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Dune Silky — um iate moderno feito para mergulhar no Mar Vermelho

O que torna este barco único

  • Construído em 2021, o Dune Silky é um iate moderno e espaçoso com 13 cabines e capacidade máxima para 26 passageiros.
  • Cada cabine tem casa de banho privada, ar condicionado e camas twin grandes.
  • O nitrox é gratuito para mergulhadores brevetados.
  • Dois botes de apoio, uma plataforma de mergulho, espaço à sombra e tanques de lavagem tornam simples a entrada e a saída da água.

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O convite

O Dune Silky é para quem quer passar a semana a mergulhar, não apenas dormir num barco que por acaso leva equipamento. As rotas atravessam recifes, paredes, naufrágios e pontos de encontro com grandes peixes no Mar Vermelho egípcio. O barco foi pensado para uma operação de mergulho regular: há espaço para preparar o equipamento, dois botes de apoio e nitrox gratuito para mergulhadores brevetados. Depois da água, encontra-se um salão interior, zonas exteriores de descanso e um convés superior com sombra. A escolha faz sentido para quem valoriza um barco recente, cabines confortáveis e uma logística de mergulho direta, sem trocar o essencial por decoração.

Subir a bordo

Ao chegar ao Dune Silky, a impressão é a de um barco construído para receber grupos grandes sem parecer um dormitório flutuante. O desenho é moderno, com salão interior, zonas exteriores de descanso e uma circulação distribuída por diferentes áreas do barco. A construção recente ajuda a explicar essa sensação de organização: não há uma história de madeira antiga ou de ferrugem para romantizar, mas há uma plataforma preparada para a rotina exigente de vários mergulhos por dia. As janelas panorâmicas das cabines superiores deixam entrar mais luz e tornam a passagem do cais para a vida a bordo menos fechada. É um barco para conhecer depressa, encontrar o equipamento no lugar e chegar ao convés sem perder tempo.

O ambiente a bordo

O ambiente é descontraído, mas a operação continua centrada no mergulho. Com até 26 passageiros, o grupo tem dimensão suficiente para reunir pessoas com ritmos diferentes, enquanto o espaço do convés evita a disputa constante por um canto para montar o equipamento. A tripulação fala inglês e francês, e a presença de uma equipa local e internacional facilita a comunicação entre passageiros de várias origens. Depois dos mergulhos, é natural que a conversa se prolongue no salão ou na zona de descanso, comparando o que cada grupo encontrou. A tripulação ganha importância precisamente nesses momentos: mantém a casa a funcionar, ajuda a passagem entre convés, bote e cabine e deixa os mergulhadores concentrados no que vieram fazer.

Os locais onde se mergulha

As rotas do Dune Silky duram 8 dias e 7 noites, ou 15 dias e 14 noites no Best of Egypt, com embarques e desembarques em Marsa Ghalib, Port Ghalib ou Safaga, conforme o cruzeiro. Fury Shoals junta jardins de coral duro, formações variadas e naufrágios. Em Safaga, Middle Reef é um labirinto de blocos de coral em forma de queijo suíço; Abu Kafan leva a uma deriva junto a paredes escarpadas; Gamul Soraya concentra um jardim de coral compacto; Shaab Hamdallah tem torres de coral e exige mar calmo; Shaab Claude abre passagens entre grandes formações e chega a -22 m. Safaga Soraya desce até -20 m num recife pouco visitado. Em Ras Mohammed, Eel Garden chega a -35 m e é procurado pelas enguias-jardim. Elphinstone combina paredes verticais até -60 m e potencial para tubarões. Ulysses atinge -27 m. Rosalie Moller repousa até -50 m. St Johns oferece cavernas, túneis e passagens; Rocky Island procura grandes pelágicos; Abu Nuhas reúne vários naufrágios.

O que se encontra debaixo de água

Nesta rota, barracudas, carangues, atuns, tartarugas, moreias gigantes, tubarões de recife, raias manta, tubarões-martelo, anthias, peixes-borboleta e coral mole aparecem em vários pontos, por isso o espetáculo não depende de um único mergulho. Os encontros grandes são possíveis, não garantidos: paredes, corrente e recifes expostos mudam de um dia para o outro. Elphinstone é o local singular para procurar tubarão-baleia, tubarão de pontas negras, tubarão-tigre e labre, além de tubarões-martelo e tubarões oceânicos. Eel Garden, em Ras Mohammed, vale pelas enguias-jardim, polvos e peixes-cofre que surgem da areia e do recife. Shaab Claude acrescenta anémonas e peixes-palhaço. Rosalie Moller é o ponto para procurar a carangueja de olhos grandes entre barracudas, atuns, carangues e peixes de vidro. Gamul Soraya tem peixes-morcego; St Johns destaca-se pelo coral duro.

