Cruzeiros · Tailândia
Sawasdee Fasai — uma base sólida para explorar o mar de Andamão
O que torna este barco único
- Cruzeiros de 5 dias e 4 noites com partida e regresso ao Thap Lamu Pier.
- A rota passa pelas Ilhas Similan, Koh Bon, Koh Tachai e Richelieu Rock.
- O convés de mergulho tem zona sombreada, plataforma, tanques de lavagem, adaptadores DIN e nitrox gratuito.
- As 15 cabines são climatizadas e têm casa de banho privada; existem categorias Master, Deluxe, Standard e Budget.
- A bordo servem-se buffets de cozinha local e ocidental, com opções vegetarianas, cerveja e snacks ao longo do dia.
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O convite
O Sawasdee Fasai é para quem quer passar vários dias a explorar os pontos fortes do mar de Andamão sem transformar o barco num hotel como destino principal. A rota junta as Ilhas Similan, Koh Bon, Koh Tachai e Richelieu Rock, com passagem por recifes, pináculos e naufrágios conhecidos pela vida pelágica. A organização do mergulho é flexível, e o nitrox é gratuito: duas escolhas que pesam numa semana com vários mergulhos. Não é preciso procurar uma única atração. A viagem vale pela sequência de ambientes, desde a estação de limpeza de Koh Bon até aos blocos de granito e às paredes das Similan.
Subir a bordo
O Sawasdee Fasai tem o desenho de um barco feito para passar dias no mar e voltar repetidamente à água: plataforma de mergulho, zona sombreada, salão interior, terraço e espaços para equipamento e fotografia. A renovação de 2016 ajuda a explicar uma combinação pouco dramática, mas importante, entre a estrutura de um barco já usado e áreas pensadas para a vida a bordo atual. As cabines ficam na parte da frente, nos conveses superior e inferior, e não têm janela. O ar condicionado e a casa de banho privada tornam o regresso depois do mergulho mais simples, enquanto o salão climatizado oferece um lugar protegido quando o calor aperta.
O ambiente a bordo
O ambiente depende muito da tripulação estar presente quando é preciso, e essa é uma das características associadas ao Sawasdee Fasai: o serviço é descrito como disponível de forma permanente, com planeamento flexível dos mergulhos. A equipa local e internacional fala inglês, francês, japonês, espanhol e português, o que facilita a comunicação antes de entrar na água e durante a rotina a bordo. Depois do jantar, o salão interior e o espaço exterior dão lugar à conversa, às imagens e ao descanso. O barco recebe também não mergulhadores que praticam PMT, por isso nem todos os passageiros precisam de passar o dia debaixo de água.
Os locais onde se mergulha
A rota registada dura 5 dias e 4 noites, com partida e regresso ao Thap Lamu Pier, e liga as Ilhas Similan, Koh Bon, Koh Tachai e Richelieu Rock. Koh Bon é o ponto para procurar raias-manta junto à parede e à estação de limpeza, sobretudo entre janeiro e maio. Nas Similan, os recifes, os grandes blocos de rocha e a corrente podem levar o mergulho até -40 m. Koh Tachai tem granito, corais, pináculo e vida pelágica, também até -40 m. No Boonsung Wreck, até -18 m, os cardumes podem esconder a superfície; no King Cruiser Wreck, até -35 m, o ferry de 85 m tornou-se um recife artificial. Elephant Head Rock desce até -60 m entre passagens e cavernas. Christmas Point, Shark Fin Reef e Deep Six chegam respetivamente a -40 m, -40 m e -50 m, com blocos, paredes, passagens, tubarões de recife e napoleões. Anita's Reef, Breakfast Bend e West of Eden completam a variedade com bommies, coral duro e canyons de granito.

