Cruzeiros · Filipinas
Infiniti — uma base de mergulho confortável para descobrir os Visayas
O que torna este barco único
- O Infiniti foi construído de raiz como barco de cruzeiro de mergulho, com convés amplo e uma plataforma pensada para entrar na água sem cerimónia.
- As rotas de oito dias e sete noites partem e regressam a Dauin, com foco nos recifes, paredes e vida macro dos Visayas.
- A sala de câmaras tem bancadas, gavetas, tomadas, pontos de carregamento e tanques de água doce separados para equipamento fotográfico.
- A bordo encontram-se nitrox, adaptadores DIN, bacias de lavagem, zona de mergulho à sombra e botes de apoio.
Para legendas em português: inicie primeiro o vídeodepois clique na roda dentadano canto superior direito do vídeo, selecione «Legendas», depois «Traduzir automaticamente» e escolha «Português».
O convite
O Infiniti faz sentido para quem vem às Filipinas para mergulhar muito, mas não quer passar uma semana a lutar por espaço. A proposta é simples: sair de Dauin, dormir já perto dos locais seguintes e alternar muck diving, recifes de coral, paredes e encontros com animais grandes sem regressar todas as noites a terra. As rotas Visayas North, South e West duram oito dias e sete noites; todas as partidas registadas ligam Dauin a Dauin. O que se procura aqui é variedade num só cruzeiro: o trabalho minucioso de encontrar um peixe-sapo ou um cavalo-marinho-pigmeu, seguido de um mergulho em coral aberto onde podem aparecer cardumes, tartarugas, tubarões-raposa ou tubarões-baleia. A tripulação é o outro argumento. Os passageiros encontram um barco organizado, comida muito elogiada e uma atenção próxima, sem a escala de um navio feito para centenas de pessoas.
Subir a bordo
A chegada ao Infiniti é a chegada a um barco que não tenta esconder a sua função. O espaço foi desenhado à volta do mergulho: circula-se entre a cabine, o salão e o convés de equipamento sem transformar cada preparação numa operação apertada. O convés superior abre-se numa grande zona de descanso, parcialmente coberta, com espreguiçadeiras, mesas, bar e lugares onde se pode ficar ao sol ou procurar sombra. O salão climatizado é o refúgio quando o calor aperta e também serve para apresentações, filmes e conversas sobre o mergulho seguinte. A escala do barco favorece uma semana em que se aprende rapidamente quem prefere macro, quem procura animais pelágicos e quem desaparece sempre com uma câmara na mão. O Infiniti não tem o caráter de um velho barco de madeira; é uma embarcação moderna, dedicada ao mergulho, com uma organização mais próxima de uma operação profissional do que de uma simples viagem costeira.
O ambiente a bordo
O ambiente descrito a bordo é próximo e muito orientado para o conforto dos mergulhadores. A tripulação presta atenção aos detalhes, ajuda a manter a rotina organizada e trata o grupo com uma familiaridade que se constrói depressa numa semana fechada no mar. Isso aparece nas pequenas coisas: equipamento tratado no fim do dia, pedidos de comida lembrados, bebidas trazidas sem ser preciso interromper uma conversa. À noite, a vida a bordo não desaparece quando saem da água. Há apresentações sobre vida marinha e destinos, fotografias para rever, filmes, livros e tempo para conversar sobre o próximo animal a procurar. O resultado é um barco social sem obrigação de estar sempre em grupo. Quem quer trocar histórias encontra companhia; quem precisa de silêncio encontra a sua espreguiçadeira ou a cabine.
