
Scubanana
Google 5/5 (1346 avaliações)
a 53 km em linha reta
Ilhas Canárias · Atlântico
Arcos vulcânicos, paredes negras, naufrágios costeiros e encontros com Anjo-do-mar desenham uma ilha para explorar a partir de terra.
Para legendas em português: inicie primeiro o vídeodepois clique na roda dentadano canto superior direito do vídeo, selecione «Legendas», depois «Traduzir automaticamente» e escolha «Português».
Em Tenerife, o fundo começa muitas vezes em rocha vulcânica negra e prolonga-se por arcos, túneis, paredes e pequenas grutas. A ilha organiza-se bem para um mergulho baseado em terra, com saídas de barco e algumas entradas a partir da costa. Las Eras oferece perfis entre os 5 e os 35 metros; El Condesito acrescenta um naufrágio costeiro. É uma escolha atlântica prática para quem prefere combinar mergulho, estrada e vida insular, sem depender de uma croisière.
A paisagem submarina é feita de basalto: declives, pináculos, passagens estreitas e paredes que descem para fundos de areia. Em Montaña Amarilla, a baía protegida permite observar arcos, grutas e vida residente com corrente nula ou fraca. Noutros locais, como Las Eras ou El Meridian, a corrente pode ser moderada ou forte e muda a leitura do mergulho. Radazul chega aos 40 metros, enquanto Palm Mar Cave conduz a uma entrada de gruta a cerca de 28 metros, já num perfil avançado. A visibilidade pode ser muito generosa em locais como Abades, Radazul e Palm Mar Cave, mas não deve ser tomada como garantia para toda a ilha. A operação combina mergulhos de barco com entradas costeiras, diurnas e nocturnas, sempre condicionadas pela exposição do sector e pelo estado do mar.
A fauna de Tenerife alterna habitantes das rochas, vida de fundo e encontros ocasionais com animais maiores. Moreia, Polvo, Choco, Peixe-papagaio, Peixe-trombeta e Nudibrânquio aparecem entre fendas, areia e estruturas dos naufrágios. Los Chuchos é procurado pelas raias residentes e pelos cardumes de Barracuda; El Condesito acrescenta Raia e Anjo-do-mar ao cenário do recife artificial. Palm Mar Wall é especialmente interessante no inverno, quando aumenta a possibilidade de observar Anjo-do-mar, enquanto Palm Mar Cave pode oferecer Raia-lixa e, ocasionalmente, Tartaruga-marinha. Em Alcalá, a procura faz-se junto ao fundo, entre rocha e areia, com Moreia e cardumes de peixes. Estes encontros dependem do local, da época e da discrição da palanquée, não de uma promessa uniforme para toda a ilha.
A janela mais equilibrada vai de maio a novembro, período em que a maré costuma apresentar-se mais calma e as saídas de barco ganham maior margem de manobra. Entre maio e outubro, a precipitação é geralmente mais baixa, o que também favorece os acessos costeiros e a visibilidade em locais como El Balito. Para procurar Anjo-do-mar e algumas raias em paredes e fundos mais profundos, o inverno pode ser interessante, embora traga uma escolha mais dependente das condições do dia. As férias e a época turística tornam os locais fáceis mais concorridos; as saídas da manhã são normalmente as mais procuradas.
Tenerife serve tanto ao mergulhador Open Water como a quem já trabalha confortavelmente em profundidade e corrente. Montaña Amarilla, Alcalá e as zonas rasas de Abades são adequadas para começar, enquanto Tabaiba, Palm Mar Wall, Palm Mar Cave e El Meridian pedem experiência mais sólida. Para um mergulhador certificado pela FPAS/CMAS, o equivalente Advanced Open Water é útil nos perfis profundos e nas topografias mais exigentes. Nitrox ajuda a encadear saídas durante vários dias; a penetração em naufrágios exige formação específica.
A partir de Lisboa ou do Porto, Tenerife alcança-se por voo directo para a ilha. O mergulho não parte de um único porto central: depois da chegada, é preciso seguir por estrada até à zona costeira, ao porto ou ao ponto de entrada escolhido. O aluguer de carro dá mais autonomia para combinar sectores afastados e transportar equipamento; táxi resolve os trajectos entre alojamento e centro quando a operação é local. Em zonas costeiras próximas, alguns mergulhadores fazem esses deslocamentos a pé. Quem pretende juntar outras ilhas às férias pode usar os ferries inter-ilhas a partir de Tenerife, mas isso pertence a uma viagem mais ampla e não é necessário para o programa habitual de mergulho na ilha.