Koh Bon →

Koh Tachai →
Prof. máx. · 40 m

Richelieu Rock →
Prof. máx. · 35 m

Boonsung Wreck →
Prof. máx. · 18 m

King Cruiser Wreck →
Prof. máx. · 35 m

Elephant Head Rock →
Prof. máx. · 60 m

Christmas Point →
Prof. máx. · 40 m

Shark Fin Reef →
Prof. máx. · 40 m

Deep Six →
Prof. máx. · 50 m

Anita's Reef →
Prof. máx. · 35 m

Breakfast Bend →
Prof. máx. · 35 m

West of Eden →
Prof. máx. · 40 m
O que se encontra debaixo de água
Nesta rota, a vida grande aparece acompanhada por uma paisagem que muda de mergulho para mergulho. Raias-manta, tubarões de recife, tubarões-de-pontas-brancas, barracudas, atuns, napoleões, tartarugas, meros, fusiliers, moreias e nudibrânquios são encontros registados em vários pontos. Koh Bon concentra a procura de mantas junto à estação de limpeza, com a melhor janela indicada entre janeiro e maio; Similan, Koh Tachai e os pináculos podem trazer tubarões-baleia e outros pelágicos, sem promessa de encontro. Há ainda razões muito específicas para certos saltos: enguias-jardineiras e peixes-cofre em Breakfast Bend, peixe-pedra e peixe-porco-espinho no Boonsung Wreck, tubarão-bambu no King Cruiser Wreck, e peixe-balão, blénia e tubarões em locais distintos como Boonsung Wreck, Deep Six e Christmas Point. O interesse está tanto em procurar o animal como em saber onde faz sentido procurá-lo.
Quem vos põe na água
A comunicação a bordo é ampla: a tripulação fala inglês, francês, japonês, espanhol e português. Para a segurança, o barco dispõe de oxigénio, kits de primeiros socorros, rádio VHF/DSC/SSB, GPS, radar, telefones móveis e satélite, coletes e botes salva-vidas, além de alarme de incêndio, extintores e foguetes de sinalização. A tripulação tem formação em primeiros socorros. O planeamento dos mergulhos é flexível, mas não são indicados o número de guias, o rácio de cada grupo, as qualificações individuais ou o número mínimo de mergulhos exigido.
O convés de mergulho e o equipamento
O convés de mergulho tem uma plataforma própria, zona sombreada, tanques de lavagem e adaptadores DIN. O nitrox está disponível gratuitamente, e há estações de carregamento, espaço para fotografia, duches exteriores e anexos para os mergulhadores. O equipamento pode ser alugado, mas não são indicados volumes ou materiais dos cilindros, nem marcas de reguladores, computadores ou coletes. Essa informação deve ser confirmada antes de escolher o aluguer. O essencial da operação está bem definido: prepara-se o equipamento junto à água, entra-se pela plataforma e regressa-se aos tanques de lavagem sem atravessar as áreas de descanso.
Entre dois mergulhos
Entre dois mergulhos, a zona sombreada do convés de mergulho protege do sol sem afastar ninguém da operação. O terraço e o salão interior climatizado permitem escolher entre ar livre e abrigo, enquanto o espaço de fotografia serve para tratar do equipamento e das imagens antes da próxima entrada na água. Há duches exteriores para tirar o sal, estações de carregamento e um bar. Quando o barco navega, esses lugares tornam-se a parte mais prática do dia: sombra, água, comida e tempo para rever o que apareceu no mergulho anterior.
Um dia a bordo
O dia começa com a preparação do primeiro mergulho e um briefing antes da entrada na água. Depois, o ritmo alterna entre mergulhos, refeições buffet, snacks, lavagem do equipamento e períodos de descanso na sombra, no terraço ou no salão climatizado. A navegação liga uma zona à seguinte, enquanto o convés de mergulho volta a concentrar a atividade antes de cada saída. O regresso à plataforma traz o duche exterior, a arrumação do equipamento e tempo para cuidar das fotografias. Como não estão publicados horários nem o número exato de mergulhos por dia, o programa deve ser entendido pela ordem das operações, não como um horário fixo.
O que se come a bordo
As refeições são servidas em regime de pensão completa, em formato buffet, com cozinha local e ocidental. Há opções vegetarianas, cervejas disponíveis e snacks durante todo o dia. A combinação é adequada ao ritmo de quem entra e sai da água várias vezes: a refeição principal repõe energia, enquanto algo leve fica acessível entre mergulhos. Não há horários publicados para cada refeição, mas a comida acompanha o programa de bordo sem obrigar o mergulhador a escolher entre comer e preparar o equipamento.
As noites no mar
À noite, a diferença faz-se menos pelo luxo do que pela possibilidade de fechar a porta, ligar o ar condicionado e descansar depois de um dia na água. As cabines existem nas categorias Master, Deluxe, Standard e Budget, todas com casa de banho privada; como não têm janela, o interior fica separado da luz e do movimento exterior. O salão climatizado e o terraço dão alternativas ao beliche, mas a cabine é sobretudo um lugar para dormir e recuperar. Num cruzeiro de mergulho, isso conta mais do que uma decoração vistosa: o espaço serve para chegar ao próximo mergulho inteiro.
Camarote master
Camarote de luxo
Camarote standard
Camarote económica
O que é preciso saber antes de embarcar
O cruzeiro parte e regressa ao Thap Lamu Pier, na mesma rota registada. As transferências de aeroporto e de hotel estão incluídas. Como o embarque depende da ligação até ao cais e não há horários de recolha indicados aqui, chegar à região na véspera é a opção mais prudente.
- Ano de construção
- 2004
- Ano de renovação
- 2016
- Comprimento
- 36,8 m
- Boca
- 7,8 m
- Número máximo de passageiros
- 30
- Número de cabines
- 15
- Número de casas de banho
- 11
- Motores
- 2 × 520 cv
- Velocidade de cruzeiro
- 12 nós
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