Os locais onde se mergulha
Dauin é o centro desta seleção de locais, e o interesse está na mudança constante de escala. Na costa de Dauin, até aos 25 m, a areia preta serve de cenário para peixe-sapo, peixe-fantasma, cavalos-marinhos, nudibrânquios, choco flamboyant e polvos raros. O House Reef desce até aos 30 m e mistura tartarugas, cardumes de sardinhas, peixes-mandarim, crustáceos e vida de recife. O Pura Vida Housereef também chega aos 30 m, com encostas de areia preta, estruturas artificiais, ervas marinhas e criaturas camufladas. Sunken Island desce até aos 30 m; o topo do pináculo fica a 25 m e as correntes fortes podem concentrar vida pelágica, tartarugas, fusiliers e tubarões-baleia. Em Eva’s Point, até aos 32 m, gorgónias, corais moles e corais duros ramificados dão abrigo a nudibrânquios, camarões e cavalos-marinhos-pigmeus. Apo Island acrescenta recifes com mais de 400 espécies de corais documentadas, enquanto Toscana procura tartarugas verdes entre peixes-anjo, peixes-borboleta e peixes-cirurgião. Obong Point, Patchy-patchy e Catmon Point completam a rota com extensos recifes, gorgónias, coral negro, fusiliers, peixe-leão e peixe-escorpião. As viagens registadas duram oito dias e sete noites, de Dauin a Dauin.
O que se encontra debaixo de água
Em muitos destes mergulhos, a procura passa por nudibrânquios, peixes-sapo, peixe-leão, peixe-escorpião, camarões, cavalos-marinhos, peixes-batata e tartarugas marinhas. É uma fauna que recompensa a atenção lenta: na areia preta, uma forma imóvel pode ser um peixe-sapo; entre os corais, um nudibrânquio ou um camarão aparece apenas quando o olhar abranda. Depois há encontros que dão uma razão própria a cada paragem. Em Sunken Island podem surgir mantas, fusiliers e animais pelágicos junto ao pináculo e às correntes. Apo Island é o local para procurar enguias-jardineiras e coral duro, além das tartarugas e dos recifes extensos. No House Reef ficam registados enguias, lulas, polvos e peixes-mandarim. Toscana é o ponto para procurar peixes-anjo, peixes-cirurgião e donzelas. Eva’s Point guarda a possibilidade de encontrar cavalos-marinhos-pigmeus entre as gorgónias. Em Catmon Point há registos de tubarão-baleia, mas esse encontro, como qualquer animal selvagem, não é garantido.
Quem vos põe na água
A operação é conduzida por instrutores e divemasters formados e certificados por agências internacionais; os capitães e a tripulação cumprem as exigências locais. A equipa fala inglês e russo. Para embarcar, é exigida certificação Advanced Open Water, pelo menos 25 mergulhos registados e idade mínima de 15 anos. Isso coloca o cruzeiro acima de uma saída de iniciação, sobretudo porque algumas rotas procuram correntes, paredes e animais pelágicos. Os briefings orientam o grupo antes de cada entrada e a organização procura manter atenção personalizada, uma das características destacadas do Infiniti. Não é indicado um rácio fixo de mergulhadores por guia, nem o número de instrutores a bordo, por isso não se deve prometer um tamanho de grupo específico. Para segurança, há oxigénio, kits de primeiros socorros, rádio VHF/DSC/SSB, GPS, radar, sonar, EPIRB, coletes, botes salva-vidas, alarme de incêndio e extintores.
O convés de mergulho e o equipamento
O convés de mergulho é espaçoso, parcialmente sombreado e organizado para que o grupo se equipe sem se amontoar. Há plataforma de mergulho, bacias de lavagem, adaptadores DIN e botes de apoio para os mergulhadores. O nitrox é produzido a bordo por um sistema de membrana Nuvair, e o barco dispõe de enchimento de ar. A sala de câmaras é um ponto forte para fotógrafos: tem bancada, prateleiras, gavetas, tomadas, várias estações de carregamento, computador com centro multimédia, ecrãs e tanques de água doce para câmaras. O equipamento de fotografia pode ser lavado separadamente. Há ainda duches exteriores e água quente depois dos mergulhos. Não são indicados o volume nem o material dos cilindros, nem marcas de equipamento de aluguer; essa informação não deve ser presumida. O conjunto, porém, resolve o que mais pesa numa semana fotográfica: montar, lavar, carregar e voltar a entrar na água sem improvisos.
Entre dois mergulhos
Entre mergulhos, o Infiniti oferece espaço para escolher o próprio ritmo. A grande terrasse parcialmente coberta permite secar ao sol, descansar à sombra ou sentar-se junto ao bar com uma bebida e um snack. Quem viaja com uma câmara pode seguir para a sala dedicada, rever imagens no sistema multimédia ou deixar baterias a carregar enquanto o barco muda de local. O salão climatizado serve para ler, ver um filme ou escapar ao calor das Filipinas. Há também equipamento de snorkeling para quem não quer fazer todas as entradas com cilindro. Nas travessias, o melhor uso do tempo pode ser não fazer nada: deixar o corpo recuperar, observar a linha da costa e chegar ao próximo ponto sem a pressa de uma saída diária desde terra.
