Português
DivingDeal.com

Tanzânia · África

Mergulho Zanzibar: recifes, paredes e correntes insulares

Recifes rasos, paredes até aos 55 metros, golfinhos em Mnemba e barracudas sobre bancos expostos desenham uma Zanzibar feita para mergulhar sem pressa.

O que torna este destino único

  • Golfinhos residentes nas águas de Mnemba
  • Leven Bank, com correntes fortes até aos 55 metros
  • Kichwani, parede de coral mole entre dois e 30 metros
  • Mwana wa Mwana, recife raso para todos os níveis
  • Barracudas e pargos sobre os corais de Hunga
  • Magic Reef, território de nudibrânquios e vida macro
  • Baleias-jubarte junto a Leven Bank em agosto e setembro

Para legendas em português: inicie primeiro o vídeodepois clique na roda dentadano canto superior direito do vídeo, selecione «Legendas», depois «Traduzir automaticamente» e escolha «Português».

Apresentação

Zanzibar é uma viagem de ilha em que a mergulho se encaixa entre Stone Town, praias e lagoas. Debaixo de água, os recifes começam muitas vezes em poucos metros, como em Mwana wa Mwana e Kichwani, mas também há paredes e bancos expostos para quem procura mais movimento. Mnemba acrescenta encontros regulares com golfinhos, enquanto Pemba prolonga a experiência para uma ilha de carácter mais remoto. É uma escolha particularmente interessante para quem não quer passar uma semana inteira num liveaboard.

O mergulho aqui

A paisagem submersa alterna jardins de coral, margens de plataforma, paredes e zonas abertas ao largo. Em Kichwani, a parede começa quase à superfície e desce até aos 30 metros; em Kungui, o jardim de coral conduz a uma parede mais profunda. Mwana wa Mwana e Tumbatu Island permitem observar o recife em pouca água, com tempo para procurar pequenos animais. Já Leven Bank é outra conversa: oceano aberto, perfil até aos 55 metros e correntes que podem exigir uma entrada e uma saída bem coordenadas. A corrente depende da zona e da maré, por isso o briefing pesa mais do que a aparência tropical do local. A visibilidade pode chegar aos 30 metros em determinadas janelas, mas varia com a ondulação, o local e os aportes costeiros. As saídas são normalmente feitas de barco, a partir de bases locais, em programas de duas imersões diárias.

Três mergulhos a não perder

A fauna submarina

A vida marinha pede dois tipos de atenção. Nos recifes e paredes, convém avançar devagar junto ao coral para encontrar peixe-escorpião, peixe-crocodilo, peixe-sapo, moreia, garoupa, peixe-lima e nudibrânquio. Os fundos de areia podem revelar cavalo-marinho, camarão-louva-a-aço e raia-lixa, enquanto as tartarugas-marinhas aparecem entre os jardins de coral. Em Mnemba, o golfinho é uma presença associada às saídas, e as águas abertas podem trazer barracudas. Leven Bank muda a escala do mergulho, com cardumes de barracudas e a possibilidade de observar baleias-jubarte em agosto e setembro. O bodião-napoleão, o vermelho e o peixe-crocodilo completam encontros possíveis nos recifes. Em Mnemba Island, setembro a dezembro é referido como uma janela favorável para procurar tubarões-baleia, embora o mar nunca transforme um encontro numa garantia.

Possíveis encontros subaquáticos

Quando ir

A janela mais equilibrada para o estado do mar situa-se entre março e abril, quando a água é indicada como mais calma. Para quem valoriza também menos chuva, junho a outubro oferece uma estação mais seca, embora isso não signifique condições idênticas em todas as costas, passes e ilhas. A visibilidade pode ser generosa entre meados de fevereiro e abril e novamente de outubro a meados de dezembro, chegando localmente aos 30 metros. Estas janelas ajudam a planear, mas não substituem a leitura da maré: um dia calmo junto à costa pode coincidir com corrente mais marcada numa ponta ou num banco exposto. Setembro a dezembro ganha interesse em Mnemba para a procura de tubarões-baleia; agosto e setembro destacam-se em Leven Bank pelas baleias-jubarte.

