Cruzeiros · Egito
Queen Sherry — expedições de mergulho e grandes pelágicos
O que torna este barco único
- Construído em 2021 e especialmente concebido para cruzeiros de mergulho.
- Recebe até 24 passageiros em cabines com casa de banho privada e ar condicionado.
- A rota inclui locais como Elphinstone, Brothers Islands, Rocky Island, Zabargad e Marsa Mubarak.
- Há nitrox, adaptadores DIN, plataforma de mergulho, bacias de enxaguamento e embarcações de apoio.
- Os cruzeiros registados duram 8 dias e 7 noites, com partida e regresso a Marsa Alam.
O convite
O Queen Sherry foi feito para quem escolhe o itinerário pelo que pode encontrar debaixo de água. A partir de Marsa Alam, percorre recifes do sul do Mar Vermelho, ilhas remotas, paredes profundas, naufrágios e baías de ervas marinhas. Há viagens dedicadas a golfinhos, dugongues e grandes pelágicos, além de rotas que juntam Brothers Islands, Daedalus e Elphinstone. A presença de um guia naturalista dá outro sentido às expedições de snorkeling e aos encontros com a fauna. É uma escolha clara para quem prefere um barco organizado à volta do mergulho, e não apenas um alojamento que por acaso navega entre recifes.
Subir a bordo
A construção recente, em 2021, dá ao Queen Sherry um caráter mais funcional do que histórico: é um barco concebido de raiz para receber mergulhadores e organizar uma semana no mar. A circulação entre alojamento, salão e zona de mergulho foi pensada para esse uso, com uma plataforma própria, espaço de mergulho à sombra e embarcações de apoio. O barco também aceita não mergulhadores que façam snorkeling, o que torna possíveis viagens com família ou com acompanhantes de níveis diferentes. O inglês é a língua da tripulação, e a presença de elementos locais e internacionais junta uma operação voltada para expedições a um ambiente acessível a viajantes de vários países.
O ambiente a bordo
O ambiente combina uma operação de mergulho com uma viagem naturalista e familiar. A tripulação local e internacional fala inglês, e o guia naturalista acompanha o interesse por golfinhos, dugongues, tartarugas e grandes peixes sem limitar a viagem a quem entra com cilindro. Os grupos podem incluir mergulhadores, praticantes de snorkeling e acompanhantes que ficam a bordo. Durante a semana, o convívio nasce sobretudo dos mesmos pontos de encontro: o convés depois da saída da água, a mesa das refeições e o salão ao fim do dia. O barco oferece também cruzeiros de snorkeling e expedições especializadas para golfinhos.
Os locais onde se mergulha
As partidas e os regressos são feitos em Marsa Alam, em cruzeiros de 8 dias e 7 noites. Elphinstone desce até -60m em paredes verticais onde podem surgir tubarões-oceânicos e martelos; Rocky Island procura tubarões e raias manta em ambiente remoto. Marsa Mubarak, com máximo de -25m, junta ervas marinhas, dugongues e tartarugas verdes, enquanto o House Reef chega a -40m entre pináculos, ervas marinhas e um drop-off, com possibilidade de procurar cavalos-marinhos. Shaab Alam vai até -30m e combina naufrágio, corais e cavernas; Marsa Nakari House Reef chega a -30m numa baía abrigada. Brothers Islands alcança -85m, com naufrágios e pelágicos. Numidia é um navio de 150 metros, repousado desde 1901, até -80m. Abu Galawa Kebir visita o Tien Hsing, naufrágio de 1943, entre 5 e -18m; Shaab Claudio tem grutas e canyons até -25m; Shaab Umm Gamar chega a -40m. Abu Galawa Soghayar, Shaab Marsa Alam e Zabargad completam a rota com jardins de coral, naufrágios, tartarugas e correntes fortes.

