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Cruzeiros · Austrália

Odyssey Dive — expedições pequenas até aos recifes remotos

O que torna este barco único

  • A Odyssey leva no máximo 20 passageiros e foi construída para explorar a costa e os recifes remotos da Austrália Ocidental.
  • O cruzeiro de Rowley Shoals dura 8 dias e 7 noites, com partida e regresso a Broome.
  • O barco é acompanhado pelo Homer, um bote de expedição de 12 metros que leva todos os passageiros e entra em canais e zonas pouco profundas.
  • As avaliações destacam sobretudo a comida, com 9,6, e a tripulação, com 9,0.

O convite

A Odyssey não é escolhida por parecer um hotel no mar. É escolhida para chegar aos Rowley Shoals com um grupo pequeno, levar todos a terra ou aos recifes no Homer e passar vários dias entre lagoas claras, paredes verticais, canais profundos e correntes de maré. Os atóis ficam a 300 quilómetros da terra mais próxima; aqui, o isolamento não é uma palavra de catálogo, é a razão da viagem. Menos de 400 pessoas por ano chegam ao Rowley Shoals Marine Park. A recompensa é mergulhar num lugar onde as marés de cinco metros mudam a paisagem e a visibilidade permite ver o recife a trabalhar à distância. A Odyssey serve quem quer uma semana dedicada ao mar, com mergulho, snorkeling, pesca autorizada e uma tripulação que conhece a região. Não serve quem procura uma marina, uma cidade por perto ou uma rota fácil de abandonar.

Subir a bordo

A chegada faz-se a um catamarã de exploração com linhas práticas, áreas abertas e espaço suficiente para um grupo de 20 pessoas circular sem transformar cada passagem num exercício de equilíbrio. A Odyssey foi construída para a costa do Kimberley e renovada em 2015; isso ajuda a explicar a combinação entre um barco de trabalho e zonas pensadas para permanecer a bordo durante vários dias. O salão climatizado oferece abrigo do calor, enquanto a parte superior tem uma área exterior coberta para refeições e observação. Há ainda outros pontos exteriores onde se pode acompanhar a navegação. A diferença sente-se sobretudo quando o Homer se aproxima: em vez de esperar que um navio grande encontre uma enseada adequada, o grupo parte num bote feito para entrar em canais e afluentes mais estreitos. A bordo, a organização é simples e orientada para sair, mergulhar e regressar sem desmontar a expedição a cada paragem.

O ambiente a bordo

O ambiente é de expedição familiar, não de resort cheio de departamentos. A Odyssey Expeditions trabalha no Kimberley desde 1998 e mantém o grupo pequeno, com os proprietários envolvidos na operação. A tripulação fala inglês e assume um papel visível: conduz as saídas, explica a região, ajuda no Homer, acompanha a pesca e trata da segurança. Os passageiros valorizam especialmente essa presença, e a nota da tripulação, 9,0, acompanha a da comida, 9,6. Ao fim de alguns dias, as mesmas pessoas aparecem no convés depois do jantar, ainda a falar do mergulho, da corrente ou do animal que ficou para trás. O sistema de áudio e vídeo, os filmes, a música e a biblioteca ocupam as noites sem obrigar ninguém a participar. Quem prefere silêncio encontra vários espaços exteriores; quem viaja sozinho não fica perdido num navio de centenas de pessoas.

Os locais onde se mergulha

A rota registada é Broome–Broome e dura 8 dias e 7 noites. Os Rowley Shoals ficam no Índico, a cerca de 300 quilómetros da terra mais próxima, e são formados por três atóis de coral que sobem quase verticalmente de aproximadamente 440 metros de profundidade. O mergulho combina lagoas de água muito clara, paredes verticais, canhões profundos e deriva com a maré. Não há fichas de locais com profundidades de mergulho individuais para esta rota, por isso não se devem atribuir números a cada ponto. Clerke Reef é a zona onde a pesca é autorizada e onde a Odyssey permanece cerca de quatro noites; Mermaid Reef é uma área onde a pesca é proibida. A grande amplitude das marés despeja enormes volumes de água dentro e fora dos atóis, criando o tipo de corrente que pode transformar um mergulho calmo numa deriva rápida. O Homer permite alcançar zonas que um navio maior não visitaria.