Nível exigido

Zanzibar serve tanto a quem está a consolidar a experiência como a mergulhadores avançados, desde que o local seja escolhido de acordo com o mar do dia. Recifes rasos como Mwana wa Mwana, Tumbatu Island ou Wattabomi são adequados a todos os níveis. Mnemba pode ser tranquila num recife e exigente numa parede ou numa maré forte. Para Leven Bank, é necessária experiência real em corrente e no azul. Para um mergulhador certificado pela FPAS/CMAS, o Advanced e o Nitrox são particularmente úteis nos programas com duas imersões diárias e nos locais mais expostos.

No local

A partir de Lisboa ou do Porto, a chegada faz-se primeiro à Tanzânia, seguindo depois para a ilha principal de Zanzibar por avião ou por ferry desde Dar es Salaam. O percurso total depende das ligações escolhidas, pelo que as correspondências devem ser pensadas como parte do itinerário, sobretudo quando a viagem inclui Pemba. Em Unguja, a deslocação entre o alojamento costeiro, o centro e o embarcadouro é normalmente feita por táxi, transporte do operador ou viatura reservada. Não é uma zona em que o viajante se instale num único cais e faça tudo a pé: as bases estão distribuídas pela costa e cada saída depende da localização do alojamento. Para Pemba, é necessário acrescentar uma ligação doméstica ou marítima.

Dicas locais

Em Zanzibar, a maré deve entrar no planeamento desde o primeiro contacto com o programa. Perguntar se a saída vai para recife interior, bordo de plataforma ou zona exposta explica melhor o mergulho do que o nome comercial do local. Nas primeiras imersões, vale a pena reservar os pontos mais frequentados para o início do dia, quando o mar tende a estar mais estável e há menos barcos de lazer. Nas passagens e pontas externas, a experiência em corrente moderada ou variável é mais importante do que a profundidade: a dificuldade está em manter posição, acompanhar a deriva e terminar a imersão de forma organizada. Um computador configurado para Nitrox pode ser prático quando se repetem duas imersões diárias. Convém ainda levar equipamento de controlo de flutuabilidade bem conhecido, porque os recifes rasos e as áreas protegidas não perdoam contactos acidentais. Onde existirem amarrações, não se deve ancorar no coral; nas reservas, não se toca nem se recolhe vida marinha.

Organizar a estadia

O formato natural é um séjour de sete a dez dias, com base num alojamento costeiro e saídas de barco durante vários dias. A pausa entre blocos de mergulho pode ser preenchida com Stone Town, um passeio de dhow ou uma saída de lagoa. As imersões mais profundas e os locais sujeitos a corrente ficam melhor no início do programa. Antes do voo de regresso, o dia sem mergulho pode ser usado para uma excursão terrestre ou para explorar uma ilha vizinha sem pressão de horário.

Uma pergunta sobre este destino?

Olá, sou a Marina, a assistente IA da DivingDeal.com. Oriento-te entre destinos, zonas e países.

A pensar na viagem toda e nos voos? Fala com a Edith

A Marina é uma IA. Alguns links são afiliados: a DivingDeal pode receber uma comissão, sem custo extra para si. A reserva é concluída com o parceiro.

Mapa de hotéis, locais de mergulho e centros de mergulho em Zanzibar

Os centros de mergulho de Zanzibar

Os hotéis de Zanzibar

Excursões em Zanzibar: o que fazer além de mergulhar

O último dia passa-se em seco: não se mergulha nas 18-24 horas antes do voo o momento ideal para descobrir o destino de outra forma.

Classificações e avaliações recolhidas por Viator e Tripadvisor.

Continue a sua exploração