Elphinstone →
Prof. máx. · 60 m

Rocky Island →

Marsa Mubarak →
Prof. máx. · 25 m

House Reef →
Prof. máx. · 40 m

Marsa Nakari House Reef →
Prof. máx. · 30 m

Brothers Islands →
Prof. máx. · 85 m

Numidia →
Prof. máx. · 80 m

Abu Galawa Kebir →
Prof. máx. · 18 m

Shaab Claudio →
Prof. máx. · 25 m

Shaab Umm Gamar →
Prof. máx. · 40 m

Abu Galawa Soghayar →

Shaab Marsa Alam →
O que se encontra debaixo de água
Nesta rota, barracudas, golfinhos, tubarões de recife e tartarugas aparecem em vários pontos, acompanhados por napoleões, raias manta, corais moles, moreias e nudibrânquios. Os encontros com grandes animais tornam-se mais prováveis nos recifes oceânicos e nas ilhas expostas, mas continuam a depender das condições e do momento do mergulho. Alguns animais dão uma razão muito concreta para escolher determinado local: em Elphinstone procuram-se o tubarão-de-pontas-negras, o tubarão-tigre e os fusiliers; Marsa Mubarak é o ponto da rota associado à tartaruga verde e às donzelas. Brothers Islands destaca as anémonas, House Reef o cavalo-marinho, Abu Galawa Soghayar os peixes de vidro, Shaab Umm Gamar os gaterins e peixes--morcego, e Shaab Claudio os balistes. Dugongues surgem em Marsa Mubarak, House Reef e Zabargad.
Quem vos põe na água
A operação conta com guia naturalista, guia de snorkeling e tripulação que fala inglês. O guia naturalista é particularmente útil nas viagens orientadas para golfinhos e outros animais de grande porte, enquanto o guia de snorkeling permite que quem não mergulha participe na exploração dos recifes. Os briefings e a composição dos grupos ficam a cargo da equipa de mergulho, mas não estão indicados o rácio por guia, as qualificações individuais ou um número mínimo de mergulhos registados. A segurança inclui oxigénio, kits de primeiros socorros, alarme de incêndio, extintores, coletes, botes salva-vidas, rádio e radiobaliza.
O convés de mergulho e o equipamento
O convés de mergulho tem plataforma própria, área sombreada, bacias de enxaguamento, adaptadores DIN e embarcações de apoio para os mergulhadores. O nitrox está disponível, e o sidemount é aceite; o equipamento de aluguer também pode ser solicitado. Para câmaras, existe uma bacia de enxaguamento separada, um detalhe que evita misturar reguladores, máscaras e caixas estanques no mesmo espaço. O barco dispõe ainda de material de snorkeling, duches exteriores e estações de carregamento. A bordo encontram-se oxigénio e kits de primeiros socorros, enquanto radar, GPS, rádio VHF/DSC/SSB, radiobaliza e sistemas de localização apoiam a navegação e a resposta a emergências.
Entre dois mergulhos
Entre mergulhos, o Queen Sherry oferece vários lugares para abrandar sem abandonar o mar. O convés de observação serve para acompanhar a navegação e procurar movimento à superfície; o espaço de descanso, o bar e o salão climatizado cobrem os momentos em que o sol ou o vento deixam de ser agradáveis. Há também jantar no exterior, biblioteca e entretenimento áudio e vídeo. Para quem leva câmara, existe uma zona de enxaguamento separada, e as estações de carregamento evitam transformar o intervalo numa procura constante por tomadas. Os duches exteriores resolvem o sal antes de se voltar à cabine.
Um dia a bordo
O dia começa com o primeiro briefing e a preparação do equipamento, antes da entrada na água. Depois do regresso, o duche exterior, o pequeno-almoço ou outra refeição e o descanso ocupam o intervalo até ao mergulho seguinte. A sequência repete-se com tempo para snacks, navegação, observação do mar e conversa no convés; nas rotas com quatro imersões previstas, o dia ganha o ritmo exigente habitual de um cruzeiro de mergulho, mas os horários exatos dependem do itinerário e das condições. Quando está programado um mergulho noturno, ele acontece depois da refeição e da preparação das lanternas. Entre uma saída e outra, o barco desloca-se para o recife seguinte ou permanece junto ao local.
O que se come a bordo
A alimentação segue o formato de pensão completa, com buffet, cozinha local e refeições servidas ao longo da rotina de mergulho. Há snacks durante todo o dia, além de água potável, chá, café e bebidas não alcoólicas. A mesa tem uma função prática neste tipo de viagem: repõe energia sem exigir uma saída do ritmo do barco, com comida entre as entradas na água e os períodos de navegação. Cerveja, vinho e outras bebidas alcoólicas estão disponíveis à parte. O jantar pode ser feito no exterior, quando as condições permitem, em vez de terminar sempre no salão climatizado.
As noites no mar
As noites fazem-se em cabines Lower Deck Cabin, Upper Deck Cabin ou Upper Deck Suite. Todas têm casa de banho privada e ar condicionado; algumas oferecem vista para o mar, enquanto as cabines do convés superior recebem a luz e a posição mais elevada do barco. Depois de um dia de água salgada, a diferença está em poder fechar a porta, tomar um duche quente e deixar o equipamento de mergulho para o dia seguinte. O salão climatizado serve de refúgio quando o calor aperta, e a ligação Wi-Fi, a biblioteca e o entretenimento áudio e vídeo dão opções para as horas em que o corpo pede descanso.
Camarote, convés inferior
Camarote, convés superior
Suíte, convés superior
O que é preciso saber antes de embarcar
O ponto de partida e de regresso é Marsa Alam. As transferências de aeroporto e de hotel estão incluídas, tal como as bebidas não alcoólicas, água, chá, café, snacks, toalhas, Wi-Fi e as refeições da pensão completa. É prudente chegar a Marsa Alam na véspera, para embarcar sem transformar um atraso de voo no primeiro problema da viagem.
Planta do barco
- Ano de construção
- 2021
- Comprimento
- 32 m
- Número máximo de passageiros
- 24
- Número de cabines
- 12
- Motores
- 2 × Man 610 cv
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