Itinerários, datas e preços

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Próximas partidas · 5 partidasdesde 3131 €

Partidaliveaboard.com

novembro de 2026

segunda, 2/11Rowley ShoalsBroome → Broome · 7 noitessó resta 1 lugar

outubro de 2027

sexta, 22/10Rowley ShoalsBroome → Broome · 7 noitessó restam 3 lugares

2028-10

sábado, 7/10Rowley ShoalsBroome → Broome · 7 noites
segunda, 16/10Rowley ShoalsBroome → Broome · 7 noites
quinta, 26/10Rowley ShoalsBroome → Broome · 7 noites

Ver datas e preços

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Datas e preços recolhidos em liveaboard.com, atualizados a 26 de outubro de 2026

O que se encontra debaixo de água

Os Rowley Shoals oferecem uma paisagem de coral que muda entre lagoa, parede e canal, com uma diversidade registada de 233 espécies de coral e 688 espécies de peixe. Tartarugas, tubarões e muitas outras espécies marinhas fazem parte do espetáculo possível nos mergulhos e nas derivas; nenhum encontro é garantido. A água clara permite procurar vida à escala do recife e, logo depois, levantar os olhos para a parede que cai no azul profundo. Clerke Reef tem um papel diferente: é a zona onde a pesca é permitida, sob regras próprias, e onde o peixe capturado pode acabar na cozinha ou ser libertado. Mermaid Reef fica fora dessa atividade. A amplitude das marés é a força que organiza o cenário: cria movimento através dos canais e ajuda a explicar por que razão estes atóis oferecem ambientes tão diferentes numa mesma viagem.

Quem vos põe na água

Os Rowley Shoals são remotos e exigem uma certificação reconhecida de Open Water. A Odyssey recomenda que cada mergulhador mantenha as competências praticadas e tenha pelo menos 20 mergulhos registados. A tripulação fala inglês. Na parte médica e de emergência, todos os tripulantes têm certificado sénior de primeiros socorros, há oxigénio, kit de primeiros socorros, um estojo médico da Royal Flying Doctor Service e apoio disponível 24 horas por satélite. O barco dispõe ainda de rádio, comunicações por satélite, radiobaliza e equipamento de segurança marítima. Os briefings e a gestão das correntes são particularmente importantes num destino moldado por marés de cinco metros.

O convés de mergulho e o equipamento

O convés de mergulho tem plataforma própria e os mergulhadores entram na água pelas embarcações de apoio. A Odyssey leva o Homer, de 12 metros, e dois botes de 5 metros; o Homer é o principal bote de expedição, com acesso fácil, sombra, lugares almofadados, casa de banho e instalações para lavar. O compressor de bordo fornece enchimento de ar, disponibilizado durante a viagem. Há cintos e pesos, adaptadores DIN e equipamento Shimano e Penn para as saídas de pesca. Existe uma área dedicada às câmaras e uma sala para tratar do equipamento fotográfico. É uma operação preparada para levar o grupo à água em local remoto.

Entre dois mergulhos

Entre mergulhos, a Odyssey oferece sombra na área exterior superior, outros pontos de observação e um salão climatizado. É possível acompanhar a navegação, descansar, rever imagens na sala das câmaras ou escolher um livro, filme e documentário da biblioteca. O Homer acrescenta outra escala ao dia: tem lugares almofadados, sombra, rampa de acesso, escadas, casa de banho e água a bordo, permitindo explorar canais e afluentes em vez de ficar limitado ao costado do navio. Há também pesca e snorkeling. Em Clerke Reef, a pesca é autorizada dentro das regras do parque; o peixe capturado pode ser preparado pelo cozinheiro ou libertado, mas não é levado para casa. Quando o mar está quieto, o convés superior é o lugar natural para deixar o sal secar e esperar pela próxima saída.

