
The Scuba Squad
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Tailândia · Ásia
Em Koh Chang, os pináculos de Hin Luk Bat, os recifes de Koh Rang e o naufrágio HTMS Chang compõem dias de mergulho a partir de uma ilha florestal.
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Koh Chang junta uma ilha coberta de floresta a saídas de barco para pináculos, recifes e um naufrágio de grande presença, o HTMS Chang. O mergulho faz-se sobretudo longe da praia, com Hin Luk Bat e os recifes de Koh Rang a desenharem dias diferentes conforme o estado do mar. Para quem conhece os Açores, a mudança está na água tropical e nos corais duros; a exigência de planear a meteorologia, essa, é igualmente concreta.
O relevo de Koh Chang vive nos pináculos e afloramentos rochosos de Hin Luk Bat, Hin Rap, Hin Nam Tai e Hin Rua Tek, com os recifes de Koh Rang a acrescentarem paredes, blocos e extensões de coral duro. As saídas são feitas de barco, normalmente em jornadas completas, e os correntes variam de fracas a mais marcadas nos locais expostos e no HTMS Chang. A visibilidade costuma situar-se entre dez e vinte metros na época mais favorável, mas pode cair depois de chuva, com a ondulação e o escoamento da ilha. No naufrágio, a profundidade e a água carregada podem juntar-se à corrente. As zonas mais profundas exigem um perfil bem controlado, enquanto os recifes permitem mergulhos mais tranquilos quando o mar está calmo.
Os recifes de Koh Rang e Hin Luk Bat oferecem o cenário mais constante: corais duros, peixes de recife e a vida miúda que se abriga entre os blocos e pináculos. As tartarugas fazem parte dos encontros possíveis, mas não devem ser tratadas como uma presença garantida ou ligada a um mês específico. A qualidade da observação depende muito da visibilidade, que pode ser superior em Koh Rang do que junto à ilha. Depois de períodos de chuva, o escoamento terrestre torna os locais próximos de Koh Chang menos transparentes. Nas saídas exteriores, a distância reduz a influência desse escoamento, mas deixa o mergulho mais dependente do vento e da ondulação.
A época mais regular decorre de novembro a abril, podendo prolongar-se por maio. É quando o vento e a ondulação tendem a perturbar menos as saídas para Koh Rang, e a visibilidade tem melhores hipóteses de se manter entre dez e vinte metros. Entre junho e outubro, a monção e a época das chuvas tornam o mar menos previsível, sobretudo nos locais exteriores; alguns pontos abrigados continuam acessíveis. Dezembro a fevereiro traz mais movimento nos barcos. Uma combinação de três milímetros costuma bastar, embora uma proteção integral fina seja sensata para quem arrefece durante longos dias no barco.
Koh Chang serve tanto quem está a começar como quem já tem experiência, desde que o mergulho seja ajustado ao local e ao mar desse dia. Os recifes menos profundos permitem uma entrada progressiva, enquanto o HTMS Chang pede mais preparação nas zonas profundas. Para essas partes, o Advanced Open Water ou uma certificação FPAS/CMAS equivalente é uma base adequada. Nitrox pode ser útil em dias de mergulhos repetitivos, se estiver disponível. Correntes mais fortes nos locais expostos justificam conforto na água e autonomia de decisão.
A partir de Lisboa ou do Porto, o percurso passa por Bangkok e continua por terra até Trat, numa viagem rodoviária de cerca de quatro a cinco horas, ou por voo doméstico seguido de transporte terrestre. A etapa que não se pode contornar é o ferry para Koh Chang, com uma travessia de cerca de trinta a quarenta e cinco minutos. Convém coordenar o transporte desde Trat com os horários do ferry, sobretudo se a chegada for tardia. Na ilha, os centros concentram-se principalmente na costa oeste. Dependendo da praia escolhida, podes ir a pé, usar um transfer do centro quando existir ou recorrer a transporte rodoviário local.
Reserva uma margem de pelo menos um dia para a saída a Koh Rang. É o sector que mais perde acessibilidade quando o mar piora, e uma única tentativa durante a monção pode acabar substituída por locais abrigados. Antes de embarcar, confirma quais as zonas realmente acessíveis nesse dia, em vez de assumires que o nome da saída garante o itinerário. Começar por Hin Luk Bat ou pelo HTMS Chang ajuda a perceber a visibilidade e a corrente antes de uma jornada mais longa. Não confundas a água junto a Koh Chang com a de Koh Rang: a chuva recente pode deixar os recifes locais carregados. Leva uma proteção térmica que conheças e que aguente um dia prolongado no barco. Escolhe alojamento verificando a distância até ao centro, e não apenas a proximidade da praia. Evita marcar voo ou outra ligação imediatamente depois de regressares do mar, porque o ferry e a estrada podem atrasar-se.
Sete a dez dias permitem combinar várias saídas de barco, guardar um dia de margem para o estado do mar e incluir uma jornada a Koh Rang. A estadia faz-se em terra, na costa oeste, com os mergulhos organizados a partir da ilha. Entre as saídas, há praias, aldeias costeiras, cascatas, floresta, caiaque e passeios de barco. Um acompanhante que não mergulhe encontra assim um programa próprio, sem ficar limitado aos dias no mar.
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A época mais regular em Koh Chang decorre de novembro a abril, podendo prolongar-se por maio, com vento e ondulação geralmente menos perturbadores e melhores hipóteses de visibilidade entre dez e vinte metros. Entre junho e outubro, a monção e as chuvas tornam o mar menos previsível, sobretudo nos locais exteriores.
Koh Chang recebe quem está a começar e quem já tem experiência, desde que o mergulho seja ajustado ao local e ao estado do mar. Os recifes menos profundos permitem uma entrada progressiva. As zonas profundas do HTMS Chang pedem mais preparação, sendo adequada certificação Advanced Open Water ou equivalente FPAS/CMAS.
Em Koh Chang encontras corais duros, peixes de recife e vida miúda entre os blocos e pináculos de Hin Luk Bat e dos recifes de Koh Rang. As tartarugas estão entre os encontros possíveis. O HTMS Chang acrescenta um naufrágio, enquanto paredes, blocos e afloramentos rochosos diversificam o relevo.
Para chegar a Koh Chang, viaja por Bangkok até Trat, seguindo por estrada ou voo doméstico com transporte terrestre, e conta com o ferry obrigatório. Fica na costa oeste, perto do centro de mergulho, e reserva sete a dez dias para combinar saídas, guardar uma margem para o mar e visitar Koh Rang.