
200 Bar Diving Center
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Filipinas · Ásia
Pináculos, grutas, tombantes e lagoas de águas claras compõem os dias de mergulho em El Nido, entre ilhas calcárias e partidas de barco.
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El Nido é uma base de mergulho em terra, voltada para as ilhas da baía de Bacuit. As saídas fazem-se de barco e combinam recifes, tombantes, pináculos, grutas e passagens rochosas, com as paisagens calcárias sempre presentes à superfície. Há percursos para vários níveis, mas a experiência muda bastante com a maré, o vento e a visibilidade. Entre mergulhos, a mesma baía oferece lagoas, praias, trilhos e água para explorar de caiaque.
O relevo submerso alterna recifes, tombantes, pináculos, passagens rochosas e grutas. Não é uma paisagem uniforme: num mergulho acompanhas uma parede, noutro contornas um pináculo ou entras num espaço rochoso onde a luz muda rapidamente. As correntes são variáveis e seguem a maré e a exposição de cada zona, podendo justificar mergulho em corrente ou deixar um percurso reservado para mergulhadores mais experientes. A visibilidade oscila entre cinco e trinta metros, com perdas causadas pela chuva, pelo escoamento costeiro, pela ondulação e pela floração planctónica. As saídas são principalmente de barco, a partir de El Nido, e o guia ajusta o itinerário às condições do dia. Para uma primeira imersão, vale mais pedir uma zona abrigada do que perseguir um nome específico. A baía permite manter alternativas quando os sectores mais expostos ficam desconfortáveis.
A fauna de El Nido acompanha a variedade dos relevos, com peixes tropicais e invertebrados nos recifes, nas paredes e junto às formações rochosas. Entre dezembro e fevereiro, a floração planctónica pode tornar a água menos transparente, por vezes reduzindo bastante a visibilidade, mas concentra peixes e invertebrados que aproveitam esse alimento. De dezembro a abril surgem, de forma ocasional, raias manta e tubarões-baleia. São encontros possíveis, não um calendário garantido, e não justificam ignorar as condições do mar. Quem procura água mais limpa tende a preferir abril a junho; quem aceita uma imagem mais verde e carregada pode encontrar na época do plâncton uma actividade biológica interessante. A observação faz-se sem tocar na fauna ou nos corais, sobretudo nas zonas pouco profundas e muito visitadas.
Abril, maio e junho costumam oferecer a combinação mais equilibrada entre mar calmo e visibilidade regular. A partir de junho, a monção traz chuva, vento, escoamento costeiro e ondulação que podem deslocar ou cancelar saídas, com agosto, setembro e outubro particularmente difíceis. Dezembro a fevereiro continua a permitir mergulhar, mas a floração planctónica pode limitar a visibilidade a poucos metros, apesar de algumas jornadas de mar favorável. Janeiro e fevereiro justificam uma camada térmica adicional. Convém reservar cinco a sete dias, não apenas para mergulhar, mas para absorver alterações do estado do mar sem perder toda a viagem.
El Nido pode servir tanto para uma primeira experiência de mergulho tropical como para quem já tem certificação FPAS/CMAS e quer explorar paredes, grutas e pináculos. Os iniciantes devem começar por zonas abrigadas, porque as correntes mudam com a maré. A certificação Advanced Open Water, ou equivalente, ajuda a aproveitar locais mais profundos e condições menos previsíveis. Uma especialidade de mergulho em corrente é útil quando o programa inclui zonas sujeitas a correntes de maré.
A partir de Lisboa ou do Porto, a viagem passa normalmente por uma ligação internacional para Manila ou Cebu e depois por um voo doméstico para El Nido. A alternativa é voar para Puerto Princesa e seguir por estrada durante cerca de cinco a seis horas, um trajecto longo que deve ser contado como parte da viagem, não como uma simples transferência. Também existe ligação marítima desde Coron, sujeita ao tipo de embarcação e ao estado do mar. Chegando directamente a El Nido, não precisas de ferry para completar o percurso. No centro, muitos alojamentos e embarcadouros ficam acessíveis a pé; para zonas afastadas, usa-se triciclo, veículo local ou transferência organizada.
Deixa dias de margem no programa. Na baía de Bacuit, a maré, o vento e a visibilidade podem valer mais do que o nome anunciado para o mergulho, e uma saída exposta pode ser trocada por uma zona abrigada. Partir cedo reduz a concorrência com as excursões aos lagos, sobretudo na época seca. Ao comparar programas, olha para o ponto de partida e para o tamanho do barco: mudam o tempo de navegação e o conforto com ondulação. Máscara, computador e protecção térmica próprios evitam depender do material disponível no momento. Não confundas um dia de lagoa com um dia de mergulho, são passeios com regras e ritmos diferentes. Nas lagoas, não caminhes sobre corais, não os toques, não alimentes a fauna e respeita as restrições de ruído, circulação e uso do colete. Reserva também atenção à autorização e à taxa de acesso. O trajecto por estrada desde Puerto Princesa pode cansar antes das primeiras saídas, por isso não o encaixes apertado. Em dezembro a fevereiro, leva expectativas ajustadas à água carregada de plâncton, não apenas à época seca.
Uma estadia de cinco a sete dias permite combinar vários dias de barco com margem para a monção ou para uma alteração do estado do mar. A base é El Nido, de onde se partem para a baía, mas os dias sem mergulho podem ser ocupados com os grandes e pequenos lagos, caiaque, snorkeling, praias e caminhadas pelos relevos calcários. A última imersão deve ficar suficientemente afastada do voo, deixando a paragem de segurança e o intervalo de segurança previstos para a viagem aérea.
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Abril, maio e junho costumam combinar mar calmo e visibilidade regular. De junho em diante, a monção pode trazer chuva, vento, escoamento costeiro e ondulação, com agosto, setembro e outubro particularmente difíceis. De dezembro a fevereiro, a floração planctónica pode reduzir bastante a visibilidade, embora também concentre peixes e invertebrados.
El Nido permite uma primeira experiência de mergulho tropical, mas também recebe mergulhadores certificados FPAS ou CMAS. Iniciantes devem começar por zonas abrigadas, pois as correntes mudam com a maré. A certificação Advanced Open Water, ou equivalente, ajuda a aproveitar locais mais profundos e condições menos previsíveis, enquanto uma especialidade de mergulho em corrente pode ser útil.
Em El Nido encontras recifes, paredes, tombantes, pináculos, grutas e passagens rochosas entre ilhas calcárias. Peixes tropicais e invertebrados aparecem nos recifes e junto às formações rochosas. Entre dezembro e abril podem surgir ocasionalmente raias manta e tubarões baleia. A visibilidade varia entre cinco e trinta metros.
Reserva cinco a sete dias para combinar saídas de barco com margem para alterações do mar. El Nido é a base para a baía de Bacuit, e os dias sem mergulho podem incluir lagoas, caiaque, snorkeling, praias e caminhadas. Deixa também a última imersão suficientemente afastada do voo, respeitando a paragem e o intervalo de segurança.