Um dia a bordo

Um dia na Odyssey organiza-se à volta da maré e das entradas na água, não de um horário rígido publicado. Primeiro vem a preparação e o briefing; depois, a equipa leva o grupo para a plataforma e para o bote de apoio que faz a aproximação ao local. Entre saídas há refeições frescas, snacks, secagem do equipamento, navegação e descanso à sombra ou no salão climatizado. O Homer pode então seguir para uma lagoa, um canal, uma enseada ou uma atividade de snorkeling e pesca. Em Clerke Reef, a estadia prevista é de cerca de quatro noites, enquanto Mermaid Reef tem regras próprias para a pesca. A hora exata de acordar, os intervalos entre mergulhos e a existência de mergulho noturno dependem da operação e da maré; não há um programa horário fixo apresentado para esta rota. O ritmo certo é o de estar pronto quando a água abre a próxima janela.

O que se come a bordo

A cozinha é feita a bordo e serve refeições frescas todos os dias, com pequeno-almoço, almoço, jantar e dois momentos de chá ou lanche. Há buffet, cozinha ocidental e cozinha local, além de opções vegetarianas; necessidades alimentares devem ser comunicadas na reserva. Entre as entradas na água, a mesa funciona como parte do intervalo: dá tempo para comer, beber e recuperar antes de voltar ao equipamento. Café, chá, chocolate quente, refrigerantes, sumos e snacks ficam disponíveis ao longo do dia. As bebidas alcoólicas estão disponíveis no bar, mas são pagas à parte. Para uma semana remota, esta regularidade pesa mais do que uma ementa vistosa: o prato chega quando é preciso, e a cozinha não depende de uma escala em terra.

As noites no mar

As noites passam-se em cabines privadas no convés inferior, com ar condicionado individual, arrumação, minibar e tomada de 240 V. As cabines Deluxe têm cama de casal ou configuração twin, conforme a categoria; as Classic são twin. As janelas são vigias, por isso não se espera a vista aberta de um quarto em terra. As quatro casas de banho e duches ficam perto das cabines, e há água quente. Depois de um dia ao sol, a vantagem real não é a decoração: é poder fechar a porta, secar o equipamento pessoal, regular o ar e dormir sem trocar de quarto entre cada etapa da viagem. O barco navega durante o dia e procura ancorar em águas abrigadas à noite. O salão climatizado, a biblioteca e o sistema de áudio e vídeo ficam disponíveis quando o corpo já não quer estar no convés.

Camarotes duplos de luxo

Camarote twin clássica

O que é preciso saber antes de embarcar

O cruzeiro de Rowley Shoals parte de Broome e regressa a Broome, num percurso de 8 dias e 7 noites. As transferências de aeroporto ou de hotel são serviços opcionais, não parte automática da viagem. Como o destino é remoto e a partida depende de uma logística apertada em Broome, é prudente chegar na véspera e deixar margem para embarcar sem transformar o primeiro dia numa corrida.

Planta do barco

O que o barco faz pelo oceano

A Odyssey mantém os resíduos a bordo para reciclagem quando possível ou para entrega num local de gestão autorizado. A tripulação recolhe ocasionalmente lixo marinho durante as viagens e leva-o de volta para tratamento adequado. A operação procura não deixar estruturas em terra, explora em grupos pequenos e forma a equipa para reduzir o impacto das atividades e respeitar a história e a cultura dos lugares visitados.

Ano de construção
2006
Ano de renovação
2015
Comprimento
24 m
Boca
8 m
Número máximo de passageiros
20
Número de cabines
10
Número de casas de banho
4
Motores
2 × motores diesel Detroit
Velocidade de cruzeiro
10 nós
Botes de apoio
1 × 12 m & 2 × 5 m
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