O basalto negro mostra imediatamente uma má estabilização: convém ganhar flutuabilidade antes de atravessar arcos ou aproximar-se das paredes, porque o remoinho junto ao fundo estraga a visibilidade e a observação. Em Montaña Amarilla, Alcalá ou nas zonas abrigadas de Abades, vale a pena começar o séjour com perfis fáceis; assim fica margem para deslocar Las Eras, El Meridian ou outros mergulhos mais expostos se a corrente mudar. A protecção térmica própria merece lugar na bagagem para quem pretende fazer várias imersões, já que o corte e a espessura alugados nem sempre correspondem ao conforto pessoal. Fotógrafos devem evitar apoiar a câmara no substrato, sobretudo nas grutas e nos naufrágios, onde um pequeno contacto pode deslocar organismos. Não se deve alimentar a fauna, tocar no fundo ou levar lembranças; quando existirem bóias, são preferíveis à ancoragem sobre a rocha. Tenerife também não deve ser tratada como uma croisière: reservar dias de estrada e um dia calmo antes do voo torna o programa mais confortável.
Um séjour de cinco a sete dias permite alternar saídas de barco, entradas costeiras e um dia de reserva para o mar menos favorável. As primeiras imersões podem ficar para Radazul, Alcalá, Abades ou Montaña Amarilla, deixando naufrágios e perfis mais fundos para depois da adaptação. Entre mergulhos, a ilha oferece caminhadas em zonas vulcânicas, miradouros costeiros e passeios junto aos portos e aldeias. O último dia deve privilegiar actividades terrestres tranquilas antes do voo.
Olá, sou a Marina, a assistente IA da DivingDeal.com. Oriento-te entre destinos, zonas e países.
A pensar na viagem toda e nos voos? Fala com a Edith →
A Marina é uma IA. Alguns links são afiliados: a DivingDeal pode receber uma comissão, sem custo extra para si. A reserva é concluída com o parceiro.
O último dia passa-se em seco: não se mergulha nas 18-24 horas antes do voo, o momento ideal para descobrir o destino de outra forma.
Cultura⏱ 7 h · ★ 5,0 (39 avaliações)
a partir de 886 €
ver no Viator ↗
Aventura⏱ 3 h · ★ 5,0 (23 avaliações)
a partir de 140 €
ver no Viator ↗

⏱ 3 h · ★ 5,0 (22 avaliações)
a partir de 99 €
ver no Viator ↗

⏱ 2 h · ★ 5,0 (17 avaliações)
a partir de 40 €
ver no Viator ↗
Classificações e avaliações recolhidas por Viator e Tripadvisor.
Em Tenerife, a janela mais equilibrada vai de maio a novembro, quando o mar costuma estar mais calmo e as saídas de barco têm maior margem de manobra. Entre maio e outubro, a precipitação tende a ser mais baixa, favorecendo os acessos costeiros e a visibilidade. O inverno pode interessar para procurar Anjo do mar e algumas raias.
Tenerife serve tanto para mergulhadores Open Water como para quem já está confortável em profundidade e corrente. Montaña Amarilla, Alcalá e as zonas rasas de Abades são adequadas para começar. Tabaiba, Palm Mar Wall, Palm Mar Cave e El Meridian pedem experiência mais sólida. Nos perfis profundos, o equivalente Advanced Open Water é útil.
Em Tenerife, encontras basalto, arcos, túneis, paredes, grutas e naufrágios costeiros. Moreias, polvos, chocos, peixes papagaio, peixes trombeta e nudibrânquios aparecem entre rochas, areia e estruturas. Los Chuchos tem raias residentes e cardumes de barracuda; El Condesito acrescenta raias e Anjo do mar. No inverno, Palm Mar Wall pode favorecer encontros com Anjo do mar.
Para mergulhar em Tenerife, voa directamente de Lisboa ou do Porto e segue por estrada até ao sector, porto ou entrada escolhida. O aluguer de carro dá autonomia entre zonas afastadas, enquanto táxi resolve trajectos locais. Uma estadia de cinco a sete dias permite combinar barco, costa e um dia de reserva para condições menos favoráveis.