesmo cruzeiro. Há a possibilidade de procurar raias-manta e tubarões-baleia, e o nitrox gratuito ajuda quem quer tirar melhor partido de uma semana com muitos mergulhos. A experiência ganha força na água: este é um barco especialmente concebido para o mergulho, com zona de mergulho à sombra, plataforma, botes de apoio e tanques de lavagem. Em terra, a escolha faz sentido para quem quer sair de Thap Lamu e passar 5 dias e 4 noites a seguir uma rota concentrada no mar de Andamão.
Subir a bordo
O Pawara foi renovado em 2016, mas mantém o caráter funcional de um barco pensado primeiro para levar mergulhadores à água. A circulação organiza-se entre cabines nos conveses superior e inferior, um salão interior climatizado e uma área exterior onde se pode ficar durante a navegação. A renovação dá-lhe uma base atualizada sem mudar a lógica de um liveaboard: dormir, comer, preparar o equipamento e voltar ao convés. As cabines ficam a meio do barco e não têm janela; todas têm climatização e casa de banho privada. Existem categorias Master, Deluxe, Standard e Budget, por isso a escolha da cabine muda mais a experiência da noite do que o programa de mergulho. O ambiente a bordo é completado por uma biblioteca, entretenimento áudio e vídeo, bar e uma área exterior.
O ambiente a bordo
O Pawara junta tripulação local e internacional, com comunicação em inglês, tailandês, francês, japonês, espanhol e português. Isso facilita a vida de um grupo que pode reunir várias nacionalidades e reduz a distância entre o briefing, o convés e a mesa. A tripulação trata da casa enquanto os mergulhadores repetem o ciclo de preparar, entrar, sair e voltar a preparar; há limpeza diária das cabines e uma organização orientada para o mergulho. À noite, o ritmo abranda no salão, no bar ou na área exterior, com biblioteca e entretenimento áudio e vídeo disponíveis. A comida é um ponto forte da operação, e a equipa de mergulho recebe uma avaliação de 9,2, enquanto a tripulação tem 9,4.
Os locais onde se mergulha
A rota registada parte de Thap Lamu Pier e regressa ao mesmo porto após 5 dias e 4 noites: Similan, Koh Bon, Koh Tachai e Richelieu Rock. Nas Similan, os recifes, rochas gigantes e corrente podem levar o mergulho até -40m, com tubarões-baleia, raias-manta e tubarões de pontas brancas. Koh Bon é procurada pelas raias-manta na estação de limpeza e também pode trazer tubarões-baleia; a época indicada é janeiro a maio. Koh Tachai é um pináculo de granito e corais, com barracudas, carangues e peixe-escorpião. Koh Tachai Pinnacle vai dos 12 aos 45 metros, com corrente forte e vida pelágica; a ficha indica max -40m. Elephant Head Rock desce até -60m, entre passagens, cavernas e blocos de granito, onde podem aparecer tubarões de recife e barracudas. West of Eden chega a -40m, com canyons de granito, moreias, camarões e peixe-sapo. Anita's Reef desce até -35m, entre corais e bommies, com peixe-palhaço e gobies. Boonsung Wreck fica a -18m, coberto por cardumes, moreias, peixe-pedra e peixe-porco-espinho. King Cruiser Wreck chega a -35m; o ferry de 85 metros abriga cardumes, barracudas, moreias e tubarões-bambu. Christmas Point alcança -40m, entre blocos de granito, com tubarões de recife e napoleões. Shark Fin Reef chega a -40m, com paredes, passagens, tubarões-leopardo e napoleões. Deep Six desce até -50m, entre blocos, passagens estreitas e paredes com corais. Breakfast Bend chega a -35m, com corais duros, tubarões-leopardo e enguias-jardineiras. Surin Islands alcança -25m, com recifes de coral, nudibrânquios, tartarugas e grandes pelágicos.

