
Cabo Diving Center
Google 4,7/5 (121 avaliações)
a 7,4 km em linha reta
Sal · Cabo Verde · Atlântico
Prof. máx. · 35 mUm vasto planalto vulcânico de águas abertas que oferece encontros com grandes pelágicos e uma topografia complexa de fendas e saliências.
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O Choclassa distingue-se pela sua estrutura de planalto vulcânico submerso, uma plataforma vasta que se estende para águas mais profundas além do seu perfil de mergulho recreativo. A topografia é marcada por uma série de cristas vulcânicas e vales que criam um terreno irregular e dinâmico. Ao mergulhares, vais encontrar um cenário composto por bancadas rochosas, saliências e inúmeras fendas que se estendem pela plataforma. Esta configuração cria micro-habitats que são essenciais para a biodiversidade local, oferecendo refúgios que nem sempre são visíveis em outros sítios mais rasos da região.
A descida ao Choclassa leva-te para um perfil de mergulho que varia entre os 13 e os 35 metros de profundidade. À medida que desces, a paisão visual muda com a transição da plataforma para as encostas que mergulham em direção ao oceano aberto. A presença de blocos de basalto dispersos pelo fundo e de arcos naturais acrescenta uma complexidade técnica ao percurso, exigindo atenção ao controlo de flutuabilidade, especialmente quando nos aproximamos das zonas de maior profundidade. A escala do planalto é o que realmente define a sensação de espaço durante o mergulho.
Devido à sua localização em mar aberto, o sítio está sujeito às condições das águas oceânicas, o que significa que a visibilidade é frequentemente excelente, situando-se entre os 20 e os 35 metros. Esta clareza de água é o que permite a observação de grandes espécies que circulam na coluna de água ou que utilizam a plataforma como ponto de referência. A luz penetra de forma constante, realçando as texturas das rochas vulcânicas e facilitando a identificação de vida escondida nas fendas e sob os testemunhos rochosos.
A fauna pelágica é um dos principais motivos para mergulhar no Choclassa, especialmente entre os meses de abril e novembro. Podes encontrar cardumes de atuns e peixe-espada-atlântico a cruzarem o planalto, aproveitando as correntes que circulam pela estrutura. Em certas épocas, a presença de tubarões-oceânicos e de tubarões-martelo (Sphyrna lewini) é reportada, tornando este sítio um dos pontos mais dinâmicos da zona de Sal para quem procura vida de grande porte.
Ao observares o fundo e as encostas rochosas, a fauna de recife revela-se através de esconderijos estratégicos. É comum encontrar lagostas-espinhosas e moreias a patrulhar as fendas e as saliências do basalto. A presença de tartarugas marinhas e de raias também é frequente, muitas vezes a deslizar sobre a plataforma ou a descansar junto às estruturas rochosas. Estes encontros são mais prováveis quando aproveitamos o movimento das correntes que trazem nutrientes para o planalto.
A dinâmica de correntes é um fator determinante na experiência neste sítio. Embora as condições possam ser calmas durante certos períodos, o Choclassa é conhecido por apresentar correntes moderadas a fortes que requerem perícia. Estas correntes podem transformar o mergulho numa experiência de deriva, onde o movimento da água dita o ritmo do percurso. É essencial estar atento à direção e intensidade do fluxo para garantir um planeamento de subida seguro e eficiente.
A principal diferença deste sítio face a outros mergulhos em Sal é a sua profundidade e a sua exposição ao oceano aberto. Enquanto muitos sítios locais são mais protegidos, o Choclassa é um ambiente de águas abertas que exige um mergulhador confortável com a exposição e com a profundidade de 35 metros. A amplitude do planalto e a sua natureza vulcânica conferem uma sensação de escala que não se encontra em recifes de coral mais pequenos ou em zonas de águas mais rasas.
O acesso ao Choclassa é feito exclusivamente através de embarcação, partindo geralmente da zona de Santa Maria. Devido à localização offshore, não existe uma entrada por costa estabelecida. Dependendo da condição do mar e da corrente, o mergulho pode ser feito com retorno por linha fixa ou através de um mergulho de deriva, sendo fundamental que o mergulhador esteja preparado para a variabilidade das condições de superfície e de subsuperfície.
Profundidade entre 13 e 35 metros. Requer-se nível Advanced (experiência de mergulho moderada a alta) devido à profundidade e exposição a correntes variáveis. Visibilidade de 20 a 35 metros. Melhor época de abril a novembro.
A melhor época para mergulhar em Choclassa decorre de abril a novembro, período especialmente indicado para procurar fauna pelágica. O local situa-se em mar aberto e o acesso é feito exclusivamente por embarcação, geralmente a partir da zona de Santa Maria. As condições de superfície e subsuperfície podem variar.
Para mergulhar em Choclassa precisas de nível Advanced e de experiência de mergulho moderada a alta. O perfil varia entre 13 e 35 metros, com um planalto vulcânico que desce para encostas voltadas ao oceano aberto. A profundidade e a exposição exigem controlo de flutuabilidade e atenção durante o percurso.
Em Choclassa podes encontrar correntes variáveis, moderadas a fortes, embora também existam períodos mais calmos. O movimento da água pode transformar o mergulho numa experiência de deriva, por isso deves acompanhar a direção e a intensidade do fluxo. O planeamento da subida pode envolver retorno por linha fixa ou mergulho de deriva.
Em Choclassa encontras um planalto vulcânico com cristas, vales, bancadas rochosas, fendas, arcos e saliências. A visibilidade situa-se entre 20 e 35 metros. Podes observar atuns, peixe espada atlântico, tubarões oceânicos, tubarões martelo, lagostas espinhosas, moreias, tartarugas marinhas e raias junto às estruturas rochosas.