Quem vos põe na água

A tripulação fala inglês e francês e os mergulhos são acompanhados por guias profissionais. A organização conta com briefings antes das entradas na água e com grupos distribuídos entre o barco e os dois botes de apoio, mas não são indicados o número de guias, o rácio por grupo, as qualificações individuais ou um número mínimo de mergulhos registados. O nível exigido deve, por isso, ser lido em função da rota escolhida: há paredes, correntes, naufrágios e locais profundos no programa. A bordo existem oxigénio, kits de primeiros socorros, rádio VHF/DSC/SSB, GPS, coletes e equipamento de combate a incêndios. É uma base de segurança concreta, não uma promessa de que o mar ficará sempre fácil.

O convés de mergulho e o equipamento

O convés de mergulho tem plataforma de entrada na água, espaço protegido do sol, bacias de lavagem e adaptadores DIN. Existem dois botes de apoio, úteis para distribuir os grupos e para recolher mergulhadores longe do ponto de saída. O Dune Silky aceita mergulho sidemount e dispõe de uma zona de lavagem separada para câmaras. O nitrox está disponível gratuitamente para mergulhadores brevetados. O equipamento de aluguer pode ser pedido, mas não são indicados volumes de cilindros, material específico, marcas, compressor, sistema de enchimento, boias ou mesa dedicada para fotografia. A informação disponível permite avaliar bem a circulação no convés e o apoio à entrada na água, mas não permite prometer detalhes que não estão descritos.

Entre dois mergulhos

Entre mergulhos, o Dune Silky oferece duas formas simples de passar o tempo: sombra para descansar sem continuar exposto ao sol e áreas exteriores para quem prefere vento e horizonte. O convés de observação e o terraço servem para acompanhar a navegação, secar o fato e deixar a cabeça sair do modo de mergulho. O salão climatizado é a alternativa quando o calor aperta. Há ainda um espaço separado para lavar câmaras, o que evita misturar equipamento delicado com o restante material. Numa tarde sem mergulho, o barco funciona melhor como lugar de pausa do que como programa de animação: banho, leitura, fotografia, conversa e mar à volta.

Um dia a bordo

O dia começa antes do amanhecer, com o primeiro briefing e a preparação do equipamento no convés. Entra-se na água, regressa-se ao barco para comer e descansar, e o ciclo repete-se enquanto a rota avança para o recife seguinte. Entre mergulhos há tempo para banho, petiscos, conversa e repouso à sombra; quando o barco navega, o convés superior é o lugar natural para acompanhar a passagem das ilhas e do mar aberto. O mergulho noturno faz parte do programa incluído, quando as condições e o local o permitem. Não há um horário único para todos os itinerários: a ordem é estável — briefing, água, refeição, descanso e nova entrada — mas a hora depende da navegação e do ponto escolhido.

O que se come a bordo

A cozinha serve pensão completa, com pratos locais e ocidentais, opções vegetarianas, jantar à carta e comida preparada para diferentes preferências. Há bebidas não alcoólicas, chá, café e petiscos ao longo do dia; cerveja e vinho estão disponíveis. A mesa ganha importância num cruzeiro de mergulho porque não se trata apenas de comer bem: é o intervalo entre uma entrada na água e a seguinte, o momento em que se recupera energia e se revê o que aconteceu no recife. A variedade ajuda a manter a semana confortável para um grupo com hábitos diferentes, sem transformar cada refeição numa cerimónia demorada.

As noites no mar

As noites são passadas em cabines Standard, Superior ou Deluxe, todas com casa de banho privada e ar condicionado. As camas twin grandes são uma vantagem real depois de um dia com equipamento às costas, sobretudo para quem não quer dividir um espaço apertado com malas e cilindros. As cabines superiores têm vista para o mar, enquanto o salão interior e as zonas exteriores permitem sair do beliche sem transformar a cabine em sala de estar. O Wi-Fi está disponível a bordo, mas a melhor parte da noite costuma ser outra: banho quente, roupa seca, uma conversa sobre o último mergulho e o barco a preparar o dia seguinte. O ambiente é confortável e funcional, mais próximo de um iate moderno do que de um velho barco de expedição.

Camarotes standard

Camarotes superiores

Camarote de luxo

O que é preciso saber antes de embarcar

Os cruzeiros registados partem e regressam a Marsa Ghalib, Port Ghalib ou Safaga, de acordo com a rota escolhida. O transfer do aeroporto está incluído. As rotas podem terminar num porto diferente daquele onde começaram, como acontece nos percursos entre Marsa Ghalib e Safaga ou entre Safaga e Port Ghalib. Para evitar começar a viagem a correr, é prudente chegar ao Egito na véspera do embarque.

Planta do barco

Ano de construção
2021
Comprimento
44 m
Número máximo de passageiros
26
Número de cabines
13
Número de casas de banho
15
Motores
2 × MAN 1200 cv
Botes de apoio
2
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