Um dia a bordo
Um dia no Infiniti começa pela preparação do primeiro mergulho, com o grupo a reunir-se para o briefing enquanto a equipa deixa o equipamento pronto na plataforma. Depois da entrada na água, o regresso traz duche, bebida, snack e tempo suficiente para recuperar antes do próximo briefing. As refeições entram entre os mergulhos, sem quebrar o ritmo de quem prefere comer leve e voltar ao mar. O barco desloca-se entre locais, e essas travessias são a parte em que se dorme, se revêem fotografias ou simplesmente se fica no convés. A sequência repete-se com variações conforme o local, a corrente e o itinerário. Em alguns programas há mergulho noturno; nesse caso, o dia termina mais tarde, depois de uma última entrada em que a areia preta, os crustáceos e os animais que se escondem durante o dia mudam completamente de aspecto. Não há um horário diário único publicado para todos os mergulhos, e o mar deve conservar a última palavra.
O que se come a bordo
A cozinha serve refeições acabadas de preparar, com buffet, pratos de cozinha local e opções ocidentais, além de alternativas vegetarianas. Há comida e bebidas disponíveis ao longo do dia, incluindo snacks entre mergulhos; ao jantar, o vinho acompanha a refeição e pode haver cerveja, vinho e cocktails no bar. Também entram na viagem sabores locais e churrasco na praia em determinados programas. Num cruzeiro com várias entradas na água, a mesa não é um intervalo decorativo. É onde se repõem líquidos, se come sem pressa e se conta o que apareceu no fundo antes de voltar a vestir o fato. A reputação da comida é uma das razões pelas quais este barco recebe uma nota tão alta nesse critério. O serviço funciona melhor quando respeita o ritmo dos mergulhos: alimentar bem, sem obrigar o grupo a transformar cada refeição numa cerimónia longa.
As noites no mar
As cabines ficam no convés inferior e têm vigias, ar condicionado e casa de banho privativa. Existem três categorias: Premium Deluxe, Deluxe Twin e Deluxe Triple; as Premium Deluxe ficam no convés superior e principal, com janelas que abrem, enquanto as restantes usam vigias. O ponto importante depois de um dia de mergulho é poder fechar a porta, tomar um duche quente e deixar o equipamento fora do espaço de dormir. A cabine não é o lugar onde se passa a viagem: é onde se recupera para o dia seguinte. No salão, a noite pode acabar com um filme, um livro, cartas ou uma apresentação de vida marinha e do destino seguinte. No exterior, a alternativa é simples e melhor: uma bebida, ar quente e céu aberto enquanto o barco navega.
premium de luxo (Camarotes 1-6)
triplo de luxo (Camarotes 7, 9)
twin de luxo (Camarotes 10-11)
O que é preciso saber antes de embarcar
As rotas registadas partem e regressam a Dauin, com embarque no Atlantis Dumaguete Resort. Nas rotas descritas, a entrada a bordo acontece às 16h e o desembarque às 7h. Transferes de aeroporto ou hotel são serviços opcionais, e também podem ser organizadas ligações de voo doméstico. Para evitar que um atraso de viagem encoste o cruzeiro à partida, é sensato chegar a Dauin na véspera.
Planta do barco
- Ano de construção
- 2013
- Comprimento
- 39 m
- Boca
- 8 m
- Número máximo de passageiros
- 25
- Número de cabines
- 11
- Número de casas de banho
- 11
- Motores
- 2 × 650 cv Cummins
- Velocidade de cruzeiro
- 8 nós
Olá, sou a Marina, a assistente IA da DivingDeal.com. Respondo-te em detalhe sobre hotéis, centros e cruzeiros.

A pensar na viagem toda e nos voos? Fala com a Edith →
A Marina é uma IA. Alguns links são afiliados: a DivingDeal pode receber uma comissão, sem custo extra para si. A reserva é concluída com o parceiro.