Koh Bon →

Koh Tachai →
Prof. máx. · 40 m

Richelieu Rock →
Prof. máx. · 35 m

Koh Tachai Pinnacle →
Prof. máx. · 40 m

Elephant Head Rock →
Prof. máx. · 60 m

West of Eden →
Prof. máx. · 40 m

Anita's Reef →
Prof. máx. · 35 m

Boonsung Wreck →
Prof. máx. · 18 m

King Cruiser Wreck →
Prof. máx. · 35 m

Christmas Point →
Prof. máx. · 40 m

Shark Fin Reef →
Prof. máx. · 40 m

Deep Six →
Prof. máx. · 50 m

Breakfast Bend →
Prof. máx. · 35 m

Surin Islands →
Prof. máx. · 25 m
O que se encontra debaixo de água
Nesta rota, o espetáculo é feito de animais grandes e encontros repetidos sem serem garantidos. Caranguejos, nudibrânquios, fusiliers e moreias aparecem em muitos dos locais; tubarões de recife e de pontas brancas foram registados em 10 pontos, enquanto barracudas e tubarões-leopardo surgem em 9. Napoleões e tartarugas aparecem em 8 locais, tubarões-baleia em 7 e raias-manta em 6. Koh Bon dá um motivo concreto para procurar manta: a parede funciona como estação de limpeza, sobretudo entre janeiro e maio. Em pontos como Koh Tachai Pinnacle, a corrente forte concentra vida pelágica. Alguns encontros são próprios de um local: a enguia aparece no King Cruiser Wreck, a enguia-jardineira em Breakfast Bend, o peixe-pedra e o peixe-porco-espinho no Boonsung Wreck, e o tubarão-bambu no King Cruiser Wreck. Christmas Point é o ponto indicado para procurar anémonas e tubarões, enquanto Deep Six guarda blénias entre os blocos.
Quem vos põe na água
A operação pode receber mergulhadores de várias nacionalidades: a equipa fala inglês, tailandês, francês, japonês, espanhol e português. Há tripulantes formados em primeiros socorros, oxigénio e kits de primeiros socorros a bordo, além de coletes, botes salva-vidas, alarme de incêndio, extintores e foguetes de emergência. O barco dispõe também de rádio VHF/DSC/SSB, GPS e sonar para a navegação. O Pawara aceita não mergulhadores que façam apenas PMT, mas não são indicados o número de guias, o rácio por grupo, as qualificações individuais, o número mínimo de mergulhos registados ou o formato dos briefings. O que se conhece é uma operação montada especificamente para mergulho, com apoio de botes e uma equipa de mergulho avaliada em 9,2.
O convés de mergulho e o equipamento
O convés de mergulho foi desenhado para uma operação repetida: há uma zona de preparação à sombra, plataforma de entrada e saída, bacias de lavagem e botes de apoio para os mergulhadores. O equipamento pode ser usado com adaptadores DIN, e existe estação de carregamento para quem leva lanternas, computadores ou câmaras. O nitrox está disponível gratuitamente para mergulhadores qualificados. O Pawara dispõe ainda de oxigénio e kits de primeiros socorros, enquanto o sonar, o GPS e os rádios VHF/DSC/SSB apoiam a navegação. O equipamento de aluguer está disponível como extra, mas não são indicadas marcas, volumes dos cilindros, tipo de metal, compressor ou mesa específica para fotografia. As toalhas de praia e de cabine estão disponíveis depois da água.
Entre dois mergulhos
Entre dois mergulhos, o lugar mais útil é a zona exterior, onde existe espaço à sombra para deixar o equipamento e esperar pelo próximo briefing. O salão climatizado oferece uma alternativa quando o sol aperta, e a biblioteca ou o entretenimento áudio e vídeo servem para ocupar o intervalo sem sair do barco. A navegação entre os pontos da rota também faz parte do descanso: o mar de Andamão muda de cenário enquanto o equipamento fica a secar e a tripulação prepara a próxima entrada. Numa tarde sem mergulho, a terraza e o salão são os espaços principais para ler, conversar ou simplesmente deixar o corpo recuperar.
Um dia a bordo
Um dia no Pawara começa com a preparação do primeiro mergulho, seguida de um briefing e da entrada pela plataforma ou pelos botes de apoio. Depois do regresso, há tempo para lavar o equipamento, comer, descansar à sombra ou no salão climatizado e preparar a imersão seguinte. As refeições e os snacks acompanham estes intervalos, sem que seja indicado um horário fixo para acordar, comer ou mergulhar. A navegação acontece entre os locais da rota, e a passagem por recifes, pináculos e naufrágios muda o objetivo de cada briefing. Quando há um mergulho noturno previsto, o dia prolonga-se até depois do pôr do sol; quando não há água, a terraza, o bar, a biblioteca e o salão ficam como espaços de recuperação. No dia seguinte, o ciclo recomeça.
O que se come a bordo
A cozinha serve refeições em buffet, combinando pratos ocidentais e locais, com opções vegetarianas. Há comida completa ao longo do cruzeiro, além de snacks durante o dia, algo importante quando se passa do briefing para a água e da água para o equipamento de novo. A mesa não é uma pausa decorativa: é onde se recupera entre mergulhos e se repõe energia para o seguinte. O pequeno-almoço, as restantes refeições e os snacks acompanham o ritmo do barco, sem ser indicado um horário fixo para cada serviço. Estão disponíveis água potável, chá e café; cerveja e outras bebidas podem ser encontradas a bordo.
As noites no mar
À noite, a diferença está menos na decoração do que na cabine escolhida. As cabines têm climatização, casa de banho privada e serviço de limpeza diário; as cabines situadas a meio do barco não têm janela, o que reduz a luz exterior e torna o espaço mais resguardado para dormir. Há categorias Master, Deluxe, Standard e Budget, distribuídas pelos conveses superior e inferior. O salão climatizado e a área exterior ficam disponíveis quando ainda não apetece recolher. Para quem prefere adormecer perto do convés, a posição da cabine importa; para quem dorme melhor sem luz e sem vista, a ausência de janela pode ser uma vantagem. As toalhas de cabine e de praia estão disponíveis a bordo.
Camarote master
Camarote de luxo
Camarote standard
Camarote económica
O que é preciso saber antes de embarcar
O cruzeiro parte e regressa a Thap Lamu Pier. As transferências de e para o aeroporto e o hotel estão incluídas. O operador organiza esses transferes a partir dos pontos previstos para chegada e partida. Para reduzir o risco de perder o embarque por causa de atrasos, é prudente chegar à zona de Thap Lamu na véspera.
Planta do barco
- Ano de renovação
- 2016
- Comprimento
- 35 m
- Boca
- 7 m
- Número máximo de passageiros
- 24
- Número de cabines
- 13
- Número de casas de banho
- 13
- Motores
- 1 × 420 cv RE10 1 × 420 cv RF10 Nissan Marine
- Velocidade de cruzeiro
- 8-12 nós
- Botes de apoio
- 4,2 × 1,9 m com motor de popa de 40 cv
Olá, sou a Marina, a assistente IA da DivingDeal.com. Respondo-te em detalhe sobre hotéis, centros e cruzeiros.

A pensar na viagem toda e nos voos? Fala com a Edith →
A Marina é uma IA. Alguns links são afiliados: a DivingDeal pode receber uma comissão, sem custo extra para si. A reserva é concluída com o parceiro.





